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quarta-feira, 6 de maio de 2015

É preciso ultrapassá-las...




* - É confinada(o) apenas pelas paredes que construiu você mesma(o)

quinta-feira, 30 de abril de 2015

Da gestão que faço do tempo


Estava hoje  a pensar da gestão que faço do "meu" tempo e cheguei a várias conclusões. Primeiro que usar o pronome possessivo "meu" é quase que um eufemismo. Segundo que tenho invariavelmente a sensação que gasto o "meu" tempo controladamente em acções que directamente não decorrem da minha vontade imediata.

Ou seja, dou muito de mim a quem me rodeia. 
No trabalho como é óbvio o tempo é gasto a trabalhar. Por mais que gosto muito do que faço não me realizo por inteiro só por aí. 
Em família, há todo o apoio familiar, tempo reservado à família, lida da casa, etc... Que também faço com muito prazer (menos a maioria das lidas da casa!), bem que por vezes me sinta totalmente engolida pelo meu papel de motorista e organizadora de eventos sociais para os meus filhos, e pelo devido tempo a partilhar com parte da geração sénior da família. 
Gosto de estar disponível para os amigos. Dou o pino para corresponder aos convites e para conseguir conciliar agendas e também para criar agenda, que sou pessoa para ter saudades dos amigos.

Encontrar o equilíbrio é por vezes complexo, mas é vital para mim. Gosto de chegar a todo o lado, mas tenho consciência que um desses lados tenho de ser EU. Posso ter muito pouco tempo, mas tenho necessidade de sentir que algum dele é usado para fazer o que me dá na real gana a MIM. 

Não é preciso muito, podem ser só 5 minutos só para mim. Agora, naquele momento que me apeteceu. Conseguir fazer algo que EU decidi fazer, só porque sim. E foi assim que no outro dia, no meio de mil e umas coisas que estava a fazer e que ainda tinha de fazer, parei e olhei para esta embalagem de produto para lavar a roupa que vou coleccionando para ir guardando "coisas". 





Olhei e pensei que estava a precisar de algo para guardar fitas que uso na costura. Peguei na caixa e fui sentar-me no meu cantinho que muito pomposamente chamo de Atelier. Puxei de um resto de papel de embrulho. Peguei na tesoura e na cola de papel. Foi o tempo de cortar o papel, colar e trás! Já está. Nem 5 minutos e fiquei com esta nova caixa para as minhas fitas.




Depois lá fui continuar no corre-corre do tempo a passar. Mas com um sorriso nos lábios a pensar que eu ainda tenho algum controlo nesse tempo que consegue ser um pouquinho "meu".

Mas não pensem que vivo isto com alguma amargura. Não! Estou consciente (pelo menos acredito) que esta fase da minha vida há-de ser aquela em que menos controlo no meu tempo tenho. E que no fundo é bom. É um óptimo sinal ter uma vida assim tão preenchida. No entanto não deixo de tentar conseguir uns 5 minutos destes sempre que possível.


Um Viva às pequenas realizações!

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Tentar organizar as brincadeiras lá de casa

 Inspirada pelo Pinterest (já disse que adoro o Pinterest?) decidi obrigar  ajudar o meu filhote I a arrumar mais depressa os seus legos. Já andava com esse projecto "atrás da orelha" há uns tempos. Este fim-de-semana aproveitei uma visita a um aloja de tecidos com o meu filhote para lhe pedir para me ajudar a escolher o tecido para fazer o seu tapete de lego. 

Este foi o tecido que ele escolheu:




Quem o conhece percebe que tem tudo a ver com ele!


Depois foi só chegar a casa, cortar o tecido, perceber que não tinha nenhum cordão à medida e ir a correr ao Chinês mais próximo (desculpem-me as retrosarias locais pelas quais costumo optar, mas a vontade de fechar um projecto logo ali foi mais forte). Encontrei um cordão cinza que ficou mesmo a matar e era mesmo o que queria.

Ainda me aguardava um desafio. Sim, sim. Para a abertura do cordão queria fazer uma abertura do tipo "casa de botão", e ainda nunca tinha experimentado fazer nenhuma. A de baixo foi a minha primeira tentativa, mas acabou-se a linha sem eu dar por isso (atentem à minha concentração). Decidi voltar ao princípio e para primeira tentativa acho que me saí muito bem.

A verdade é que não tem mesmo nada que saber. É facílimo! E zás, mais um degrau na minha experiência nas lidas da costura. Abrir casa de botão: Check!





Eis o resultado final.





O objectivo é servir de tapete para ele despejar as pecinhas todas dos lego e quando dou ordem para arrumar ele só tem, com algum jeitinho, de puxar pelo cordão e o tapete transforma-se numa trouxa com os lego todos lá dentro e é só enfiar no balde que ele tem para arrumar os lego. Vite fait, bien fait!

Só depois de acabar o tapete é que pensei que deveria ter usado este tecido para a parte de fora do tapete/trouxa e no interior ter usado um tecido cinza, por exemplo, sobre o qual seria mais fácil ele escolher os lego. Ainda vou ver se ele aprova. Se não, já estou a magicar umas possíveis alterações.

Quando for estreado tiro mais umas fotos para verem o tapete em acção.

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Primeiro Business Plan do H



Este meu filho H está mortinho para começar a facturar. Já me apresentou o seu primeiro Business Plan e pediu opinião sobre o preçário. Na altura o preço mais baixo era 45 cent. Eu ri-me e comentei: "45 cent. é o mesmo que dar os desenhos.". Quando me apercebi foi logo subir o preço para 50 cent.

Mas o que lhe devo dizer para não frustrar essa sua primeira iniciativa empreendedora? Esta tabela é para apresentar aos colegas da escola e não sei se é suposto andar a fazer negócio nos corredores da escola. Quando lhe disse que era uma óptima ideia, mas não sabia se poderia vender na escola, respondeu prontamente que já tinha mostrado a um professor que lhe deu os parabéns pela iniciativa e que tinha achado que estava muito bem (tiro no ego de Mãe - não tinha sido a primeira a ser consultada sobre o Business Plan!).

Ele desenha muito bem, mas só a carvão. Já o desafiei várias vezes para colorir os desenhos e ele diz que não gosta e que não tem muito jeito para isso (essa conversa é-me familiar. Com a idade dele eu era igual). Nessa conversa aproveitei para lhe dizer que se pintasse os desenhos se calhar conseguiria um preço superior pelos mesmos. Esperava que declinasse o desafio. No entanto respondeu logo: "Se alguém pedir é uma questão de negociar o preço". Está mesmo no ponto!






quinta-feira, 15 de maio de 2014

Isto está difícil, mas lá se faz alguma coisita


Para quem gosta de vir aqui para ver as minhas aventuras no mundo da Costura isto tem sido uma grande desilução, não é?

Desculpem-me!! Acreditem que não é por falta de vontade... snif... é mesmo porque outras prioridades se levantam e quando consigo ter 5 minutos livres tento chegar ao sofá mais próximo e esparramar-me por lá esquecendo que algo mais existe no mundo que me rodeia. 

Este trabalho tem tudo a ver com reciclagem. Detesto desperdícios e quando, numa daquelas arrumações frenéticas das pilhas de roupas que se vão criando ao longo dos anos, me deparei com uma T-Shirt de uma prova desportiva em que o I participou há uns meses e logo de seguida com uma antiga Sweat que tanto o H, como o I gostavam muito (simples, sem bonecadas, mas vá lá saber-se porquê ambos gostavam dela. Devia ser confortável) surgiu-me logo uma ideia para um projecto daqueles vite-fait-bien-fait. E num par de horas o I ganhou uma Sweat nova que adora. Não fosse ainda estar um pouquito grande e ele não a quereria largar. Mas para a próxima estação Outono-Inverno vai fazer furor!


segunda-feira, 5 de maio de 2014

Projecto paraquedas



Uma Mãe dá sermão aos filhos sobre o tempo que passam à frente de ecrãs e sobre a sua inércia; e que estão sempre a fazer as mesmas coisas. Dá exemplos da infância de seus pais. Discursa, discursa e depois dá nisto:

I: "Mãe! Quero fazer um brinquedo! Pode ser um para-quedista?"

Ao menos pediu coisa simples. Imaginem que quisesse fazer um carrinho de rolamentos!!!

quinta-feira, 3 de abril de 2014

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Bora lá a botar assinatura


Esta petição já data de Agosto, mas continua aberta. Vamos lá assinar aqui (Clic!), malta. Não custa nada e é das únicas formas que temos, nós gente, de lutar contra as multinacionais.







quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

quarta-feira, 25 de setembro de 2013

terça-feira, 20 de agosto de 2013

Viver enquanto se pode


"Eu não estou a dizer para você contribuir para um mundo melhor, porque eu não acho que tal faça, necessariamente, parte do pacote. Eu só estou a dizer para você viver nele. Não apenas para suportá-lo, e não apenas torná-lo sofrível, não apenas passar por ele, mas para vivê-lo. Olhe para ele. Para tentar percebê-lo. Viva de forma temerária. Tente a sua sorte. Para fazer o que deseja e orgulhar-se disso. Aproveite o momento. E se você me perguntar por que deve se preocupar em fazer isso, eu poderia dizer-lhe que o túmulo é um lugar bom e privado, mas ninguém o recomenda. Não pode lá cantar, ou escrever, ou discutir, ou ver as margens do Amazonas, ou tocar nos filhos. Isso é o que há para fazer e deve fazê-lo enquanto puder, boa sorte. "
- Joan Didion



“I’m not telling you to make the world better, because I don’t think that progress is necessarily part of the package. I’m just telling you to live in it. Not just to endure it, not just to suffer it, not just to pass through it, but to live in it. To look at it. To try to get the picture. To live recklessly. To take chances. To make your own work and take pride in it. To seize the moment. And if you ask me why you should bother to do that, I could tell you that the grave’s a fine and private place, but none I think do there embrace. Nor do they sing there, or write, or argue, or see the tidal bore on the Amazon, or touch their children. And that’s what there is to do and get it while you can and good luck at it.”
– Joan Didion

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Contar uma história que eles entendem


Entendam por "eles" os turistas que alegremente e cada vez mais invadem (no bom sentido!) o nosso país. E neste caso em concreto Lisboa. Acho o conceito interessantíssimo, vejam mais aqui (Clic!)










terça-feira, 23 de julho de 2013

Amixi mak it again!!! É que fico sempre incrédula comigo!

Eu que era uma maria-rapaz de primeira quando era mais nova, hoje em dia não se passam mais de 2 ou 3 dias sem que ande de vestido. Isto quando não são dias e dias seguidos. Apanhei-lhes o gosto na gravidez do H. São tão práticos, cómodos e bem mais rápido de combinar o traje para o dia. Só tenho de me preocupar com os acessórios. Quando vou "bater loja" acabo sempre a procurar por vestidos. Mas agora dou por mim a olhar para eles a pensar: "Hum... Se calhar conseguia fazer isto", e, a não ser que seja mesmo paixão, sigo caminho a congeminar novos projectos. 



 Lembram-se deste post? (clic!) Pensei, medi, criei molde... e deixei assentar a poeira para ver se não me arrependia.

Passados uns dias decidi-me e num serão surgiu este vestido tão confortável e mesmo adequado para estes dias de verão. É muito básico e tão simples de fazer. Este poderia ter ficado menos largo na zona da cintura. Terei de ajustar o molde para os próximos. Sim, porque gostei tanto que haverá certamente próximoS! Quando estava a cortar o tecido pensei que gostaria dele um pouco mais comprido, mas já não havia tecido (era um retalho que deu à continha). E tenho de reconhecer que quando se anda com crianças à nossa volta e no meio dos pés convém não ter baínhas por perto a atrapalhar.   Ou seja, parece-me ter ficado com o tamanho recomendado para manter a minha integridade física.




















segunda-feira, 22 de julho de 2013

Boas notícias e desejos da melhor Sorte do mundo!

Hoje recebi a notícia de que o negócio que a minha amiga e o marido andavam a rondar deu certo. Vai abrir portas daqui a alguns dias. Com o empenho e a vontade com que ambos estão, só poderá dar certo. É mais uma prova que a Sorte cultiva-se. É a soma de várias atitudes, formas de estar e escolhas ao longo da vida. Este cultivo dá frutos quando menos se espera. É a beleza da Vida e de saber vivê-la da melhor forma. Esta minha amiga acredita e diz-me muitas vezes: "O bem que fazemos volta sempre de alguma forma.". Eu também acredito e desejo-lhes a melhor sorte do mundo!!

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pequenas coisas que me fazem feliz

A semana passada olhei para uma cadeira "herdada" que tenho num canto da minha sala e deu-se um clic instantâneo. Pensei:"Não gosto nada do tempo desta cadeira. Poderia ser tão gira e assim fica tão enfadonha". Assim como pensei, assim o fiz. Foi pegar no agrafador e no resto do tecido com que forrei as cadeiras da sala há uns anos. Uns 40 mins depois transformou-se nisto. Com esta velocidade toda nem me lembrei de tirar uma foto do antes, mas imaginem-na com um tampo de napa castanho mel... brrr....




Ao fim da tarde, o H ia a passar ao pé dela e oiço-o a falar sozinho: "Ena! Ficou bem mais gira. Não tem nada a ver. Antes parecia uma cadeira toda velha e assim parece uma cadeira extraordinária.".

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Organizites vs brinquedos

Não consigo habituar-me à imensidão de brinquedos que os meus filhos têm... Nós não somos apologistas de comprar-lhes brinquedos e coisinhas só porque sim (com os livros já é outra história, tenho de me conter para não lhes comprar livros todas as semanas). Compramos-lhes brinquedos e jogos nos anos e no Natal e nalguma ocasião especial, muito pontualmente. Já pedimos aos avós alguma contenção. Mas nos anos é a loucura. São as prendas todas dos amiguitos da escola, e dos amigos, e da família... E no Natal? Aiii... Eu nas semanas anteriores tento dar a volta ao que lá está em casa e fazer uns sacos e caixotes para doar. Mas a minha vertente sentimentalista trava-me nesta tarefa. Ou é porque é um jogo que acho muito didádico, ou porque ela brincava tanto com ele, ou porque se tiver um sobrinho ele poderá gostar, ou porque... Consigo encher um saquito ou dois. Mas NÃO CHEGA! Ontem à tarde estive a dar a volta ao quarto deles e a organizar os brinquedos e a lógica, foi mais ou menos retirar tudo e recolocar o que eles gostam MESMO MUITO e o que eles costumam brincar MAIS DO QUE UMA VEZ POR MÊS. Foi assim um ataque de "organizite". O resto ficou lá de lado. E creio que nos próximos dias aquilo vai levar mesmo uma limpeza daquelas a sério... Assim não voltem os sentimentalismos. Aguardem-me brinquedos, que é desta!

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Ainda é altura de balanços?

Olhem, por aqui ainda é! Aqui vai!


Costurar foi uma descoberta que fiz em Outubro de 2011 (como já vos disse aqui), quando me fartei de joelhos de calças rotos dia-sim, dia-sim e de estar constantemente a pagar a costureiras ou a comprar calças novas. Olhei para uma máquina de costura e pensei que cozer uns quadrados de ganga em joelhos de calças não deveria ser o fim do mundo e como tenho jeito para estas coisas de trabalhos manuais decidi arriscar. 

Agora que faço este balanço, vejo que valeu bem a pena. Adoro fazer estas coisitas, a maioria para oferecer (porque acho que são prendas com sentimento, carinho e únicas) e o jeitão que dá poder resolver in-loco e na hora qualquer necessidade de costura! Uma bainha descosida ou a subir; uma peça de roupa que se descoseu ou que precisa de ser apertada. 

Reciclar, reciclar, reciclar também é o meu mote. tudo o que é de ganga é reciclado, o mocho foi feito de camisas do meu marido, etc... Têm sido horas infindáveis de prazer e de felicidade quando dou conta que consegui superar o desafio a que me proponho a cada projecto. Até já tenho etiquetas e tudo!!! (devo dizer que correu tudo lindamente com o processo de encomenda e que foram muito simpáticos). Fiz algumas coisas mais, algumas de que não tirei fotos, nomeadamente roupas e uma luva de banho tubarão para os meus filhotes que aguarda um mano para não haver lutas e partilhas pouco higiénicas na hora do banho. Vou ver se para 2013 tiro fotos a tudo!

E assim sendo, deixo-vos aqui uma amostragem dos meus trabalhitos de 2012, de costura e de tricôt, (sendo os primeiros intrusos que foram feitos nos últimos dias de 2011).



Espero que tenham gostado e nunca desistem de tentar coisas novas, quem sabe não descobrem dons e paixões por revelar...

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Em total STRESSSSSS

Nos últimos dias dei por mim a acordar a meio da noite e cedo de manhã, quando, no entanto, ando cansadíssima. Hoje de manhã aconteceu-me o mesmo, mas fez-se luz - estou em STRESS TOTAL. Estas próximas semanas vão dar comigo em doida, entre anos do mais novo e múltiplas (uma delas mega) festas. Natal na nossa casa. Festa familiar de arromba entre Natal e Passagem de Ano (sim, não havia necessidade de ser agora nesta altura, mas há coisas que não escolhem hora e esta foi uma delas). Comprar prendas de Natal nossas e de quem não consegue comprar e delegou em MIM (e estamos cá uns para os outros, como é óbvio). Outras actividades, que eu sou de me meter em tudo e depois dá nisto nestas alturas mais apertadas! Mas como não sou de me dar a stresses e deixar que estas coisas dêm comigo em doida, hoje cheguei cedo ao trabalho e a primeira meia hora foi por minha conta. Peguei numa folha em branco e fiz um esquema onde coloquei TODAS as preocupações que me assolam para os próximos dias/semanas. Tudo escrito preto no branco, tudo descarregado naquela folha A4 com letra muito miudinha e sobrou pouco espaço em branco. Está justificado o meu stress. Não imaginam o peso que me saiu logo de cima. Até parece que fiquei a respirar melhor e um sorriso iluminou-me o rosto. E agora que está tudo planeado, todos os meus tempinhos livres estipulados e destinados, vou pôr mãos à obra. Tchau aí! Se me virem a correr de um lado para o outro, não estranhem. Mas sempre com um sorriso nos lábios e olho no objectivo final. Contribuir para uma vivência em pleno, minha, dos meus, família e amigos. Porque daqui a algum tempo só fica a lembrança do quanto soube bem.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

E porque não em Lisboa?

Vale a pena ver e reflectir um pouco. Será que não conseguíamos ter mais ciclovias? Não estaremos nós preparados para as rentabilizar. Cada vez mais vejo pessoas a andarem de biciletas.

http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=BqhZMh6dQNM

Será que as 7 colinas continuam a ser desculpa?