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terça-feira, 19 de janeiro de 2016

O que é pior? Dor de dentes ou dor de ouvidos? Ou isto é uma grande sorte?


E ter as duas ao mesmo tempo? Pois... É o que me está a acontecer. Estou desde quinta-feira passada incomodada com os dentes. Incomodada é eufemismo. Incómodo, foi quinta e sexta-feira. Sexta, já senti mesmo dor e tive de tomar Brufen. Sábado, tive de tomar Brufen e Ben-U-Ron. Domingo, rendi-me e fui ao Hospital para sair de lá com a esperada receita de Brufen 600 e Antibiótico. 

O meu problema é que sou muito resistente à dor e é nestes momentos que vejo que era melhor não ser. Pois se não fosse se calhar teria agido logo na quinta ou na sexta-feira e não chegava a tanto. Hoje já estou melhor. As dores de cabeça e de garganta já se foram, só ficando as de ouvidos e de dentes. Estas estão aqui meio em surdina e de vez em quanto dão-me umas pontadas que me deixam de todas as cores. Há que ver o lado positivo - estou a desenvolver novos skills: como estar em reuniões, falando e sorrindo, sem uivar de dores e sem ninguém se aperceber. Faltou um elemento primordial: maior aposta na maquilhagem. 

É que parece que há alturas em que fico branca como a cal (segundo já me disseram)... Mas como me disse o médico das urgências, numa de ver mesmo o lado positivo da coisa: "Veja lá ter chegado a esta idade sem nunca ter tido uma dor de dentes. Sorte a sua!"

sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Ainda venho a tempo de desejar coisas?

Que o teu Natal seja carimbado de afectos, momentos  para recordar e repleto de sorrisos e abraços calorosos. Que consigas estar próximo de quem te aquece o coração. E que sintas a magia do Natal nesta quadra de Amor, Solidariedade e Fraternidade. Estes são alguns dos desejos que te deixo, assim como um obrigada por vires partilhar este cantinho comigo.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Dos blogs onde vou deambular nos meus momentos...

É bom quando nos deparamos com posts tão certeiros e verdadeiros como este (click!). Não pude deixar de comentá-lo e partilhá-lo convosco. Tocou-me. Por razões profissionais muitos dos meus dias são mirabolantes. Dias em que chego ao fim deles sem me aperceber, por o ritmo ser tão elevado. No entanto, assim que saio corto radicalmente com o trabalho (não é fácil, mas é algo que se consegue ir treinando. Graças a Deus sou mestra a fazê-lo.) e só volto a pensar nele no outro dia de manhã. A rapidez e organização profissional treina-me para conseguir incutir a devida rapidez nas tarefas da vida pessoal, contrabalançando sempre a minha vida pessoal e obrigando-me a estar mais quieta/relaxada por períodos específicos. Essas paragens que por vezes podem (parecer) não fazer qualquer sentido atendendo à lista de afazeres que me persegue nas várias vertentes da minha vida, são importantíssimas para o meu equilíbrio. Para dar tempo ao Tempo. Porque o nosso Eu precisa de se reequilibrar e reconstruir. Obrigo-me a ter momentos meus e momentos em família. Por exemplo, faço ponto de honra em comer sempre sentada – pequeno-almoço com os meus filhos e jantar todos juntos, sem TV, com música ambiente e sempre em conversa animada. O ano tem 52 fins-de-semana e alguns (poucos) dias de férias. Nestas horas todas vou arranjando tempo para estar com os amigos ou pelo menos para ir telefonando. Uma boa amizade mantém-se por muitos anos, nem que seja só com uma dedicação de poucas horas por ano. Há é que manter o foco e nos não deixar atropelar pelo Tempo. Nesta altura do ano tenho sempre muita dificuldade em ter tempo para mim. Nota-se pelo decréscimo de posts aqui e aqui. Mas tenho imensas ideias a fervilhar dentro de mim e isso também é bom. Esta fase de acalentar sonhos, saber pesá-los e saber em quais devo (preciso) apostar...

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Parabéns a mim!


Porque hoje é o meu dia. Porque gosto do que já vivi. Quer as experiências boas quer as más - são o meu todo. Com a idade aprendi a libertar-me da (alguma!) bagagem desnecessária. Mas reconheço que ainda tenho muito percurso para me libertar mesmo. Reforcei a ideia de que os amigos não são para sempre e que só devemos manter na nossa vida quem quer lá permanecer. Devemos deixar as portas abertas para novas entradas, mas não todas. Algumas são deveras aquisições muito valiosas no plano afectivo, outras trazem-nos boas partilhadas de experiências e momentos memoráveis. Fujo a sete pés de pessoas tóxicas. Tornei-me menos ingénua e aceitei que não sou responsável por todos os que me rodeiam. Alguns precisam de ajuda e lá estarei. Outros terão de trilhar os seus próprios caminhos, pois no fundo não querem trilhar outros. 

É com muita satisfação que olho para trás e com determinação que sigo em frente. Venha lá mais um, dos que me aguardam!


quarta-feira, 22 de abril de 2015

Sempre...



* - Acredite sempre que algo maravilhoso está prestes a acontecer

* - Croyer toujours que quelque chose de merveilleux va se passer


quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Best Advice





Conselho a ter em conta: 95% da sua dor é causada pela sua própria estupidez*




Tom Hood acredita que 95% das situações dolorosas e problemáticas com que nos deparamos quer na nossa vida profissional, quer na nossa vida pessoal derivam da nossa abordagem à questão em si. Quando relativizamos as questões tendo tal em mente podemos acalmarmo-nos e  pensar de forma criativa, resolvendo os problemas de uma forma positiva. Ou seja, devemos focar-nos na forma em como a solução depende de nós e não em culpar eventos ou pessoas ao nosso redor. Porque ao escolher esta última opção estamos a ter à partida uma atitude derrotista e a afastarmo-nos da resolução do problema. 

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

As 11 perguntas para treinarmos os nossos Filhos para a Felicidade



Deparei-me com este artigo (Clic aqui!) e fiquei contente por ver que estou perfeitamente alinhada com o que o mesmo preconiza. Este artigo fala sobre as 11 perguntas que devemos fazer aos nossos filhos para eles serem mais felizes. 

O que é aqui apresentado tem tudo a ver com a preconização de uma psicologia positiva na forma como lidamos com os nossos filhos nalguns momentos e aspectos do nosso dia-a-dia. Eu acredito piamente que há uma propensão genética para a felicidade, mas no entanto a maior parte da felicidade é fruto de uma forma de estar, de como pensamos sobre a vida e de como conseguimos tornar estas duas variáveis em hábitos diários. É algo que implica um trabalho contínuo. Ao fazer aos nossos filhos estas 11 perguntas estamos a treiná-los numa forma de estar e de pensar que os tornará mais conscientes e propensos a serem felizes. Também acredito que há outro tipo de perguntas que pode treiná-los precisamente para o contrário, mas não é disto que vou falar neste post.

1 ::  Do que gostaste mais no teu dia de hoje?

Eu costumo fazer esta pergunta quando vou buscá-los à escola e vimos no carro a caminho de casa. Pessoalmente tenho o hábito de pensar nisso quando me estou a deitar.

2 :: O que te deixou grato neste dia?

Não tenho por hábito fazer esta pergunta. No fundo acho que é algo que surge naturalmente na resposta da pergunta 1.

3 ::O que tu achas que poderia ser feito para ultrapassar isso?/O que vais fazer relativamente a isso?

Tento sempre por os meus filhos a pensar. Primeiro para dar-lhes as ferramentas para decidirem sozinhos e sobretudo porque acredito que a autoestima que advem de ultrapassarem problemas são a melhor motivação para encarar os desafios de frente e não temer enfrentar situações desconhecidas. Concordo plenamente na conclusão de que as pessoas felizes são pessoas que encaram os problemas como sendo superáveis, e consideram-se capazes de os solucionar.

4 :: Como é que isso te faz sentir?

É algo que trabalho muito com os meus filhotes. Fazê-los falar dos seus sentimentos e fazê-los perceber que estarem tristes ou chateados não é nada de mau. Há que perceber é porque o estão e tentar dar a volta ao assunto. E sobretudo não ter medo de encarar quem os rodeia e falar-lhes dos sentimentos gerados por determinadas situações. Sendo caso disso pedir ajuda para ultrapassar essa tristeza.  Isto porque uma parte essencial da felicidade é ser capaz de perceber e expressar suas próprias emoções.

5 :: O que você acha que ele / ela se sente?

Isto é crucial para eles desenvolverem a sua empatia. E costumo perguntar-lhe isso quando me contam algum episódio que se tenha passado entre os colegas e amigos. Por vezes contam-me situações nas quais eles não estiveram envolvidos directamente, que apenas presenciaram. Mas penso que é a maneira deles de digerir o que se passou e pensarem um pouco sobre a atitude das pessoas envolvidas.  No fundo também querem obter a minha visão sobre o assunto. Tento no entanto fazê-los falar a eles sobre o assunto e só no fim dar a minha opinião. Ambos têm relações interpessoais com as pessoas que os rodeiam bastante fortes o que penso ser um dos pilares da felicidade deles no dia-a-dia.

6 :: Qual é o lado positivo disso?

Neste ponto é algo que tenho tentar melhorar bastante. Isto porque a minha primeira reacção é de ficar incomodada e algo chateada com eles quando os vejo serem muito negativos perante algo. O que não ajuda muito na fase de pré-adolescente do mais velho e na forma de estar do mais novo. Tenho tendência para começar logo com o discurso:"Já pensaste na sorte que tu tens? Há tantos meninos pobrezinhos que…". E sejamos francos não é a melhor das abordagens ao tema. Tenho tentado fazê-los ver o lado positivo e depois então quando a conversa está melhor encaminha refiro a sorte que eles têm e ponho os pobrezinhos ao barulho.

7 :: O que achas que podemos saber mais sobre isto?

Eu desafio-os a procurarem nos livros, na net, a perguntarem aos professores e a determinadas pessoas conforme o tema. E eles desafiam-me imenso a mim… Haja tempo para os acompanhar nestas buscas todas de conhecimento e experiências.

8 :: O que você quer fazer no fim de semana?

Isto é algo que eu gosto muito - saber o que vou fazer no futuro e planear momentinhos bons com família e amigos. Ajuda-me a passar pelos dias com a melhor das disposições. A pesquisa mostra que a antecipação de experiências positivas traz mais felicidade do que as próprias experiências.  Acho que sim. Há é que não encucar que a experiência não foi tão boa quanto a esperada. Aqui a coisa pode assumir um papel contrário ao esperado.

9 :: O que podemos fazer para ajudar / fazer alguém feliz?

Eu tento incentivar os meus filhos a serem altruístas e a preocuparem-se com o próximo. Peço-lhes muitas vezes para desempenharem pequenas tarefas em casa e vejo que eles se sentem muito bem por participar, tomando eles próprios a iniciativa de as realizarem noutras alturas. Tento não criar nada como uma rotina forçada e mostrar-lhes reconhecimento pelo que fizeram. Sempre na óptica do reconhecimento positivo e tentando evitar dentro do possível recriminá-los por algo que não fizeram para ajudar. Vejo muitos pais a fazerem tudo pelos filhos pensando que é o papel deles poupar os filhos ao máximo e descordo bastante com esta abordagem. Pois estamos a castrar os filhos na possibilidade de desenvolverem a sua auto-estima e na possibilidade de desenvolverem capacidades para o resto das suas vidas.


10 :: Queres ir lá para fora ou a algum sítio fazer algo?

Tentamos sempre motivá-los a não ficarem fechados em casa agarrados aos ecrãs. Numa primeira fase é desmobilizá-los dos ecrãs e incentivar a leitura e os jogos de tabuleiro em conjunto ou legos e afins numa perspectiva mais solitária. Outra aproximação é convidá-los a irem jogar os dois para a rua, ou irmos a algum sítio para andarem de skate ou irmos andar de bicicleta ou correr. Fomentamos o desporto ao ar livre como passatempo para nos tornamos mais saudáveis e assim mais felizes.

11 :: O que é que te faz sentir mais feliz?

É a prima da pergunta nr 1, mas mais generalista, e também da que costumo fazer no final das férias ou de fins-de-semana - O que é que gostaste mais do fim-de-semana/férias? O interessante nisso é que também aprendemos a conhecer melhor os nossos filhos. Por vezes estamos nós com programas elaboradíssimos e até dispendiosos e vamos a ver no final o que eles valorizaram foi algo completamente diferente.



No fundo isto também se aplica a nós. Se nos questionarmos a nós próprios diariamente encontraremos mais facilmente o caminho para as nossas pequenas felicidades diárias.