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segunda-feira, 1 de abril de 2013

Dia da Mentira. Aproveite hoje!

 Hoje é dia de pregar partidas e mentiras! Também é uma boa oportunidade para reforçar junto dos nossos filhos a importância de não mentir e que o melhor caminho passa sempre pela sinceridade. Mas para isso há que preparar o "terreno", ou seja cimentar uma relação e uma forma de estar com os nossos filhos para eles perceberem que não vale a pena mentira, que não há necessidade para tal. Vejam o artigo que transcrevo abaixo (original daqui. Clic!)

 

Lidar com as mentiras dos filhos




O seu filho sabe pensar, tem estratégias para tentar resolver as situações e neste momento, adotou a mentira como uma estratégia válida. Com a sua ajuda e compreensão, ele vai saber encontrar estratégias alternativas.
O dia 1 de Abril é o Dia das Mentiras. Muitos pais enfrentam as mentiras dos filhos, durante muitos outros dias. Dizem que é cansativo, desesperante!
«Esforcei-me tanto para o educar e no fim …  Mente todos os dias, com a maior naturalidade. Até dinheiro já me tirou e não admite. Estou esgotada. Já não sei o que fazer. Estou farta de o castigar e ele continua!»
As crianças podem aprender a mentir como uma defesa natural. Assim, acham que não terão consequências. Obrigá-las a contar a verdade à força não resultará. Aliás já sabe a resposta, não adianta perguntar. O seu filho terá que passar por um processo de aprendizagem – aprender a não mentir – a par da compreensão das situações.

É importante entender o contexto da mentira. Por exemplo, referiu que ele já roubou dinheiro. Ele retirou o dinheiro para quê? O que faz ao dinheiro? Está a ser forçado a alguma coisa por parte de alguém? Há tantas explicações possíveis!
O que é importante é reforçar uma boa relação entre si e ele. Colocar-se ao seu lado e não contra ele. Só assim o conseguirá ajudar. O seu filho sabe pensar e tem estratégias para tentar resolver as situações. Neste momento, adoptou a mentira como uma estratégia válida. Com a sua ajuda e compreensão (o seu desespero não ajuda, claro) ele vai saber encontrar estratégias alternativas. Mas para isso tem que sentir que a mãe está do lado dele.
Converse com ele. Não lhe dê respostas mas faça-o pensar. De que outra forma é que ele resolveria a situação?
O seu papel será de ouvir e orientá-lo para que ele consiga assumir a mudança (consigo próprio).

quarta-feira, 13 de março de 2013

Educar para a Ética no Desporto

Mensagem muito importante!  Vejam (clic!) para ficarmos mais sensibilizados e para ajudarmos os nossos filhos a serem melhores desportistas e acima de tudo viver o desporto da forma mais saudável e divertida possível. Acredito que inconscientemente muitos pais se enquadrem nestes exemplos e se parassem 1 segundo para pensar nisto evitariam estas situações.

quarta-feira, 6 de março de 2013

Filosofar para além das regras gramaticais


Hoje estava a percorrer "as gordas*" do facebook e deparei-me com este artigo (clicar!). Sinto o mesmo quando acompanho o meu filho em Português, mas de outra forma. Sinto que há uma falta de rigor e coorelação da palavras com a sua génese que deixa-lhes o conhecimento a meio caminho. Não ponho aqui em causa a qualidade da professora e da escola que frequenta. Pela minha experiência já percebi que é um mal geral. Não se filosofa sobre as matérias, não se filosofa para além das regras gramaticais. Não se questiona o porquê de certas formas de escrita. Tentam fazer isso lá para o 3º Ciclo, mas nessa altura já as crianças deixaram de gostar de Português (acredito que no primeiro ano, na aprendizagem das letras e na vitória e satisfação de aprender a ler, as crianças, na sua maioria, gostam de Português). Mas será que há tempo para isso? Será que a disciplina está estruturada para tal? Será que há interesse em ensinar mais o nosso Português? Pelo sim, pelo não sempre me preocupei em fomentar o gosto pela leitura nos meus filhotes. O mais velho devora livros e o mais pequeno, que se inicia agora nas leituras, parece estar com muita vontade de começar a fazê-lo.


* Entenda-se : as letras gordas, não vá gerar-se aqui alguma confusão de segregações físicas.

terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

De quando os pais querem tanto ajudar os filhos que acabam por prejudicá-los



Este artigo (clic!) vem reforçar a minha opinião sobre a forma como os pais se "intrometem" demasiado na vida dos filhos. Há algum tempo atrás conversava sobre este tema com uns amigos. A conversa arrancou quando se comentou que hoje em dia é normal os pais irem ou ligarem para as escolas superiores (sim, superiores!) para saber se os filhos têm ido às aulas, saber das notas deles ou tratarem das suas questões burocráticas. Confesso que fiquei surpreendida. Não fazia ideia. Uns dias mais tarde confirmava este cenário junto de uma colega que costuma fazer tal coisa relativamente à filha. Justifica essas atitudes porque ora lhe dá mais jeito a ela, para a filha não ter de se deslocar só para tratar de uma coisa insignificante ou porque ela tem de estar concentradíssima noutros trabalhos/estudos. O cerne da conversa para mim é que há toda uma independência e um ganho de auto-estima que se perde com esta presença constante dos pais. Este artigo ainda vai mais longe, ou apenas foca uma das consequências que é a propensão para a depressão e menor felicidade desses jovens adultos. Ainda faltam largos anos para eu chegar a esta fase, mas espero criar condições para os meus filhos serem totalmente independentes. Isso não é mau, ao contrário do que muitos pais pensam.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ninguém disse que era fácil

Não, não, não! Há que saber dizer não.

Não sou nenhuma especialista, mas concordo inteiramente com este artigo (clicar!). 

"Especialista alerta: Crianças estão a ser mal educadas
A psicoterapeuta infantil Asha Phillips diz que a incapacidade dos pais modernos de contrariarem os filhos está a criar uma geração de tiranos. No seu livro "Um Bom Pai Diz Não" explica como impor-lhes limites. Desde o berço.
"
 Já o livro, acho que não irei ler porque já passei essa fase, mas aconselho a quem quer ter, aguarda ou tem crianças até aos 4 anos, porque é sempre bom ler sobre estes temas. Podemos nem sempre concordar em toda a linha, mas faz-nos pensar. Dá-nos mais confiança. Pessoalmente da minha experiência, do que me foi passado pelo pediatra dos meus filhos e do que tenho lido penso que até aos 4 anos tudo é possível, após essa idade é tudo muito mais trabalhoso. Impossíveis... não gosto de acreditar que existem, mas há casos muiiittooo complicados. Ah, isso há!

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Hiperactividade vs má-criação

Concordo, pois, com este Sr.

E acrescento que temos que nos centrar mais nas crianças, mas não nas vontades das crianças e sim no que lhes faz bem e os prepara para um melhor futuro. E quanto a um melhor futuro não estou a falar da parte económica da coisa, mas sim em ajudá-los a desenvolver uma estrutura emocional e afectiva que os suporte ao longo da vida. Que os prepare para encarar da melhor forma todos os desafios que os aguardam e que sabemos serem muitos. Não será egoísmo nosso não nos queremos dar ao confronto necessário? É que provoca-nos dores de cabeça, dá-nos cabo da paciência e exige imenso de nós como pais.

Porque a tristeza, o choro e a birra de hoje valem muito a pena e têm que existir. O mundo deles não pode ser tudo cor-de-rosa e sem contrariedades e momentos de "seca e chatos". Há que lhes ensinar a lidar com a frustração e com as "secas" da vida. E pode demorar semanas, meses e até anos até começarmos a ver frutos do nosso empenho.