terça-feira, 31 de julho de 2018

Descida do Almourol


Podia acabar já este post dizendo que adoramos. Mas acho que um pouquito mais de detalhe vem a calhar :)

Começando pelo princípio, há uns bons meses atrás, aí uns nove... andava eu a matar a cabeça para ver se encontrava uma prenda para o meu maridão que faz anos em Dezembro. Parcas semanas antes do Natal... Ou seja, prenda-para-homem-que-faz-anos-perto-do-Natal é o pesadelo das prendas. A minha amiga I falou-me da prenda que ia dar a uns familiares e achei a ideia interessantíssima. Vai daí, decidi dar algo no mesmo género. Tratava-se de um voucher para os quatro fazermos para uma descida de rio - oferecer tempo em família! Fui ver o que a empresa propunha como actividades e escolhi a "Descida do Almourol". Contactei-os, comprei o tal do voucher e foi aguardar que viesse um dia bom para marcar a descida.

Aguardar, aguardar, aguardar...

Entre fins-de-semana com demasiada actividade e o tempo pouco convidativo que esteve para actividades aquáticas lá marquei para o fim-de-semana que passou. 

À última da hora a pessoa pensa se colocar os filhos em canoas rio abaixo é uma boa ideia... Mas depois a pessoa relembra-se que todos sabem bem nadar e que há coletes e afins e descansa.

Voltando ao que estava a dizer no início, gostámos imenso. Recomendo a quem gosta de actividades ao ar livre e como bónus tem uma visita ao Castelo de Almourol.








quinta-feira, 19 de julho de 2018

Inscrições... Matrículas e afins... Arghh!!!

O Ministério da Educação tem tanto a aprender, taaantttooooo, com outros países. Nesta altura do ano a minha Mãe, que nem costuma ter aquela atitude típica de ex-emigrante de que "lá-é-que-era-bom", recorda sempre o processo simplificado da passagem de ano escolar que existia em França. Parece que, no que tocava a matrículas/inscrições escolares, só tinha de se preocupar em ir, no ano lectivo anterior a termos 3 anos de idade,  a um gabinete da Câmara onde teria de preencher os nossos dados - única vez! - e a partir daí em Jun/Jul recebia uma carta em casa a indicar a data e hora, e a escola em que nos teríamos de apresentar para a Rentrée Escolar. E nessa data e hora estaria toda a Escola já preparadíssima para receber os alunos e iniciar o ano escolar em toda a normalidade. Não sei se ainda será assim, mas lá que era uma máquina muito bem oleada, era.

Cá é algo em constante mutação, totalmente instável, e um gerador de stress para as famílias que neste período deveriam pensar apenas em ir a banhos. Obriga a muitas famílias irem de férias numa total incerteza de como se vai iniciar o ano escolar. Muitos dirão que está muito melhor do que há umas décadas e anos atrás. Eu cá acho que deveria ser um processo a ser alvo de uma total reengenharia. Não me cabe na cabeça que tenham de ser os pais a tirar certidões do portal das finanças para introduzir no portal das matrículas (não é tudo "informação do Estado"?). Ou melhor, para depois de ser introduzido o processo no portal das matrículas, ir a escola antiga levar à escola nova o "processo" todo em papel. Porque têm de ser validados os "papéis". Aiiii, alguém ouviu falar em cruzamento de dados??? Transformação Digital?? Paper free??? Vamos ser todos um pouco mais ecológicos??? 

E que tal por as Universidades a concorrer com propostas de revisão dos processos? O Estado não paga a educação aos seus cidadões? Porque não os desafiar a ajudar a modernizar o Estado e envolvê-los nas preocupações da sociedade civíl? 

Bem, se calhar isto é só o desabafo de quem está a matricular um filho no 10 ano... e que trabalhando na área da Tecnologia não percebe porque ainda não conseguimos aligeirar este processo e libertar as Escolas e as Famílias de tantas preocupações. E as horas de trabalho que se perdem por os Pais andarem numa roda-viva a tratar disto tudo? OK, já chega...desculpem lá este meu desabafo... acho que já me libertei um pouco do stress e da frustração que isto me tem provocado. Obrigada por me aturarem e paciência a quem estiver a passar pelo mesmo!

terça-feira, 17 de julho de 2018

Quando uma pessoa se esquece dos ténis para correr...


... e decide ir andar e depois fica com vontade para finalizar um sketch que tinha iniciado no fim-de-semana anterior.


O "melhor" de tudo é no final de contas perceber que tinha outros ténis de corrida na mala do carro. O Universo tem uma forma muito engraçada de mexer com os meus hobbies.

segunda-feira, 16 de julho de 2018

Mais um daqueles tesourinhos do baú do I...

Há 7 anos atrás, ou seja quando o I tinha 5 anos perguntou-me o seguinte:

I:"Mãe, quando eu e o H formos um adulto-pai o Pai vai ser pai de quem?".



quinta-feira, 12 de julho de 2018

Cansei de esperar pelo Verão!


Este ano ainda não senti aquela vontade que vem lá de dentro de mudar o meu centro de mesa para o Verão. De vez em quando olhava para ele e achava que já não me fazia sentido o meu centro de mesa do Outono, mas estava à espera daquele sentimentozinho que me faz mudá-lo para a estação seguinte. Os dias iam passando e nada... 




Hoje de manhã quando levantava a mesa do pequeno-almoço e estava a pegar no centro de mesa para o colocar na mesa decidi que estava na altura de mudar. Não porque estava numa de centro de mesa de Verão, mas sim porque já não estava mesmo numa de centro de mesa de Outono.





E então o Verão chegou! Pelo menos ao meu centro de mesa (que fora disso está muuuuiito difícil de chegar...)

quarta-feira, 11 de julho de 2018

No Yoga e não só!


*Não é acerca de seres a melhor. 
É acerca de estares melhor do que ontem.

*Il ne s'agit pas d'être la meilleur.
Il s'agit d'être meilleur qu'hier.

quinta-feira, 5 de julho de 2018

Tesourinhos do Baú do I

Há oito anos atrás, tinha o I três anitos, foi pela primeira vez ao ATL de Verão na Praia...




Como a alimentação foi sempre um tema quente com ele, no primeiro dia perguntei-lhe o que tinha ele comido na praia. Respondeu ele prontamente: Areia!









quarta-feira, 13 de junho de 2018

Inspirações de Santo António e manjericos



Manjerico, manjericão
Para o Santo António e o S. João
As sardinhas não me alegram
Fico-me pela febra no pão

Nos festejos do Santo
Não me dêem sardinhas
Q'ainda me quedo num pranto
Venha antes uma sangria

Meu querido santo Antoninho
No teu mês me vi casada
Já lá vão 17 aninhos
E não os trocava por nada

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Time to say good bye


Time to say good bye foi a canção que duas amigas do H interpretaram, uma a cantar e outra a acompanhar ao piano para o Cocktail de Finalistas. Foi uma festa muito singela e emotiva. Houve videos e fotos e memórias partilhadas. Houve lágrimas e apertos no coração dos bons. Daqueles carregados de boas memórias. 

É o fecho de uma etapa e o pronúncia de uma nova fase de vida. É uma grande mudança, mas sinto-a sem angústias por ter a certeza que o H está muito bem preparado para tudo o que o espera. Há ali um grupo muito coeso, alguns juntos desde os 6 meses de idade. Veremos se a vida lhes permitirá manterem o desejado contacto. Se não, fica a certeza que levam o coração cheio de óptimas recordações.

terça-feira, 22 de maio de 2018

Sabe tão bem ser gentil e educado

Ontem o H contou-me que a seguir às aulas foi num instante ao supermercado para ir buscar algo para comer e ir ter com uns amigos. Quando chegou à única caixa aberta deparou-se com duas senhoras com "carinhos de compras do mês", ou seja a abarrotarem, e viu a sua vida a andar para trás. A senhora à sua frente quando o viu com tão pouca coisa disse-lhe para ele passar à frente. Segundo ele ficou todo contente com a atenção e disse obrigado à senhora. Passou à frente e pensou que já se tinha reduzido para metade o seu tempo de espera. Quando a outra senhora começou a colocar as compras no tapete reparou nele e também lhe disse para passar à frente já que estava com tão poucas compras. Até aí eu pensei que ele estivesse a partilhar comigo o golpe de sorte que estava a ter. Mas depois acrescentou que quando pagou, antes de se ir embora, virou-se novamente para as senhoras e agradeceu novamente dizendo que tinham sido muito simpáticas por o terem deixado passar à frente e que lhe tinham poupado muito tempo. Partilhou comigo que foi a caminho da escola a sentir-se muito bem com aquele acontecimento - por as senhoras terem sido tão simpáticas e por ele ter sido capaz de agradecer como deve de ser. 

Para ajudar à sua felicidade e orgulho pela sua atitude, parece que estavam lá umas amigas da escola que ele não viu, que presenciaram a cena toda e que ouviram os comentários e elogios à atitude dele feitos pela senhora da caixa e pelas duas senhoras que o deixaram passar, quando ele se foi embora. Assim que voltaram à escola contaram-lhe logo o sucedido (e aos restantes amigos e colegas). 

Contou-me que ficou inchadíssimo e concluiu que realmente não custa nada ser simpático para os outros e tornar a vida de todos muito mais agradável. Que é fácil ser feliz com pequenas coisas.

Fiquei com o meu coração de Mãe cheio.

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Ai, Henry, Harry!

Acompanhar o I às refeições é uma verdadeira prova de paciência (e tortura...). A quantidade de movimentos que não servem para nada, ou pelo menos não servem o derradeiro propósito - colocar a comida na boca/mastigar/engolir - é desmesurada.

Eu, num lamento, digo: "Era tão bom já teres ouvido falar do Henry Ford*".

Responde o I: "O que tem o Harry Potter? O que é que ele fez? O que é que o Harry Potter tem a ver comigo?".

Henry, Harry... Nada a ver. Mas realmente, magia também serviria... Estalar os dedos ou abanar o condão mágico e a refeição ser comida em três tempos...


* - Henry Ford é estudo por ter sido responsável por um método produtivo, ao sequenciar e rotinar actividades básicas com o objectivo de encurtar ao máximo o tempo das mesmas - assente na especialização dos operários em tarefas básicas.

segunda-feira, 14 de maio de 2018

O Boneco da estante #24




Após 1 mês sem acção, eis que mudou novamente poucos dias depois da última posição! O famoso DAB regressou à prateleira. Tirei foto mesmo no lusco-fusco, não vá mudar novamente entretanto!

quarta-feira, 2 de maio de 2018

A boa acção ecológica do dia


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Hoje já fiz a minha boa acção! Uma acção  verdinha, ecológica. Encontrei uma joaninha perdida no corredor do meu local de trabalho. Longe de qualquer porta de saída para a rua. Não imagino como foi lá parar. Tinha um cartão à mão e consegui que ela subisse para o mesmo. Depois foi só levá-la com muito jeito até um jardim interior do edifício e largá-la lá. Além de muito bonitas, são aquele insecto que deveríamos ter a montes nos nossos espaços verdes. São sinal de saúde dos mesmos e ajudam a comer todos aqueles insectos que costumam ser pragas nos jardins.