sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Reciclagem de última hora


Aqui está o post prometido sobre o tal vestido cinzento! Pena (como sempre!) me entusiasmar muito com os projectos e nunca me lembrar de fazer as fotos do "antes". Mas vamos ao que interessa. Tinha um vestido cinzento que já não gostava muito de vestir porque estava muito curto, mas como gostava dele tinha pena de o ver ali pendurado no armário sem uso e não me decidia a desistir dele. Durante as férias cruzei-me com uma faixa preta de renda de crochet na Tiger e assim que a vi percebi que era o ideal para aplicar como barra na parte de baixo deste tal vestido. Comprei-a logo. 

Na véspera da passagem de ano pus na cabeça que não tinha nada de "diferente" que me apetecesse vestir (é raro me dar, mas qualquer mulher sabe que quando dá é coisa séria!). Já eram quase umas 16h00 quando dei por mim a pegar no vestido cinzento e ir a correr para o meu atelier. (sim, é uma força que se apodera de nós...) Zás-trás e sai um vestido novo para estrear na passagem de ano. Não houve tempo para grandes planeamentos, nem hesitações :)  Adorei o resultado!




Pormenor da faixa de renda


quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Da educação sexual dos meus filhos




Estávamos de férias e o H pôs-se a ver os filmes "Hangover". (sim, eu sei... males típicos da adolescência...). O "Hangover I" ainda vai... é novidade e até está engraçado. Mas o "Hangover II", Dios mio! Quando começam umas cenas mais atrevidas, diz o H para o I, que entretanto estava na sala: "Vai-te embora, vão aparecer coisas que tu não podes ver.". O I questiona o quê e o H responde: "Stripers! Tu nem sabes o que é.". Ao que o I remata prontamente: "Sei, sim. São senhoras que fazem sexo com um poste.".






quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Numa de reciclagens


Nestas férias consegui voltar às minhas costuras! Eureka! Estava mesmo muito difícil retomar os meus projectos de costura. Não é que não andasse a costurar, mas só tinha tempo para bainhas e apertos de calças... berk!

Comecei com a bainha do cortinado do H, que sendo blackout tinha sido logo pendurado com a bainha feita com alfinetes, sem ter sido devidamente costurada, numa de "entretanto trato disto" (passaram-se quase 18 meses, ups!). Este atraso não foi mau de todo, porque o cortinado deu de si e deu para perceber que tinha de encurtar a bainha mais uns uns dois centímetros do que tinha ficado marcado inicialmente. Há atrasos que vêm por bem!

Tratado o cortinado, uns dias depois dei nova vida a um vestido cinzento - terá direito a um post nos próximos dias ;)

No meu último dia de férias, já com o bichinho da costura totalmente desperto e numa de reciclagens fui buscar umas calças de ganga que já só usava em casa por terem ficado manchadas com uns pingos de sangue que nunca consegui tirar numa das várias vezes que o I sangrou do nariz.

Peguei nuns restos de tecidos que tinha por lá e fiz umas aplicações. Foi só abrir a lateral da perna para conseguir fazer o contorno das aplicações, fechar novamente e feito! Estou muito satisfeita com o resultado e já tenho mais umas calças 'novas' para o fim-de-semana!


Coloquei remendos na perna esquerda, onde estavam os pingos de sangue.


Pormenor dos remendos



Agora é ver se não perco o ritmo!


terça-feira, 3 de janeiro de 2017

Último sketch do ano!




Esta casa remete-me para o imaginário da minha infância. Hoje uma casa abandonada na aldeia dos meus pais, era outrora uma casa habitada por um senhor chamado d' O Americano. Figura caricata da aldeia, que deambulava pela aldeia sempre com um Olá e um sorriso para quem passasse por ele, mas com as atitudes típicas de um ermita. Sempre achei a casa muito bonita, ali pequenina, empoleirada numa pequena encosta, só com mato à volta. Há uns dias voltei a passar por ela e mesmo abandonada continua tão gira. Assim que olhei para ela percebi logo que teria que retratá-la no meu bloco. Pena que não seja recuperada.

sábado, 31 de dezembro de 2016

O boneco da estante #09


Imbuídos de espírito natalício, o Pai e o H fizeram das suas... Um Pai Natal que dava música tinha perdido a cabeça e ia este ano (finalmente) para o lixo. Resultou nisto:



Já deu para perceber a quem é que o I foi buscar a "veia humoro-artística"... Como tal, até aos Reis, não deverei ter mais poses do boneco da estante.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O investimento está a render frutos...


...Ah, ah, ah!

Tive uma nesga de percepção do sentimento que regia os nossos ancestrais avós quanto ao facto de quererem ter muitos filhos para os ajudar nas duras tarefas do dia-a-dia. Na quarta-feira fui a última a ir para casa e quando estava mesmo a chegar liga-me o H a perguntar se demorava muito, pois o jantar que ELE TINHA FEITO estava a ir para a mesa. Sorte que estava mesmo a uns dois minutos de casa! Ainda abalada e algo desconfiada com a notícia despachei-me a ir para a mesa e sentar-me para me servirem o inesperado manjar.

Ajudado pelo Pai (ouvi dizer que ficou na retranga só a dar indicações... não sei se acredito que tenha conseguido largar a colher de pau...), o H fez umas febras com um arroz chao-chao. As febras estavam muito bem temperadas e o arroz estava mesmo bom, bem soltinho.



Vislumbro um futuro risonho, de chegadas a casa com direito a passagem pelo sofá a aguardar pelo jantar...

A esperança é a última a morrer. O que custa é o primeiro passo. Espero que este seja o primeiro de um futuro pejado de êxitos gastronómicos. Deixem-me saborear o momento, que poderá não se repetir muitas vezes. Por mim, pode ser sempre febras com arroz, que estava óptimo

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Numa de decoradora

Foi um projecto bem demorado. Olhava para a parede e sabendo que queria preenchê-la, não sabia bem como. Estava sempre à espera da melhor ideia, do quadro mais bonito. Até que tomei uma decisão. Ia pendurar algo. O que tivesse lá por casa e depois (depois!) iria mudar conforme fosse encontrando coisas mais giras. Foi uma decisão libertadora! Das melhores que tomei ultimamente relativamente à decoração da casa. Tirei algumas fotos do processo para partilhar.

Estudando algumas opções para a disposição dos quadros... 


A opção vencedora!


 Marquei os quadros e os pontos para pregar numas folhas e pendurei-as na parede. 

As folhas penduradas na parede, com as bolinhas onde pregar os penduricos 


 A primeira prova, ainda com o papel


Resultado final! Adoro!



O maridão também gostou muito. O I diz que gosta, mas que agora vai ter de arranjar outro sítio para fazer o pino. Costumava fazer o pino no sofá com os pés contra a parede, precisamente onde estão os quadros... O H diz que é "esquisito", que vai demorar tempo até se habituar.



terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Produção caseira


A nossa horta está em grande! Após algumas tentativas frustradas de termos chuchus, lá conseguimos que vingasse um pé que decidiu nascer e trepar por um sítio onde não nos dá muito jeito (possivelmente foi um dos factores para vingar...). Mas deixamos a natureza seguir o seu curso e pelos visto deu o seu "fruto". Decidiu agarrar-se a nossa sebe onde temos umas roseiras. 




Eis o primeiro! Bem grande e sem aqueles picos horríveis que alguns chuchus têm e que me irritam solenemente na hora dos descascar para os preparar para a sopa.




Já me disseram que chuchu cozido também é bem bom. Ainda tenho de experimentar.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

quinta-feira, 24 de novembro de 2016

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

O que faz ter mais tempo

O I adormeceu no domingo a queixar-se de uma dor de cabeça muito forte. O que não é nada normal. Desconfiei de febre, mas não tinha e não havia qualquer outro sintoma que apontasse para algo. Dei-lhe um Ben-U-Ron para conseguir adormecer mais descansado. Na segunda acordou a queixar-se de dor de cabeça novamente, mas mais nada. Estava na casa de banho ainda antes do pequeno-almoço, quando percebo que estava a vomitar :(    Percebi logo que vinha aí uma gastroenterite. O que reforçou o H quando disse que a professora tinha avisado na semana anterior que estavam várias crianças adoentadas com gastroenterite lá na escola. Sem nada no estômago ainda esteve na casa de banho agarrado ao estômago mais algum tempo, com uma paciência enorme. Depois deitou-se no sofá e esteve a descansar, meio a dormitar. O que vale é que ele gosta de chás. Foi bebericando um chá de hipericão, cidreira com uma colher de sobremesa de mel e uma pitada de sal. Depenicou uma fatia de pão torrado sem nada. Ao almoço, um arroz caldoso com um bife de perú grelhado, que já comeu com vontade. Ao lanche, além da torrada, também teve direito a pêra cozida aos quadrados. Fico muito contente por lhe ter dado bem levezinho. Acredito que a vacina Rotavirus deve ajudar nestas alturas, pois entretanto já soube que os colegas que não foram vacinados ficaram bem pior. Alguns uns 5 dias adoentados. Ao início da tarde lá veio a dor de intestinos com uma corrida para o WC para uma limpeza da tripa. É o sinal de que a gastroenterite já está na sua fase final. Ficou em casa novamente na terça-feira para recuperar e conseguir fazer uma dietazinha mais cuidada. Ainda houve limpeza da tripa matinal, mas foi já o último sintoma. Continuou com os chás, as torradas e a pêra cozida. Além de peru, houve pescada cozida e notou-se um aumento no apetite.  Ao final do dia a torrada já levou uma barradela muito suave de margarina. Até os olhos brilhava! 

Após tanta inércia declarou que estava farto de estar no sofá a ver televisão e foi buscar legos que já tinha recebido quase há um ano e montou o estaminé no tapete da sala. Este é o lado positivo da coisa - com dias inteiros pela frente sem ter nada de fazer surge a necessidade de largar os ecrãs e arranjar outro tipo de actividades. De tempos a tempos colocava-se atrás de mim, muito caladinho, a ler o que eu escrevia no ecrã. O único comentário dele foi, quando eu estava a escrever um longo email, que deveria relê-lo antes de enviá-lo pois eu não estava a respeitar o acordo ortográfico :)   

Ontem a seguir ao almoço vaticinou que, apesar de lhe doer ainda um pouco o estômago, já estava bom e queria ir fazer o teste de HGP (História e Geografia de Portugal) às 15:30. Olhei para o ar resoluto dele, inspirei fundo e lá fui levá-lo à escola. O meu trabalho poderia ser feito fora de horas, o dele tinha horário estabelecido. É nesses momentos que me encho de orgulhos pelos meus filhotes. São estas "pequenas" atitudes que me fazem pensar que têm neles toda a capacidade de fazer/optar pelo melhor nas suas vidas. Quando o fui buscar à escola ao final da tarde vinha todo contente a dizer que houve uma "multidão" de amigos todos contentes à volta dele por ele ter voltado à escola e que o teste tinha corrido muito bem: "Mãe, ainda bem que decidi vir hoje à tarde fazer o teste. Os meus amigos ficaram contentes de me ver e eu fiquei contente de ter feito o teste.". E isto compensa toda a ginástica que uma Mãe tem de fazer.







Miminhos


Esta rosa colhida para mim pelo meu Amor. E sentir-me mimada a cada dia quando olho para ela.



quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Saber para onde se caminha





* Decide exactamente o que queres em cada área da tua vida; 
não consegues atingir um objectivo que não vês.