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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Estamos de luto (Max, 12-2013 - 02-2015)


O Max partiu. Não, não saltou do aquário. Já andava adoentado havia uns dias e ontem faleceu. O I só soube hoje e ficou tristíssimo. Já o estávamos a preparar há uns dias. Os preparativos para o Funeral já estavam mais ou menos acertados. Queria colocá-lo numa caixa para guardá-lo. Depois de lhe explicar que não poderia ser, que o peixe iria decompor-se lá mudou de opinião. Mas enterrá-lo, não. Então irei "largá-lo" na Natureza. Pediu para comprarmos um peixe novo. Iremos então nos próximos dias comprar novo vizinho para o Radical.

Adeus, Max. 

Iremos ter saudades dos teus saltos impacientes quando estávamos a dar-te comida. E do teu despertar repentino quando eu me aproximava ou algum de nós mexia nas portas do armário onde já sabias estar a tua comida.


quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

As movimentações dos nossos políticos no Mundo dos Negócios português




Um forma visual de percepcionarmos as movimentações no Mundo dos Negócios português.  Portugal é realmente pequeno demais... ou serão só algumas mentes?

  http://pmcruz.com/eco/

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Daquilo que nem sonhamos


... lidamos todos os dias com pessoas que têm as suas vidas, as suas questões, os seus problemas. Tudo bem, nós também temos as nossas. Mas quando de repente se abrem comigo, fico por vezes totalmente surpreendida. Ontem foi um dia desses. Alguém se virou de repente para mim e me contou algo que se passa com a sua família. Precisava de desabafar, percebi. Mas também constatei (cada vez tenho mais a certeza disto), de que há pessoas com uma força imensurável e que escolhem levar a vida para a frente sem vitimizações, sem 'ais e uis'. Fiquei triste com o que soube. Senti-me impotente por não poder ajudar em algo que não tem ajuda. Limitei-me a estar lá a ouvir para essa pessoa poder falar do assunto. Senti-me lisonjeada pela confiança, sabendo que farei tudo o que puder para ir ajudando.
No fundo relembra-nos sempre que temos todos os dias que agradecer pela sorte que temos. E quando nos apetece afundar nalguma tristeza qualquer devemos pensar nestas pessoas que todos os dias vemos sorrir e andar pela vida cheios de energia sabendo o peso que têm em cima.

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

Queremos acreditar que não é assim tão mau



Mas depois surgem os números nus e crus (ver aqui - clic!) Deparamo-me com gráficos destes que me deixam toda arrepiada:



E não falo dos valores das idas a um ballet ou à Ópera, ou a um concerto ou ao teatro. Olho para os valores das visitas a monumentos, palácios, castelos, igrejas e jardins; das idas a museus ou galerias; de ver ou ouvir um programa cultural na TV e na rádio; das visitas a livrarias públicas e fico tão triste. Porque isto são actividades básicas do dia-à-dia. FALTA DE INTERESSE?!  Ai minha gente... é tão fácil chegar ao sofá e esparramar-se lá de comando na mão, não é? Ou agarrar-se ao computador e ficar a lamber ecrã.

Viver não é difícil... difícil é saber viver...

Temos que contrariar essa tendência. Eu falo por mim. Também acho que deveria conseguir ter mais actividades destas. É tão bom para a alma e para a vivência em família e com amigos, e sobretudo para a educação das crianças. Se não incentivarmos estas vivências nas nossas crianças, os hábitos não se criam, os interesses não se despertam. É daquelas coisas que só se sabe o quanto é bom quando se "prova".  E as idas com a escola não são suficientes, pois são organizadas numa estrutura escolar e muitas crianças crescem com a memórias das visitas escolares remetendo-as apenas para esse "espaço" e não percebendo que podem perpetuar essas experiências ao longo da sua vida. Há uns anos tive uma conversa com uma colega na universidade que girou à volta desta ideia. Ela dizia que gostava tanto das escursões da escola, que visitou tanta coisa interessante na primária e que ainda hoje se lembrava delas. Eu comentei que por ter feito a primária noutro país não as tinha visitado e visitei-as mais tarde em família. O comentário dela foi que ainda bem que os meus pais se tinham dado ao trabalho de ir comigo por eu não as ter visitado na primária. E então percebi que as idas a museus, monumentos, teatros e afins para ela se remetiam apenas às visitas da escola, que nunca tinha tido tais actividades fora desse contexto. No caso dela penso que não por falta de interesse, mas por não ter posto os pés a caminho... por ter crescido assim.

Bom já partilhei a minha tristeza e frustração convosco. Desculpem-me, mas fico mesmo triste quando penso nisto.

terça-feira, 5 de novembro de 2013

Uma tristíssima realidade



Recomendo a não leitura deste artigo (clic!) a quem quer manter a ilusão de uma vida cor-de-rosa e fácil. A quem acha que isto da crise só chega aos outros e que se podemos dar aos nossos filhos porque não haveremos de dar, que eles têm e merecem ter tudo.

Sou defensora que as nossa melhores dádivas aos nossos filhos são valores sólidos e noções reais da vida e, da responsabilidade e esforço necessários para vivermos da melhor forma em todas as latitudes.  No entanto custa, custa muito. Tenho a sorte (ou, como me diz sempre uma amiga minha ;) , trabalhei para ela) de (por enquanto!) não ter dificuldades financeiras e poder proporcionar-lhes quase tudo. No entanto, somos pais "forretas". Gosto de vê-los valorizarem o que têm e actualmente eles já racionalizam os seus pedidos e por vezes ficam espantados quando decidimos comprar e dar certas coisas. Ficam muito agradecidos e já chegaram a questionar estamos a gastar "tanto dinheiro". Mas o melhor de tudo é ouvi-los dizerem: "Se me deram isto então tenho mesmo de me portar bem. Isto mostra que acham que mereço e então tenho de fazer tudo o que puder." (conversa do H dias após ter recebido uma prenda e estar a ajudar-me na cozinha em coisas que eu estava a achar que já eram "demais" para a idade dele).

E concordo plenamente com o Mia Couto quando diz que a culpa não é dos jovens. É dos valores que lhes são passados, nem sempre apenas pelos pais, mas por toda uma sociedade que está mais focada na vertente económica e esquece muito o social e a integridade de cada indivíduo.












segunda-feira, 4 de novembro de 2013

Condição intitulável




Hoje na minha ronda blogosférica li isto:

"(...) 'quando morre marido ou mulher fica-se viúvo; quando morre pai ou mãe fica-se órfão, mas não há palavras para quando se morre um filho, e não há porque não é natural' (...)"


É deveras profundo e tão tão verdade... Lidei desde pequena e lido com pessoas muito próximas que tiveram o infortúnio de viver esta situação com filhos pequenos. Mas por mais próximo que seja, é sempre longe do que é realmente e espero que fique sempre assim... muito longe da minha realidade. Há condições que não devem ser nomeadas.



segunda-feira, 21 de outubro de 2013

E infelizmente a vida também é feita destes momentos

Saber que um colega faleceu durante o fim-de-semana. Só isto - faleceu. Ainda não sabemos o que se passou, apenas sabemos que ligaram a avisar que morreu.

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

“Os intocáveis” pelo artista cubano Erik Ravelo

A nova série produzida pelo artista cubano Erik Ravelo foi intitulada como “Os intocáveis”, são fotografias de crianças crucificadas em seus supostos opressores, cada um por um motivo diferente e uma mensagem clara, visa reafirmar o direito da criança de ser protegida e relatar o abuso sofrido por elas principalmente em países como: Brasil, Síria, Tailândia, Estados Unidos e Japão.


 
A primeira imagem refere-se à pedofilia no vaticano. A segunda ao abuso sexual infantil no turismo na Tailândia, e a terceira refere-se à guerra na Síria. A quarta imagem refere-se ao tráfico de órgãos no mercado negro, onde a maioria das vítimas são crianças de países pobres; a quinta refere-se ao armamento livre nos EUA. E por fim, a sexta imagem refere-se à obesidade, culpando as grandes empresas de fast food.
Texto do Leandro, adaptado por Amiximaki


Artisticamente muito bem conseguido, mas deixa-me triste, tão triste...


sexta-feira, 12 de julho de 2013

Gostava de ter um Blog daqueles famosos

Com montes de seguidores. Com dezenas ou, vá, até centenas de comentários diários. Não, não  bati com a cabeça em lado nenhum e não ando com vontade de estrelato. Desejo tal apenas por um único motivo. Para poder ter capacidade de influenciar o que me rodeia de alguma forma, sobretudo no que toca a conseguir algo de bom para gente mais necessitada, seja qual for a carência. E é nos momentos em que leio notícias destas (clic!) que este desejo fica ainda mais forte. 
Puxa, Srs das Marcas não-sei-das-quantas (que a notícia não é clara neste sentido), não dá para terem um pouco mais de compaixão?! Há de ter sido mais uma decisão no meio das milhentas que têm de tomar diariamente e nem devem ter parado para pensar seriamente no assunto. Ou será que há aquela coisa de não quererem ter "gente daquela" a vestir as vossas roupas? Querem apenas gente "bonita e simpática"? De bem com a vida? Bahh!! Fico irritadíssima com estas coisas.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Quem pode fazer birra afinal?

E porque há realmente períodos e dias mais complicados do que outros, porque a balança anda algumas (demasiadas) vezes desequilibrada, porque as responsabilidades e frustrações superam os momentos que gostamos de registar para mais tarde recordar... muitas vezes apetece fazer birra! Ou se não apetece quando damos por nós já foi (clic!).

terça-feira, 16 de abril de 2013

Força, muita força...

Só hoje soube que é uma semana muito triste na minha família. Esperava-se mais uma luz, mais um motivo de sorrisos, mais um pedaço de felicidade nas vidas deles e também de vez em quando nas nossas. Sabíamos que era tão importante para eles. Algo muito desejado, algo adiado muito pacientemente até agora. Algo pelo que se lutou tanto, que se agarrou até à última. Chegou para partir finalmente ao fim de parcas horas. Não sei detalhes, ainda não houve espaço para tal. Por enquanto apenas o carinho possível à distância de uma chamada rápida, que a voz embargada não permite mais. Agora é deixar passar o tempo e aguentar a alma.

domingo, 17 de fevereiro de 2013

terça-feira, 16 de outubro de 2012

Para quem queira saber #02

Aqui vêm mais infos e detalhes fiscais. Eu sei, eu sei... não queremos saber... mas infelizmente temos que saber...

Deduções IRS 2013

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Estas coisas ultrapassam-me

Hoje uma amiga minha contou-me que não conseguiu colocar a filha dela no 5º ano na escola pública. Na escola do agrupamento da zona dela 50 crianças ficaram de fora. Parece que reduziram o número de turmas porque não havia professores suficientes...
Então e aquela conversa de ah, e tal, não se colocam mais profs porque não há crianças... Ah, mas pode ir às escolas mais perto da residência tratar de inscrevê-la onde quiser. Pasmem-se! Estavam todas sem vagas... Agora pode mudar-se para o Alentejo que lá deve haver vagas... Ou será que também já não haverá?

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Carta ao Presidente, da Bad Girl

Gosto de ler estar moça. Escreve bem e diz as coisas sem papas na lingua. Há coisas com as quais não concordo, mas pelo menos faz-me pensar. E com esta concordo plenamente. Sinceramente não sei bem o que ele deveria dizer, mas lá que deveria dizer alguma coisa, devia.

terça-feira, 11 de setembro de 2012

Azares

Será azar ou teimosia? A verdade é que qualquer que seja a origem o corpo é que paga... A avó R fracturou umas costelas. E ainda estamos a ver se há mais algum osso lesionado.