terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Oh, que bonita!
Digam lá se esta carro que está estacionada mesmo por baixo da janela do meu trabalho não está o máximo. Já animou o dia aqui à malta!
Manita, diz lá se não está à altura dos teus Jeeps todos pinks!
sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Primeiro Business Plan do H
Este meu filho H está mortinho para começar a facturar. Já me apresentou o seu primeiro Business Plan e pediu opinião sobre o preçário. Na altura o preço mais baixo era 45 cent. Eu ri-me e comentei: "45 cent. é o mesmo que dar os desenhos.". Quando me apercebi foi logo subir o preço para 50 cent.
Mas o que lhe devo dizer para não frustrar essa sua primeira iniciativa empreendedora? Esta tabela é para apresentar aos colegas da escola e não sei se é suposto andar a fazer negócio nos corredores da escola. Quando lhe disse que era uma óptima ideia, mas não sabia se poderia vender na escola, respondeu prontamente que já tinha mostrado a um professor que lhe deu os parabéns pela iniciativa e que tinha achado que estava muito bem (tiro no ego de Mãe - não tinha sido a primeira a ser consultada sobre o Business Plan!).
Ele desenha muito bem, mas só a carvão. Já o desafiei várias vezes para colorir os desenhos e ele diz que não gosta e que não tem muito jeito para isso (essa conversa é-me familiar. Com a idade dele eu era igual). Nessa conversa aproveitei para lhe dizer que se pintasse os desenhos se calhar conseguiria um preço superior pelos mesmos. Esperava que declinasse o desafio. No entanto respondeu logo: "Se alguém pedir é uma questão de negociar o preço". Está mesmo no ponto!
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
As 11 perguntas para treinarmos os nossos Filhos para a Felicidade
Deparei-me
com este artigo (Clic aqui!) e fiquei contente por ver que estou perfeitamente alinhada com
o que o mesmo preconiza. Este artigo fala sobre as 11 perguntas que devemos
fazer aos nossos filhos para eles serem mais felizes.
O que é aqui apresentado
tem tudo a ver com a preconização de uma psicologia positiva na forma como
lidamos com os nossos filhos nalguns momentos e aspectos do nosso dia-a-dia. Eu
acredito piamente que há uma propensão genética para a felicidade, mas no
entanto a maior parte da felicidade é fruto de uma forma de estar, de como
pensamos sobre a vida e de como conseguimos tornar estas duas variáveis em
hábitos diários. É algo que implica um trabalho contínuo. Ao fazer aos nossos
filhos estas 11 perguntas estamos a treiná-los numa forma de estar e de pensar
que os tornará mais conscientes e propensos a serem felizes. Também acredito que há outro tipo de perguntas que pode treiná-los precisamente para o contrário, mas não é disto que vou falar neste post.
1 :: Do que gostaste mais no teu dia de hoje?
Eu costumo
fazer esta pergunta quando vou buscá-los à escola e vimos no carro a caminho de
casa. Pessoalmente tenho o hábito de pensar nisso quando me estou a deitar.
2 :: O que
te deixou grato neste dia?
Não tenho
por hábito fazer esta pergunta. No fundo acho que é algo que surge naturalmente
na resposta da pergunta 1.
3 ::O que tu
achas que poderia ser feito para ultrapassar isso?/O que vais fazer
relativamente a isso?
Tento sempre
por os meus filhos a pensar. Primeiro para dar-lhes as ferramentas para
decidirem sozinhos e sobretudo porque acredito que a autoestima que advem de
ultrapassarem problemas são a melhor motivação para encarar os desafios de
frente e não temer enfrentar situações desconhecidas. Concordo plenamente na
conclusão de que as pessoas felizes são pessoas que encaram os problemas como
sendo superáveis, e consideram-se capazes de os solucionar.
4 :: Como é
que isso te faz sentir?
É algo que
trabalho muito com os meus filhotes. Fazê-los falar dos seus sentimentos e
fazê-los perceber que estarem tristes ou chateados não é nada de mau. Há que
perceber é porque o estão e tentar dar a volta ao assunto. E sobretudo não ter
medo de encarar quem os rodeia e falar-lhes dos sentimentos gerados por
determinadas situações. Sendo caso disso pedir ajuda para ultrapassar essa
tristeza. Isto porque uma parte
essencial da felicidade é ser capaz de perceber e expressar suas próprias
emoções.
5 :: O que
você acha que ele / ela se sente?
Isto é
crucial para eles desenvolverem a sua empatia. E costumo perguntar-lhe isso
quando me contam algum episódio que se tenha passado entre os colegas e amigos.
Por vezes contam-me situações nas quais eles não estiveram envolvidos
directamente, que apenas presenciaram. Mas penso que é a maneira deles de
digerir o que se passou e pensarem um pouco sobre a atitude das pessoas
envolvidas. No fundo também querem obter
a minha visão sobre o assunto. Tento no entanto fazê-los falar a eles sobre o
assunto e só no fim dar a minha opinião. Ambos têm relações interpessoais com
as pessoas que os rodeiam bastante fortes o que penso ser um dos pilares da
felicidade deles no dia-a-dia.
6 :: Qual é
o lado positivo disso?
Neste ponto
é algo que tenho tentar melhorar bastante. Isto porque a minha primeira reacção
é de ficar incomodada e algo chateada com eles quando os vejo serem muito
negativos perante algo. O que não ajuda muito na fase de pré-adolescente do
mais velho e na forma de estar do mais novo. Tenho tendência para começar logo
com o discurso:"Já pensaste na sorte que tu tens? Há tantos meninos
pobrezinhos que…". E sejamos francos não é a melhor das abordagens ao
tema. Tenho tentado fazê-los ver o lado positivo e depois então quando a
conversa está melhor encaminha refiro a sorte que eles têm e ponho os
pobrezinhos ao barulho.
7 :: O que
achas que podemos saber mais sobre isto?
Eu
desafio-os a procurarem nos livros, na net, a perguntarem aos professores e a
determinadas pessoas conforme o tema. E eles desafiam-me imenso a mim… Haja
tempo para os acompanhar nestas buscas todas de conhecimento e experiências.
8 :: O que
você quer fazer no fim de semana?
Isto é algo
que eu gosto muito - saber o que vou fazer no futuro e planear momentinhos bons
com família e amigos. Ajuda-me a passar pelos dias com a melhor das
disposições. A pesquisa mostra que a antecipação de experiências positivas traz
mais felicidade do que as próprias experiências. Acho que sim. Há é que não encucar que a
experiência não foi tão boa quanto a esperada. Aqui a coisa pode assumir um
papel contrário ao esperado.
9 :: O que
podemos fazer para ajudar / fazer alguém feliz?
Eu tento
incentivar os meus filhos a serem altruístas e a preocuparem-se com o próximo.
Peço-lhes muitas vezes para desempenharem pequenas tarefas em casa e vejo que
eles se sentem muito bem por participar, tomando eles próprios a iniciativa de
as realizarem noutras alturas. Tento não criar nada como uma rotina forçada e
mostrar-lhes reconhecimento pelo que fizeram. Sempre na óptica do
reconhecimento positivo e tentando evitar dentro do possível recriminá-los por
algo que não fizeram para ajudar. Vejo muitos pais a fazerem tudo pelos filhos
pensando que é o papel deles poupar os filhos ao máximo e descordo bastante com
esta abordagem. Pois estamos a castrar os filhos na possibilidade de
desenvolverem a sua auto-estima e na possibilidade de desenvolverem capacidades
para o resto das suas vidas.
10 :: Queres
ir lá para fora ou a algum sítio fazer algo?
Tentamos
sempre motivá-los a não ficarem fechados em casa agarrados aos ecrãs. Numa
primeira fase é desmobilizá-los dos ecrãs e incentivar a leitura e os jogos de
tabuleiro em conjunto ou legos e afins numa perspectiva mais solitária. Outra
aproximação é convidá-los a irem jogar os dois para a rua, ou irmos a algum
sítio para andarem de skate ou irmos andar de bicicleta ou correr. Fomentamos o
desporto ao ar livre como passatempo para nos tornamos mais saudáveis e assim
mais felizes.
11 :: O que
é que te faz sentir mais feliz?
É a prima da
pergunta nr 1, mas mais generalista, e também da que costumo fazer no final das férias
ou de fins-de-semana - O que é que gostaste mais do fim-de-semana/férias? O
interessante nisso é que também aprendemos a conhecer melhor os nossos filhos.
Por vezes estamos nós com programas elaboradíssimos e até dispendiosos e vamos
a ver no final o que eles valorizaram foi algo completamente diferente.
No fundo
isto também se aplica a nós. Se nos questionarmos a nós próprios diariamente
encontraremos mais facilmente o caminho para as nossas pequenas felicidades
diárias.
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Dos Brunches...
Adoro comer, sem ser comilona. Sendo sobretudo uma pessoa que gosta de variar, há algo no qual não consigo variar - o pequeno-almoço. É mais forte do que eu. Penso tanta vez em começar a comer outras coisas ao pequeno-almoço, mas o máximo que consigo variar é substituindo as minhas tostas por panquecas ou croissant de manteiga aos fins-de-semana de vez em quando. A rapaziada lá de casa variariam todos os dias se tal não impactasse a rígida organização matinal. Para eles o pequeno-almoço é toda uma experiência degustativa. Daí ser malta muito adepta dos "brunches". Não fazemos mais porque depois falta-nos tempo para as outras muitas actividades que temos dificuldade em encaixar em 2 dias (porque é que os fins-de-semana não têm 3 dias?!!). Hoje cruzei-me com a referência a este blog (click aqui!) no facebook do doSEMENTE (click aqui!). Fui lá espreitar e não conheço nenhum destes sítios. Confesso que entre o orgulho em ver Lisboa na selecção das cidades do blog, me ressenti por ver que alguém de outro país conhece melhor Lisboa do que eu. Nada mais normal, mas fez-me ter vontade de planear uns brunches ou uns lanches por aí.
sexta-feira, 9 de janeiro de 2015
Relembrar 2014 no primeiro mês de 2015
Gosto muito de reviver o passado. Tudo com o objectivo de celebrar e de ter bem em mente tudo o que de bom vivi e também de analisar como posso tentar evitar os maus momentos. Aqueles que se conseguem evitar.
Acaba por ser um desafio para o futuro, pois se já fiz algo que me deu muito prazer e me fez feliz, este algo tem de continuar a fazer parte dos meus dias. É uma das ferramenta na minha mecânica de melhoria contínua. Nada de remoer, apenas estar ciente do que pode (e deve) ser alterado/melhorado na minha vida.
Desta forma de estar nasce uma série de posts com o que contribuiu para os meus momentinhos de felicidade, a sairem (espero eu! Não me falte o tempo!) ao longo do mês de Janeiro. Espero que de alguma forma vos motive e desafie a fazerem mais, como me sinto motivada quando vejo relatos semelhantes nos blogues com que me vou cruzando nesta imensa blogoesfera.
quarta-feira, 17 de dezembro de 2014
E os meus desejos para vós caros leitores são:
Desejos de um maravilhoso 2015, com dias vividos em cheio. Porque a
vida só faz sentido quando é vivida na sua plenitude, intensamente (e isto não
é só sinónimo de agenda cheia e turbulenta!), com a certeza ao deitar que aquele
dia fez sentido. Que houve carinho, amor, dedicação, empenho e realização para
equilibrar o resto, dando-nos vontade de descansar para abraçar o dia seguinte
com a mesma força e garra.
E para já, para já que os próximos dias sejam:
quinta-feira, 4 de dezembro de 2014
100 anos de Beleza em 1 minuto
Um
rosto, dezenas de penteados e maquilhagens diferentes para retratar o ideal
da beleza feminina ao longo de um século. Parece que este pequeno vídeo (Click!) tem sido um
sucesso. Veja e perceba como é volátil o conceito de beleza feminina.
A
manequim Nina Carduner que
com ajuda de um batalhão de cabeleireiros
e maquilhadores se vai transformando
ao longo das décadas deste última século
sábado, 8 de novembro de 2014
Como esticar os dias e dar conta do que nos rodeia
Relacionamos
sempre a higiene com a saúde e uma vida
saudável. Mas o termo é mais lato e também diz respeito à nossa atitude em
relação a nós mesmos e ao ambiente em que vivemos. Na vertente do que nos
rodeia temos mais em concreto a higiene ambiental. Na qual se inclui a higiene
e organização da nossa casa. Muitas das pessoas subestimam a importância de os
diferentes espaços em que vivem deverem estar limpos, arrumados e organizados.
Viver numa casa que não está limpa, arrumada e organizada cria tensões, cria
fadiga e é um factor de stress. Sem mencionar para já os problemas de saúde que
podem daí decorrer.
O primeiro
passo é reconhecer que a nossa casa não está limpa, arrumada e organizada e assumir uma atitude positiva quando a dar o nosso melhor para ultrapassar todos os desafios e obstáculos para conseguir dar a volta a essa realidade. Não arranjar desculpas, adiamentos e fechar os olhos.
O segundo
passo é estabelecer rotinas de limpeza - e atenção que quando falo em rotinas
não estou a dizer que todas as semanas temos que pegar no balde e produtos de
limpeza, no mesmo dia, à mesma hora e repetir toda uma rotina (chata!) de
limpeza. Não. O que quero dizer é que a limpeza é algo que está sempre a
acontecer, que se vai fazendo "en passant". Claro que algumas pela sua natureza demoram mais tempo e são
efectuadas esporadicamente, mas de resto quando estamos na nossa casa estamos
sempre limpando. Falarei disto mais adiante.
O terceiro
passo é organizar. Diriam alguns, mas não é primeiro arrumar para ficar
organizado? Claro que não. Este é um dos erros mais comuns que a maioria das
pessoas comete. Tem de se organizar antes de arrumar, para conseguir arrumar já
no sítio definitivo. Por vezes para organizar teremos que dessarrumar muito e convém já saber perfeitamente qual a organização que queremos. Pois há que ter cuidado e planear bem as organizações para a
desarrumação não ficar a reinar dias a fio à espera de se conseguir organizar e
voltar a arrumar.
O quarto
passo é arrumar. Sempre tendo em conta a organização previamente estabelecida.
É normal
definirmos uma organização e após alguns dias ou semanas pensarmos que temos de
organizar de forma diferente. E quando isto acontece estão no bom caminho, mas
cuidado. Aconselho a deixarem essa secção como está e passar para outra. Acabei
de introduzir aqui um conceito novo. Aperceberam-se? Sim, eu gosto de partir a coisa em secções. Foi algo que aprendi com a minha última mudança de casa. É que nisto
da organização e da arrumação convém ir fazendo por etapas e secções. São
surreais e muito frustrantes aquelas empreitadas de : "Vou organizar a
casa toda!". Pegue por secções e vá fechando trabalho. É uma forma de se
organizar a si própria e de se sentir realizada. E comece com secções pequenas,
por exemplo, por uma gaveta da cozinha ou uma gaveta de um roupeiro. No entanto para a coisa não se eternizar para sempre é muito importante planear de antemão, nem que seja a alto nível, quanto tempo pensa que irá dedicar a cada secção e qual a ordem de ataque. Quando mudei de casa planeava a alto nível à quinzena e por vezes ao mês.
Bom, já
passaram o primeiro passo? Então antes de se agarrar já ao balde, à esfregona,
escovas, panos e produtos de limpeza e ficar estafada ao final de 30 minutos
aproveite uns 30 minutos ao longo do seu dia para começar a dar a volta à casa.
Aqui fica umas dicas de como pode começar a limpar e destralhar a casa.
Tem 30 minutos de manhã ou ao final do dia?
Casa de banho: Pegue num pano de limpeza
pré-humedecido e esfregue no lavatório e torneira enquanto escova os dentes.
Quarto: Atire a roupa suja no cesto. Pendure
roupas espalhadas ou arrume o topo de sua cómoda.
Sala de estar: Pegue nas coisas que estão
espalhadas e leve-os para onde pertencem estar (pense: pratos sujos para a
cozinha, dê um pontapé nos sapatos em direcção ao quarto, brinquedos
desarrumados para um cesto grande num canto da sala - mais vale estarem todos
desarrumados no cesto que desarrumados pela sala).
Cozinha: Se você não pode lavar os pratos nesse
momento, coloque o lixo no lixo e empilhe-os no lavatório ou na bancada ao lado
deste para que eles fiquem pelo menos com ar mais arrumados.
Escritório: Limpe o pó do ecrã e do teclado.
Tem 5 minutos ou menos?
Cozinha: tirar o lixo ou reciclagem. Ainda tem
tempo? Coloque algumas peças na máquina
de lavar ou limpe as bancadas.
Casa de banho: Você tem apenas o tempo
suficiente para pulverizar o chuveiro e limpá-lo, de seguida, dê uma esfregadela rápida na
banheira.
Quarto: Faça a cama.
Escritório: limpe a sua mesa, arquive papéis e
descarte ou destrua todo o lixo.
Em qualquer lugar: Varrer uma sala inteira.
(Comece pela cozinha ou pelo hall de entrada -. Eles tendem a precisar de
limpeza mais frequentemente).
De repente tem 15 minutos?
Hall de entrada: Organize uma pilha de
correspondência e arquive-a. Pendure os casacos de forma bem apresentada e
alinhe sapatos e botas, sacuda o tapete e ponha de lado qualquer outra coisa
que não pertence a esse sítio.
Sala de estar:
Limpe o pó a superfícies como armários ou estantes, de seguida aspire.
Lavandaria: Dobre a roupa da última máquina e
colocá-lo no sítio ou num cesto para arrumar a seguir.
Em qualquer lugar: Pegue no balde e esfregão.
Como só tem varrido toda a semana , os pisos precisam de ser esfregados e
lavados. E não se esqueça, sempre água limpa no balde e se a água sair muito
suja, após lavar o chão todo, mude a água e volte a passar com uma água limpa e
um pouco de produto perfumado. No fim deite a água fora - não a deixe no balde
senão fica a apodrecer e a cheirar mal!
Neste ponto não há cá poupança de água, nem reciclagens.
Não tem tempo nenhum porque vai a caminho para algum
lugar?
Olhe à sua
volta e vá levando as coisas que estão fora do sítio para mais perto do seu
local de arrumação. Quem sabe numa segunda passagem consegue arrumá-las no
sítio certo.
Olhe à sua
volta para pensar no que deverá arrumar na próxima passagem ou minutos livres.
Vai ler um livro, ver uma série ou passar uma olhada
pelo mundo virtual?
Pense que
antes do prazer nada como cumprir algum dever e obrigação. Até porque sabe que
a espera algo que quer fazer e que lhe dará prazer. Pense numa tarefa rápida
que consegue fazer em 5/10 mins e despache essa tarefa.
Tratar da
roupa: Ir preparar uma máquina de lavar roupa ou Estender uma máquina de roupa
ou Juntar a roupa estendida
Já está? Um
must é ir em passo de corrida para ajudar a manter a linha. Então agora vá mais satisfeita refastelar-se
no sofá e disfrute!
Além de esticar os dias, estiquei-me no post!
terça-feira, 4 de novembro de 2014
Uma encomenda de última hora!
Ontem quando já estava a vestir o pijama o I deu um grito: "Mãe!! A Ana faz anos amanhã e eu quero que tu lhe faças uma prenda com uma letra "A" como o meu estojo! Ela adora o meu estojo. Queria muito lhe dar uma prenda amanhã... Oh, Mãe... Não me lembrei antes... Oh, Mãe, pode ser? Se faz favor???"
Imaginem que em vez de um H é um I, pois este é um estojo identico que fiz para o H.
E o que é que uma Mãe diz a um filho numa aflição destas? Quando ele quer dar uma prenda à profª adorada dele. Foi profª nos últimos dois anos e este ano trocou para outro Prof., mas continua com um carinho muito especial pela Ana dele. Mas não nos dispersemos... O que é que uma Mãe faz, perguntava eu? Pois bem, vai remexer nos tecidos e pensa em algo que seja rápido - eram 21h30 - e que consiga fazer na mesma linha do estojo.
E deixa isto no balcão da cozinha para o filho ver assim que acordasse.
Salvo o fecho, a linha e o pedacinho da fita de cetim, é tudo reciclado.
Tenho a dizer que este esforço foi altamente recompensado, pois quando o I viu o "porta-chaves/moedas" com o "A" deu um guincho de alegria. Agarrou na bolsinha com as duas mãos e levou-a a peito e depois correu a dar-me um abração daqueles muito apertadinhos com um sorriso de orelha a orelha e um brilhinho no olhar dizendo: "Obrigada, Mãe, muito obrigada! Ela vai adorar, eu sei. É tão giro! Muito melhor que um estojo!".
E nestes momentos sinto-me um bocadinho mais Mãe...
sexta-feira, 24 de outubro de 2014
Estreada e aprovada!
Viram a minha última criação (Clic!)? Pois que já foi estreada e está aprovadíssima. É muito leve, mas o tecido que utilizei e a entretela dão-lhe estrutura. As divisões no interior demonstraram ser exactamente o que eu precisava para o meu kit fim-de-semana.
Uma das coisas que me deixa ainda mais contente é a apreciação dos meus filhotes. Gostaram muito, elogiaram-me o trabalho e ainda espalharam a notícia pelos amigos que vieram ter comigo para ver afinal o que é que a Mãe do I e do H tinha feito de tão giro. No fundo gosto de pensar que é um exemplo anti-materialista que lhes dou. A satisfação não vem de comprar "coisas", mas sobretudo de fazê-las.
segunda-feira, 13 de outubro de 2014
Estou numa fase egoista!
Já começo de olho na época natalícia, mas estou ainda sem vontade de fazer nada para outrém. Digamos que estou numa fase umbiguista. Após tanto tempo sem grande tempo (hum...) para me dedicar à minha máquina de costura tenho a cabeça repleta de projectos, mas todos, todos para mim.
Isto em jeito de introdução para apresentar a minha última proeza (sim, acho sempre uma proeza quando termino algo e penso - "Fui eu que fiz isto?"). Esta então é repleta de pequenos pormenores que fui acrescentando e idealizando à medida que ia avançando no projecto. Ora, vejam lá!
Não dá bem para perceber, mas é uma mala a tiracolo tamanho pequeno para o fim-de-semana. O suficiente para levar o kit mínimo + carteira e óculos de Sr. Marido.
Gosto tanto dela! Mas ainda não a estreei, nem experimentei pôr lá as minhas tralhas dentro. Espero que resulte como idealizei. E agora, next project! Ou melhor, terminar uns que vão sendo sempre colocados de lado.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Não sei se devo partilhar isto...
Não vá pensarem que se deu algum assassinato cá em casa. Isto é a capa protectora da almofada do I. Deitou sangue pelo nariz durante a noite e quando retirei a fronha que estava num estado lastimável dei com isto. Até repassou para a almofada. Estou a considerar seriamente passar a usar duas capas protectoras, pois já não é a primeira vez que isto acontece.
Há quem seja maluco por chocolates
Eu é mais doce que tenha algo a ver com figos, frutos secos e frutas doces. E nada como doçaria algarvia para me salvar de um momento "Quero algo doce!!".
Fica a nota que um bom chocolate com avelãs ou amendôas também serve... De preferência sem lactose.
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
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