segunda-feira, 24 de março de 2014
sexta-feira, 21 de março de 2014
Olhe para a si e MUDE.
Olhe para a sua vida ou algum campo da sua vida e pense: O que poderia eu mudar para ficar mais confortável, para viver melhor a minha vida?
Pense só numa coisa. Já está? Anote ou fixe.
Agora tente arranjar 3 formas para conseguir mudar o que identificou. Naturalmente irão surgir primeiro desculpas e pensamentos derrotistas. Anote-os também numa lista à parte. Mas se não existissem o que teria de fazer? Já anotou?
Agora volte à lista das desculpas e pensamentos derrotistas. Cada um dele há de ser um problema. Mas todo o problema tem normalmente resolução, nem que seja admitir que existe e decidir não se deixar travar por ele. Tente arranjar 2 formas de ultrapassar cada um destes problemas. Já está?
Agora que já fez o mais difícil, que tal pôr mãos à obra e tentar MUDAR.
Atenção que há mudanças que levam anos a nos levar aonde queremos chegar. Tenha paciência, mais vale demorar tempo a lá chegar do que nunca lá chegar.
Ah, e que tal fazer este exercício recorrentemente. Tome pulso na sua vida. Pouco a pouco, devagarinho...
quinta-feira, 20 de março de 2014
A Primavera está a caminho!
Oh, gente! Tudo a postos? Preparados para receber a Primavera? Ponham aí um alarmezito no telemóvel para logo à tarde pelas 16.30, mais minuto, menos minuto, saudarem a chegada da Primavera. Aleluia!!!
quarta-feira, 19 de março de 2014
Dizem que é bom

Foto retirada do Pinterest
Dizem que é bom para os jardins terem abelhas e joaninhas. Nos canteiros de alecrim, que agora estão em flor, tenho abelhas a pairar e junto dos meus jasmins vi este fim-de-semana uma joaninha. Fiquei tão contente. Espero que ela tenha gostado deste cantinho e que volte. É tudo muito sossegado quando os miúdos não decidem ir para lá dar uns chutos na bola.
Parabéns, Papás da minha vida
Parabéns ao meu Pai e parabéns ao Pai dos meus filhos. Ao segundo dei os parabéns e um beijinho logo pela manhã e assisti aos filhos excitados a darem-lhe a prenda (tão excitados que nem o deixavam acabar de se barbear e entraram pela casa de banho a dentro - a mais pequena lá de casa onde mal cabe 1 quanto mais 3 - e quase que houve sangue, não fosse o Pai levantar a gillette ao ar assim que os viu). Ao segundo... bem, ao segundo já telefonei, mas deve ter o telemóvel lá pousado algures e ele bem longe dele, que nem lhe houve o toque. Ainda tenho mais umas horas para o apanhar...
Afinal só há uma forma de ver a coisa
50% de ar, 50% de água, tecnicamente o copo está completamente cheio
50% d'air, 50% d'eau, techniquement le verre est complètement plein
terça-feira, 18 de março de 2014
Um daqueles dias de Março
* Era um daqueles dias de Março em que o sol está quente e o vento sopra fresco:
quando é Verão ao sol e Inverno à sombra.
quinta-feira, 13 de março de 2014
Poderia bem roubar este título
Minha querida disciplina,
É o título deste post (Clic!), do qual destaco estes trechos:
"(...) Tanto temos rasgos de inspiração que nos aproximam do que queremos, como
ao mesmo tempo temos distracções que nos empatam. Ora o que a
disciplina faz é libertar desta volatilidade. Ela faz-nos
chegar onde queremos, sem nos perdermos no que não queremos. A
disciplina desperta uma espontaneidade orientada e consistente, não
ficando apenas por alguns laivos de entusiasmo. (...) A disciplina não funciona em vaipes. Funciona ao ser constante nas coisas em que queremos ser constantes. Funciona quando somos capazes de adiar a gratificação. Quando somos guardiões de nós mesmos.
Acontece que ela é especialmente necessária, porque qualquer coisa que queiramos da vida – quer seja ter um bom trabalho, dar a volta ao mundo, ter uma relação feliz, viver uma vida saudável – vai exigir uma dose tremenda de disciplina. (...)
Curiosamente só é capaz da disciplina quem tem amor próprio. Porque a disciplina é um acto de amor. É ser capaz de sacrificar o egoísmo para servir alguma coisa melhor. Sem disciplina, fica-se apenas pelos sentimentos e intenções. (...)
Curiosamente só é capaz da disciplina quem tem amor próprio. Porque a disciplina é um acto de amor. É ser capaz de sacrificar o egoísmo para servir alguma coisa melhor. Sem disciplina, fica-se apenas pelos sentimentos e intenções. (...)
Curiosamente só é capaz da disciplina quem tem amor próprio.
Porque a disciplina é um acto de amor. É ser capaz de sacrificar o
egoísmo para servir alguma coisa melhor. Sem disciplina, fica-se apenas
pelos sentimentos e intenções. A disciplina concretiza em milhares de
pequenas acções o amor que procuramos e o amor que desejamos.
Ao viver assim a disciplina – dia a dia, mês a mês, ano a ano
– acabamos por tornar natural o que ao início não o era. O que era uma
limitação torna-se uma oportunidade. O que era um sacrifício, torna-se
uma libertação. (...)".
Um post por semana, todas as terças. É sempre um tema que parece ser bastante simples, assim uma reflexão para o básico diriam alguns, inesperadas sugere o blog. Mas eu acho que será básico apenas por tratar de uma forma tão simples temas que tocam a todos nós. Não sendo nada transcendental, são temas que per si merecem uns momentos de reflexão e introspecção para pensarmos se apesar de serem lugares comuns os temos "tratados" e "resolvidos" nas nossas vidas, no nosso Eu ou nas pessoas que nos rodeiam.
Quanto ao tema deste post, acredito que a vida é antes de tudo uma luta connosco próprios, pois além dos obstáculos externos, alguns dos maiores estão dentro de nós mesmos. E ultrapassá-los apenas depende de nós próprios. Aqui entra a disciplina. A disciplina do Eu, daquela crianças - nós próprios - que apenas quer "brincar" e "divertir-se", que é birrenta, sem paciência, aquela à que temos de saber impôr regras e mostrar o bom caminho. Acredito que as capacidades de disciplina e sacrifício são vitais.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Um pequeno pensamento para salvar o dia
Um pequeno pensamento positivo de manhã pode alterar todo o teu dia
Une petite pensée positive au matin peut changer tout ta journée
terça-feira, 11 de março de 2014
O contágio do bocejo
Li que num recente estudo, Ivan Norscia e Elisabetta Palagi, da
Universidade de Pisa, demonstraram que o contágio do bocejo está intimamente ligado à proximidade emocional entre indivíduos. Segundo este estudo um bocejo recíproco é mais provável de acontecer entre membros da mesma família, amigos e conhecidos. O fenómeno é menos comum quando estamos entre estranhos. No entanto, quando ocorre o contágio, os estranhos mostram maior demora na resposta ao bocejo (período de latência), em comparação com amigos e parentes.
Pois eu tenho uma novidade para estes Sr. que "perdem" tempo a estudar bocejos. Eu cá consigo contágio do bocejo de formas muito mais subtis. Por exemplo, quando oiço "I didn't know what time it was" de Cecile McLorin Salvant (clic!). E não é por me aborrecer, que até gosto da música. É somente porque há lá umas partes da música em que a Cecile joga com a voz originando umas mudanças em que me parece que ela está a cantar e de repente é compelida a bocejar, mas não deixando de cantar altera-lhe a voz (primeira vez pelos 00:30. Espero que não os faça bocejar também!). E meus caros Ivan e Elisabetta só de ter-me lembrado disso na primeira vez que ouvi esta música, faz com que cada vez que a oiça e chegue a essas parte desate a bocejar.
terça-feira, 4 de março de 2014
Roam-se de inveja
Cheguei a casa e tinha este arranjo de flores à minha espera. Um miminho do meu querido maridinho. Não é querido?
(Para quem não sabe, são grelos de couve. Como eu gosto de tudo o que é flor, ele achou que eu iria gostar...)
quinta-feira, 27 de fevereiro de 2014
Acidente de trabalho mais provável
Aviso já, para o caso de darem pela minha falta, que uns dos sítios mais aconselhado para primeiras buscas seriam os elevadores do meu trabalho. Isto porque com o passar dos anos e o acumular de experiência (não de pó), fico cada vez mais convencida de que se tiver que ter algum acidente de trabalho será com certeza à saída de um elevador. Uma pessoa aguarda com calma que a porta abra para sair no seu piso e eis que de duas, uma - ou é atropelada por alguém que está com imensa presa em entrar no elevador e nem vê se está alguém a sair, ou antes disso é esborrachada contra a porta por aqueles, que estando atrás não se apercebem que a porta ainda não abriu e começam logo a levar pela frente quem lhes está parado à frente (passo a redundância). Considerem-se avisados.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
O menino dança?
H:"Mãe, na escola estamos a aprender danças."
Eu:"A sério, e estás a gostar?"
H, encolhe os ombros e faz aquele olhar de rapaz que tem uma certa inibição em dizer que até está a gostar. Macho que é macho tem que ter cuidado com certos gostos... Preconceitos de pré-adolescente.
H:"Até está a ser engraçado. Estamos a aprender a dança da "Titânia"."
Eu puxei da cabeça a ver se me lembrava dessa dança e disse:"Oh, H, eu não conheço essa dança. Nunca ouvi falar."
Daí o H, começa a trautear a música e a exemplificar a dança.
Eu: "Ahh!!! Queres dizer "Ti Anica"!"
H:"Pois, isso."
Deve ser uma Ti Anica que parece ter abalroado um iceberg.
quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014
Hoje oiço...#13
Na minha ronda matinal pela blogosfera deparei-me com este post (click!) que me remeteu também a mim para outros tempos. Aqui estou eu a ouvir Morning Phase, o disco novo de Beck. E era mesmo o que estava a precisar de ouvir hoje.
Obrigada, Gata
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
Não há violência
E assim se dá umas gargalhadas, fora a filosofia da coisa:
"It's only when a man sees a mosquito landing on his testicles that he realises that there is always a way to solve problems without using violence..."
"It's only when a man sees a mosquito landing on his testicles that he realises that there is always a way to solve problems without using violence..."
Do face do R.
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