Muitas vezes o mais difícil e o correcto são a mesma coisa.
quarta-feira, 29 de julho de 2015
quinta-feira, 23 de julho de 2015
Cherovias
Hoje descobri mais um legume - a cherovia (ou pastinaca).
O meu vizinho - que já perceberam é um Sr. muito simpático - trouxe-nos um petisco que são cherovias fritas. Uma iguaria lá da região dele das Beiras que consiste em fritar fatias de cherovias em polme. Uma delícia!
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Da importância da routina diária
* Nunca mudarás a tua vida
enquanto não mudares algo do que fazes diariamente.
O segredo do teu sucesso
encontra-se na tua rotina diária.
terça-feira, 14 de julho de 2015
Modernices
E de repente dou comigo a trocar fotos e mensagens no WhatsApp com o meu Pai.
Já com o meu filho foi estranho... Agora com o meu Pai...
Interrupção indesejada da espera
Está nova aventura do Urban sketching é uma janela de oportunidade para eu sair totalmente da minha zona de conforto. Hoje estava numa sala de espera de um hospital e comecei a sentir vontade de puxar do meu bloco. Observava duas pessoas à espera eles também e acabei mesmo por puxar do meu bloco. Foi um esboço muito rápido, num turbilhão. De alguma forma esperava que me chamassem depressa, e ao mesmo tempo que demorassem mais um pouco para eu conseguir acabar. O homem começou a mexer-se muito e decidi começarar a aquarelar antes de lhe acabar as pernas. O sombreado das pernas dele já acabei em casa, mesmo antes de tirar a foto e assinar e datar o desenho. Ainda não tinha desenhado assim pessoas, como centro do meu desenho. Gostei do resultado.
segunda-feira, 13 de julho de 2015
Ensinamento ao H e I (sobretudo ao I)
Há momentos em que visto a "batina de Mãe" e armo-me em pregadora. O mote do meu último sermão foi - "Temos de dar sempre o nosso melhor".
Alguns dos argumentos:
1) Temos de dar sempre o nosso melhor até que tal se torne um hábito e que sem nos apercebermos deixa de ser um esforço darmos o nosso melhor;
2) Como "ontem" demos o nosso melhor, quando "amanhã" tentarmos dar o nosso melhor, já estaremos a ir muito mais além;
3) Se estivermos sempre a dar o nosso melhor quando nos pedirem na nossa vida (na escola, no trabalho) para nos esforçarmos mais e chegar mais além, estaremos mais perto de lá chegar e o esforço para lá chegarmos será menor. Muito menor provavelmente do que o que os que estarão connosco a tentar lá chegar também, se estes não estiverem habituados a darem o seu melhor. Eles não conseguirão chegar lá tão bem e depressa quanto nós.
4) E depois há as pequenas satisfações que vamos obtendo em cada coisa que fazemos por sabermos que demos o nosso máximo. Primeiro porque sabemos que demos o nosso melhor e depois porque com certeza ao dar o nosso melhor o nosso dia-à-dia vai correr sempre bem. E se correr mal, pelo menos temos o consolo que não foi por falta de esforço nosso.
Li uma vez que um dos maiores problemas da educação dos filhos é não lhes explicarmos as coisas em detalhe e esperarmos que saibam e tenham os comportamentos correctos sem antes lhes ter sido explicado detalhadamente o que devem fazer em determinadas situações. Coisas como se virar para uma criança pequena num restaurante e dizer-lhe: "Porta-te bem!". Se nunca lhe tivermos dito o que significa o "Porta-te bem" num restaurante é provável que ele não consiga decifrar que o que queremos dizer seja algo como: - "Senta-te sossegado na cadeira e não fales alto, nem grites."; "Tem cuidado com o copo para não entornares água". Acho que isto me marcou e por vezes quando vejo pais a gritarem com crianças pequenas com ordens tão abstractas como o "Porta-te bem!" apetece-me ir lá dizer-lhes que se calhar umas indicações mais explícitas aos pequenos simplificariam muito as coisas.
sábado, 11 de julho de 2015
E para o jantar sai...
Era mais do que visto do que com tanto tomate não podia deixar de fazer um gaspacho.
Estão servidos?
Experimentei uma receita nova e ficou aprovadíssima. Já transcrevi para o meu livro de receitas. Eu não gosto, mas o F teve direito a cubinhos de pepino, cebola e pimento. Próximo pitéu: sopa de tomate à moda algarvia.
Vejam o que resultou da apanha de ontem.
segunda-feira, 6 de julho de 2015
Corta! Repete! Insiste! Corta! Agora mais uma série!
Foi mais ou menos o que se passou ontem de manhã. Parecia daquelas aulas de ginásio em que parece que toda a gente liga o turbo para conseguir fazer o máximo em 45 a 55 mins. Tinha pouco tempo, mas tinha cismado que tinha de podar uns arbustos e uma sebe no meu jardim. Entrei em modo furacão, peguei no corta-sebes manual e ataquei o jardim. A minha empreitada era tão desafiadora que o meu maridinho foi-me logo buscar o corta-sebes eléctrico, pois deve ter percebido que eu não iria parar enquanto não tivesse o trabalho terminado. Assim despachei a coisa rapidamente, até porque pus o I e o H (este a contragosto, pois não liga nenhuma a jardinagem) atrás de mim com sacos do lixo e luvas a apanhar o que ia cortando. Fiquei contente e satisfeita com o feito...
até hoje... Estou com uma dor nos braços e nas mãos que nem vos conto (na realidade, estou a contar...). Acho que até já se está a espalhar às omoplatas... Mas lá que fiquei satisfeita ontem, fiquei. E o jardim ficou bem mais ao meu gosto.
Sketching a dois tempos
Porque a hora de almoço não estica ao infinito este sketching (aguarela) teve de ser feita em duas horas de almoço, com um toque de última hora que ficou a brilhar na foto.
Quando já me estava a preparar por dá-lo como acabado olhava para ele e sentia que lhe (me) faltava algo. Foi aí que adicionei as três silhuetas - dois a passear e um turista agarrado ao telefone. Era mesmo o detalhe que faltava!
Ainda dos tomates da nossa horta
Não resisti a tirar uma foto a este tomatito. Parece uma abobrinha mini.
Para o meu jantar fiz está saladinha para provar estes novos tomates amarelos. Só vos tenho a dizer que são dos mais saborosos, com um sabor único.
quinta-feira, 2 de julho de 2015
Dos Sketching do H
Pois sim... O H tem muito jeito para o desenho. Estes são alguns dos desenhos que apanhei num bloco de desenhos que iniciou ainda em 2013, ou seja, teria uns 9/10 anos quando fez alguns destes desenhos. Ainda se baseia muito na reprodução de desenhos que goste. Ando a tentar convencê-lo a por cor nos seus desenhos, mas ele diz que não quer porque acha que vai estragá-los.
quarta-feira, 1 de julho de 2015
Isto não tem jeito nenhum...
I: 'Oh, Mãe! Na América saiu uma nova lei. Os rapazes podem namorar com rapazes e as raparigas podem namorar com as raparigas.'
Eu: 'A sério, filho?'
I: 'Isto não tem jeito nenhum...'
Eu: 'Porquê?'
I: 'Imagina duas raparigas a namorar... E se ficam grávidas as duas ao mesmo tempo!? Já viste!'
Lembro-me de ouvir o meu Pai dizer isto quando era pequena ...
"Aqui o possível já está feito.
O impossível está em curso e
para os Milagres prever um prazo de 48 horas."
Nos dias que correm, bem que poderia ter isto pendurado na "porta" do meu escritório.
sexta-feira, 26 de junho de 2015
Apanha de hoje!
Não há igual ao tomate caseiro. Este ano plantou-se uma maior diversidade de qualidades de tomate. Ele é tomate coração-de-boi, ele é tomate maçã, ele é tomate chucha, ele é outros que nem sei... O que sei é que vai haver sopa de tomate e gaspacho por estas bandas não tarda nada.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Prolongar as férias...
Estes desenhos foram iniciados nas férias, mas parte deles foi acabado nos dias seguintes. Quer no próprio acabar do desenho, quer em retoques da aguarela que não tinha ficado como queria. Foi assim como um prolongamento das férias. Como se ainda estivesse mergulhada naqueles cenários.
Esta era a vista a caminho do meu bungalow e da piscina.
Pormenores das nossas idas a Vila Nova de Milfontes
Fiquei depois arrependida de não ter dedicado uma página inteira a esta casa alentejana.
Algumas das pessoas que se vão apercebendo deste meu novo hobby questionam-me porque pinto num bloco e nos dois lados da página (sacrilégio!), pois assim não consigo fazer quadros dos meus desenhos. Uma delas até referiu o facto de ficar com eles fechados nos blocos e sendo dos dois lados se quisesse vendê-los não conseguiria. Confesso que não me importaria nada de pendurar alguns deles lá em casa. Quem sabe um dia... Eu simplesmente tenho respondido que é pelo prazer do momento. Da liberdade da criação. Poder fazê-lo em qualquer lugar, a qualquer momento. E lá no fundo saber que os trago sempre comigo (pelo menos por enquanto, que ainda vou no primeiro bloco!)
Subscrever:
Mensagens (Atom)




















