segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Tentar organizar as brincadeiras lá de casa

 Inspirada pelo Pinterest (já disse que adoro o Pinterest?) decidi obrigar  ajudar o meu filhote I a arrumar mais depressa os seus legos. Já andava com esse projecto "atrás da orelha" há uns tempos. Este fim-de-semana aproveitei uma visita a um aloja de tecidos com o meu filhote para lhe pedir para me ajudar a escolher o tecido para fazer o seu tapete de lego. 

Este foi o tecido que ele escolheu:




Quem o conhece percebe que tem tudo a ver com ele!


Depois foi só chegar a casa, cortar o tecido, perceber que não tinha nenhum cordão à medida e ir a correr ao Chinês mais próximo (desculpem-me as retrosarias locais pelas quais costumo optar, mas a vontade de fechar um projecto logo ali foi mais forte). Encontrei um cordão cinza que ficou mesmo a matar e era mesmo o que queria.

Ainda me aguardava um desafio. Sim, sim. Para a abertura do cordão queria fazer uma abertura do tipo "casa de botão", e ainda nunca tinha experimentado fazer nenhuma. A de baixo foi a minha primeira tentativa, mas acabou-se a linha sem eu dar por isso (atentem à minha concentração). Decidi voltar ao princípio e para primeira tentativa acho que me saí muito bem.

A verdade é que não tem mesmo nada que saber. É facílimo! E zás, mais um degrau na minha experiência nas lidas da costura. Abrir casa de botão: Check!





Eis o resultado final.





O objectivo é servir de tapete para ele despejar as pecinhas todas dos lego e quando dou ordem para arrumar ele só tem, com algum jeitinho, de puxar pelo cordão e o tapete transforma-se numa trouxa com os lego todos lá dentro e é só enfiar no balde que ele tem para arrumar os lego. Vite fait, bien fait!

Só depois de acabar o tapete é que pensei que deveria ter usado este tecido para a parte de fora do tapete/trouxa e no interior ter usado um tecido cinza, por exemplo, sobre o qual seria mais fácil ele escolher os lego. Ainda vou ver se ele aprova. Se não, já estou a magicar umas possíveis alterações.

Quando for estreado tiro mais umas fotos para verem o tapete em acção.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Estamos de luto (Max, 12-2013 - 02-2015)


O Max partiu. Não, não saltou do aquário. Já andava adoentado havia uns dias e ontem faleceu. O I só soube hoje e ficou tristíssimo. Já o estávamos a preparar há uns dias. Os preparativos para o Funeral já estavam mais ou menos acertados. Queria colocá-lo numa caixa para guardá-lo. Depois de lhe explicar que não poderia ser, que o peixe iria decompor-se lá mudou de opinião. Mas enterrá-lo, não. Então irei "largá-lo" na Natureza. Pediu para comprarmos um peixe novo. Iremos então nos próximos dias comprar novo vizinho para o Radical.

Adeus, Max. 

Iremos ter saudades dos teus saltos impacientes quando estávamos a dar-te comida. E do teu despertar repentino quando eu me aproximava ou algum de nós mexia nas portas do armário onde já sabias estar a tua comida.


Não podiam ter avisado?



Ah e tal, decidiram fazer umas obras e fechar uma faixa. Resultado: já vou em 51 mins de caminho quando só costumo levar 15 minutos. O H vai faltar à primeira aula e o I vai chegar atrasado. Um pequeno planeamento e aviso à população seria de louvar...

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Best Advice





Conselho a ter em conta: 95% da sua dor é causada pela sua própria estupidez*




Tom Hood acredita que 95% das situações dolorosas e problemáticas com que nos deparamos quer na nossa vida profissional, quer na nossa vida pessoal derivam da nossa abordagem à questão em si. Quando relativizamos as questões tendo tal em mente podemos acalmarmo-nos e  pensar de forma criativa, resolvendo os problemas de uma forma positiva. Ou seja, devemos focar-nos na forma em como a solução depende de nós e não em culpar eventos ou pessoas ao nosso redor. Porque ao escolher esta última opção estamos a ter à partida uma atitude derrotista e a afastarmo-nos da resolução do problema. 

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Relembrar 2014 afinal só no segundo mês de 2015 - Viajar



2014 foi ano de voltarmos a viajar para longe. Fomos ao Dubai e fomos a Paris. Fomos turistas na nossa Lisboa e fomos para fora cá dentro. Férias de semanas ou de fins-de-semana. Algumas até de 1 só dia. Estivemos sempre muito bem acompanhados ou sozinhos os 4 juntos, juntinhos. 

E é tão bom vê-los crescer, ajudá-los a alargar os seus horizontes. Colocar-lhes as fronteiras bem longe, para aprenderem bem cedo que nada nos prende a não ser nós próprios, os nossos receios e faltas de iniciativa. Que podemos ir longe, mas sempre sabendo que temos um sítio que é só nosso. Aquele sítio que é o nosso porto de abrigo e onde acabamos sempre por regressar. Há tanto para ver, fazer; e tanto que aprender e apreender. 


sábado, 24 de janeiro de 2015

Mais uma para rir

O Pai fala nos australopitecos e o I e o H perguntam o que são. Eles foram "googlar" e começaram a ver fotos. Pergunta um se existiram mesmo e responde o outro: "Claro então senão como teriam tirado fotos deles?

Piadinha do dia

I: "O Pai teve apendicite. Foi grave...Há apendicites que são agudas. "
I: "Quando eu tiver apendicite vai ser... esdrúxula."
E contente com a sua piada desmanchou-se a rir.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2015

Hoje Oiço #16 - Jay Jay Johanson


Para relembrar o Mexefest 2014... Gostei muito deste Sr (clic aqui!). De uma presença em palco que me arrepiou. De uma sensibilidade que me deixou rendida. E uma voz... Conhecia algumas músicas dele de ouvi-las na rádio, sem qualquer associação à sua pessoa. 

E é nestas alturas que me questiono porque não oiço mais música. Enfim, tenho de me render à evidência que não consigo fazer tudo nesta vida. Espero que a reencarnação seja mesmo uma realidade. É que tenho tanta coisa que gostaria de fazer que já dá para planear mais 1 ou 2 vidas.








To remember the Mexefest 2014 ... I really enjoyed this Mr. (Clic!) He have a presence on stage that ruffled me. A sensitivity that made me surrendered. And a voice ... I knew a few songs from him to hear them on the radio, without any association to him.

And somewhat I question myself why do I not listen more to music. Anyway, I have to surrender to the evidence that I can not do everything in this life. I hope that reincarnation is a reality. Because it's so much that I want to do that it'll have enough to plan for more 1 or 2 lives.


:::

Pour me rappeler du Mexefest 2014 ... J'ai vraiment aimé ce M. (Clic!) D'une présence scénique qui m'a donner le frisson. Une sensibilité qui m'a laissait rendus. Et une voix ... Je connaissais certaines chansons, de les entendre à la radio mais sans aucune association à sa personne.

C'est dans ces moments que je me questionne pourquoi je n'écoute pas plus de musiques. Quoi qu'il en soit, je dois me rendre à l'évidence que je ne peux pas tout faire dans une vie. J'espère que la réincarnation sois une réalité. Parce que j'ai tellement de choses que je voulais faire que je pouvais bien planifier des choses pour une ou deux vies.



terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Oh, que bonita!


Digam lá se esta carro que está estacionada mesmo por baixo da janela do meu trabalho não está o máximo. Já animou o dia aqui à malta!




Manita, diz lá se não está à altura dos teus Jeeps todos pinks!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Primeiro Business Plan do H



Este meu filho H está mortinho para começar a facturar. Já me apresentou o seu primeiro Business Plan e pediu opinião sobre o preçário. Na altura o preço mais baixo era 45 cent. Eu ri-me e comentei: "45 cent. é o mesmo que dar os desenhos.". Quando me apercebi foi logo subir o preço para 50 cent.

Mas o que lhe devo dizer para não frustrar essa sua primeira iniciativa empreendedora? Esta tabela é para apresentar aos colegas da escola e não sei se é suposto andar a fazer negócio nos corredores da escola. Quando lhe disse que era uma óptima ideia, mas não sabia se poderia vender na escola, respondeu prontamente que já tinha mostrado a um professor que lhe deu os parabéns pela iniciativa e que tinha achado que estava muito bem (tiro no ego de Mãe - não tinha sido a primeira a ser consultada sobre o Business Plan!).

Ele desenha muito bem, mas só a carvão. Já o desafiei várias vezes para colorir os desenhos e ele diz que não gosta e que não tem muito jeito para isso (essa conversa é-me familiar. Com a idade dele eu era igual). Nessa conversa aproveitei para lhe dizer que se pintasse os desenhos se calhar conseguiria um preço superior pelos mesmos. Esperava que declinasse o desafio. No entanto respondeu logo: "Se alguém pedir é uma questão de negociar o preço". Está mesmo no ponto!






quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

As 11 perguntas para treinarmos os nossos Filhos para a Felicidade



Deparei-me com este artigo (Clic aqui!) e fiquei contente por ver que estou perfeitamente alinhada com o que o mesmo preconiza. Este artigo fala sobre as 11 perguntas que devemos fazer aos nossos filhos para eles serem mais felizes. 

O que é aqui apresentado tem tudo a ver com a preconização de uma psicologia positiva na forma como lidamos com os nossos filhos nalguns momentos e aspectos do nosso dia-a-dia. Eu acredito piamente que há uma propensão genética para a felicidade, mas no entanto a maior parte da felicidade é fruto de uma forma de estar, de como pensamos sobre a vida e de como conseguimos tornar estas duas variáveis em hábitos diários. É algo que implica um trabalho contínuo. Ao fazer aos nossos filhos estas 11 perguntas estamos a treiná-los numa forma de estar e de pensar que os tornará mais conscientes e propensos a serem felizes. Também acredito que há outro tipo de perguntas que pode treiná-los precisamente para o contrário, mas não é disto que vou falar neste post.

1 ::  Do que gostaste mais no teu dia de hoje?

Eu costumo fazer esta pergunta quando vou buscá-los à escola e vimos no carro a caminho de casa. Pessoalmente tenho o hábito de pensar nisso quando me estou a deitar.

2 :: O que te deixou grato neste dia?

Não tenho por hábito fazer esta pergunta. No fundo acho que é algo que surge naturalmente na resposta da pergunta 1.

3 ::O que tu achas que poderia ser feito para ultrapassar isso?/O que vais fazer relativamente a isso?

Tento sempre por os meus filhos a pensar. Primeiro para dar-lhes as ferramentas para decidirem sozinhos e sobretudo porque acredito que a autoestima que advem de ultrapassarem problemas são a melhor motivação para encarar os desafios de frente e não temer enfrentar situações desconhecidas. Concordo plenamente na conclusão de que as pessoas felizes são pessoas que encaram os problemas como sendo superáveis, e consideram-se capazes de os solucionar.

4 :: Como é que isso te faz sentir?

É algo que trabalho muito com os meus filhotes. Fazê-los falar dos seus sentimentos e fazê-los perceber que estarem tristes ou chateados não é nada de mau. Há que perceber é porque o estão e tentar dar a volta ao assunto. E sobretudo não ter medo de encarar quem os rodeia e falar-lhes dos sentimentos gerados por determinadas situações. Sendo caso disso pedir ajuda para ultrapassar essa tristeza.  Isto porque uma parte essencial da felicidade é ser capaz de perceber e expressar suas próprias emoções.

5 :: O que você acha que ele / ela se sente?

Isto é crucial para eles desenvolverem a sua empatia. E costumo perguntar-lhe isso quando me contam algum episódio que se tenha passado entre os colegas e amigos. Por vezes contam-me situações nas quais eles não estiveram envolvidos directamente, que apenas presenciaram. Mas penso que é a maneira deles de digerir o que se passou e pensarem um pouco sobre a atitude das pessoas envolvidas.  No fundo também querem obter a minha visão sobre o assunto. Tento no entanto fazê-los falar a eles sobre o assunto e só no fim dar a minha opinião. Ambos têm relações interpessoais com as pessoas que os rodeiam bastante fortes o que penso ser um dos pilares da felicidade deles no dia-a-dia.

6 :: Qual é o lado positivo disso?

Neste ponto é algo que tenho tentar melhorar bastante. Isto porque a minha primeira reacção é de ficar incomodada e algo chateada com eles quando os vejo serem muito negativos perante algo. O que não ajuda muito na fase de pré-adolescente do mais velho e na forma de estar do mais novo. Tenho tendência para começar logo com o discurso:"Já pensaste na sorte que tu tens? Há tantos meninos pobrezinhos que…". E sejamos francos não é a melhor das abordagens ao tema. Tenho tentado fazê-los ver o lado positivo e depois então quando a conversa está melhor encaminha refiro a sorte que eles têm e ponho os pobrezinhos ao barulho.

7 :: O que achas que podemos saber mais sobre isto?

Eu desafio-os a procurarem nos livros, na net, a perguntarem aos professores e a determinadas pessoas conforme o tema. E eles desafiam-me imenso a mim… Haja tempo para os acompanhar nestas buscas todas de conhecimento e experiências.

8 :: O que você quer fazer no fim de semana?

Isto é algo que eu gosto muito - saber o que vou fazer no futuro e planear momentinhos bons com família e amigos. Ajuda-me a passar pelos dias com a melhor das disposições. A pesquisa mostra que a antecipação de experiências positivas traz mais felicidade do que as próprias experiências.  Acho que sim. Há é que não encucar que a experiência não foi tão boa quanto a esperada. Aqui a coisa pode assumir um papel contrário ao esperado.

9 :: O que podemos fazer para ajudar / fazer alguém feliz?

Eu tento incentivar os meus filhos a serem altruístas e a preocuparem-se com o próximo. Peço-lhes muitas vezes para desempenharem pequenas tarefas em casa e vejo que eles se sentem muito bem por participar, tomando eles próprios a iniciativa de as realizarem noutras alturas. Tento não criar nada como uma rotina forçada e mostrar-lhes reconhecimento pelo que fizeram. Sempre na óptica do reconhecimento positivo e tentando evitar dentro do possível recriminá-los por algo que não fizeram para ajudar. Vejo muitos pais a fazerem tudo pelos filhos pensando que é o papel deles poupar os filhos ao máximo e descordo bastante com esta abordagem. Pois estamos a castrar os filhos na possibilidade de desenvolverem a sua auto-estima e na possibilidade de desenvolverem capacidades para o resto das suas vidas.


10 :: Queres ir lá para fora ou a algum sítio fazer algo?

Tentamos sempre motivá-los a não ficarem fechados em casa agarrados aos ecrãs. Numa primeira fase é desmobilizá-los dos ecrãs e incentivar a leitura e os jogos de tabuleiro em conjunto ou legos e afins numa perspectiva mais solitária. Outra aproximação é convidá-los a irem jogar os dois para a rua, ou irmos a algum sítio para andarem de skate ou irmos andar de bicicleta ou correr. Fomentamos o desporto ao ar livre como passatempo para nos tornamos mais saudáveis e assim mais felizes.

11 :: O que é que te faz sentir mais feliz?

É a prima da pergunta nr 1, mas mais generalista, e também da que costumo fazer no final das férias ou de fins-de-semana - O que é que gostaste mais do fim-de-semana/férias? O interessante nisso é que também aprendemos a conhecer melhor os nossos filhos. Por vezes estamos nós com programas elaboradíssimos e até dispendiosos e vamos a ver no final o que eles valorizaram foi algo completamente diferente.



No fundo isto também se aplica a nós. Se nos questionarmos a nós próprios diariamente encontraremos mais facilmente o caminho para as nossas pequenas felicidades diárias.

terça-feira, 13 de janeiro de 2015

Dos Brunches...

Adoro comer, sem ser comilona. Sendo sobretudo uma pessoa que gosta de variar, há algo no qual não consigo variar - o pequeno-almoço. É mais forte do que eu. Penso tanta vez em começar a comer outras coisas ao pequeno-almoço, mas o máximo que consigo variar é substituindo as minhas tostas por panquecas ou croissant de manteiga aos fins-de-semana de vez em quando. A rapaziada lá de casa variariam todos os dias se tal não impactasse a rígida organização matinal. Para eles o pequeno-almoço é toda uma experiência degustativa. Daí ser malta muito adepta dos "brunches". Não fazemos mais porque depois falta-nos tempo para as outras muitas actividades que temos dificuldade em encaixar em 2 dias (porque é que os fins-de-semana não têm 3 dias?!!). Hoje cruzei-me com a referência a este blog (click aqui!) no facebook do doSEMENTE (click aqui!). Fui lá espreitar e não conheço nenhum destes sítios. Confesso que entre o orgulho em ver Lisboa na selecção das cidades do blog, me ressenti por ver que alguém de outro país conhece melhor Lisboa do que eu. Nada mais normal, mas fez-me ter vontade de planear uns brunches ou uns lanches por aí.






sexta-feira, 9 de janeiro de 2015

Relembrar 2014 no primeiro mês de 2015


Gosto muito de reviver o passado. Tudo com o objectivo de celebrar e de ter bem em mente tudo o que de bom vivi e também de analisar como posso tentar evitar os maus momentos. Aqueles que se conseguem evitar.

Acaba por ser um desafio para o futuro, pois se já fiz algo que me deu muito prazer e me fez feliz, este algo tem de continuar a fazer parte dos meus dias. É uma das ferramenta na minha mecânica de melhoria contínua. Nada de remoer, apenas estar ciente do que pode (e deve) ser alterado/melhorado na minha vida.

Desta forma de estar nasce uma série de posts com o que contribuiu para os meus momentinhos de felicidade, a sairem (espero eu! Não me falte o tempo!) ao longo do mês de Janeiro. Espero que de alguma forma vos motive e desafie a fazerem mais, como me sinto motivada quando vejo relatos semelhantes nos blogues com que me vou cruzando nesta imensa blogoesfera.


quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

E os meus desejos para vós caros leitores são:


Desejos de um maravilhoso 2015, com dias vividos em cheio. Porque a vida só faz sentido quando é vivida na sua plenitude, intensamente (e isto não é só sinónimo de agenda cheia e turbulenta!), com a certeza ao deitar que aquele dia fez sentido. Que houve carinho, amor, dedicação, empenho e realização para equilibrar o resto, dando-nos vontade de descansar para abraçar o dia seguinte com a mesma força e garra. 

E para já, para já que os próximos dias sejam:






quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

100 anos de Beleza em 1 minuto


Um rosto, dezenas de penteados e maquilhagens diferentes para retratar o ideal da beleza feminina ao longo de um século. Parece que este pequeno vídeo (Click!) tem sido um sucesso. Veja e perceba como é volátil o conceito de beleza feminina.






A manequim Nina Carduner que com ajuda de um batalhão de cabeleireiros 
e maquilhadores se vai transformando ao longo das décadas deste última século