quarta-feira, 17 de maio de 2017

O meu "famoso" bolo de chocolate e um pedido de desculpas...


Dois bolos de chocolate que fiz para uma festa na escola dos míudos

Faço um bolo de chocolate no microondas que é uma coisa básica, para lá de simples. Mas é adorado por muita gente. Várias pessoas já me pediram a receita e dou-a com todo o gosto. 

Ou não a dou... porque me esqueço... O meu pedido de desculpas vai para todas essas pessoas. Desculpem-me!!! Ainda ontem fui abordada dizendo-me que ainda não lhe tinha enviado a receita. Ups! Eu nem me lembrava que ma tinha pedido. Sorry, Sara! Por isso. e porque o que é bom é para ser partilhado. aqui fica a receita do bolo de chocolate mais fácil de fazer, com as minhas dicas para ser infalível. 


Na batedeira coloco

1 chávena de chá de farinha (uso farinha Branca de Neve - fina - para bolos);
1 chávena de chá de açucar;
1 chávena de chá de chocolate de leite em pó (uso Nesquik chocolate em pó);
1 colher de sobremesa de fermento para bolos;

Bato devagar para ficar tudo bem misturado e depois vou juntando

3 ovos à temperatura ambiente (tiro-os do frigorífico assim que começo a preparar as coisas para fazer o bolo);
1/2 chávena de chá de leite à temperatura ambiente (abro uma embalagem que não esteja no frio);
1/2 chávena de chá de óleo de girassol

Bater na potência máxima por uns 5 segundos para entrar ar na massa

Entretanto convém já ter uma forma de silicone, preparada para ir ao microondas, untada ligeiramente com óleo de girassol. Despejar a massa e colocar logo no microondas por 7 mins (750W).

Enquanto está no microondas arrumo logo os ingredientes todos e coloco tudo para lavar. Preparo logo um tachinho para fazer a cobertura de chocolate. O que é opcional, pois fica óptimo sem cobertura. Não tão giro, mas bom. O H prefere-o mesmo simples, sem coberturas.

Para cobertura gosto de fazer uma cobertura bem simples. Com a temperatura bem baixa (na minha placa no 5 de 14), coloco:

1/2 tablete de chocolate preto de culinária, com um pouco de
Leite meio-gordo

Mexer muito bem e ir juntando devagarinho
Leite meio-gordo para ir diluindo o chocolate até perceber que fica líquido o suficiente para barrar e agarrar no bolo. 

Pego numa espátula de manhã e vou espalhando o chocolate por cima do bolo, acabando com as laterais.
  

Mas não stressem com o método científico, pois já tive que improvisar por umas duas vezes e o resultado ficou óptimo na mesma. Pelas duas vezes teve a ver com não ter ovos e só me aperceber quando já me tinha comprometido a levar o bolo (com alguém ou comigo própria ;) ). Nunca desisti e então de uma das vezes substitui os 3 ovos por 9 colheres de sopa de manteiga de amendoim (1 ovo = 3 cs de manteiga de amendoim) e da outra substituí por 1 banana muito madura esmagada. Com a manteiga de amendoim o sabor e a cor do bolo ficaram alterados. Na minha opinião ficou um bolo diferente, mas igualmente bom. Com a banana quase não se notava a diferença. De textura e cor ficou idêntico. No sabor, só quem conhece bem o sabor do bolo é que notou que tinha um ligeiro saborzinho a banana, e também ficou óptimo.


sexta-feira, 12 de maio de 2017

Na minha Slow Cooker - Peça de Porco


Ainda não tinha partilhado aqui a minha receita de Porco. No entanto é aquela que tenho feito mais. Normalmente faço-a com duas pás de porco pequenas e com osso, e também já a fiz com pernil. A carne fica muito saborosa e desfaz-se na boca. Neste caso não coloco legumes, pois o molho tem um sabor forte. Hoje fiz com duas peças de carne de porco que a minha mãe me trouxe, não sei qual é a parte do porco, mas como têm um pouco de gordura à volta espero que também fiquem saborosas. 


O processo é sempre o mesmo e não dura mais de 10 minutos. Tirei as duas peças que tinha colocado a descongelar no frigorífico e coloquei-as na Slow Cooker. Nisto pego num frasco de vidro daqueles de salsichas grandes que tenho de parte para estes momentos e vou colocando os ingredientes. 

Para esta receita uso:
  • 2 cubos de azeite com coentros (aqueles que já tenho preparados e previamente congelados!); 
  • 1 cubo de azeite com alecrim; 
  • 2 x 1/4 taça mal cheias de azeite; 
  • 1/4 taça de vinho branco; 
  • 1/3 taça de água; 
  • 1/4 taça mal cheia de molho de soja; 
  • 3 dentes de alho médios esmagados; 
  • 2 colheres de sobremesas bem cheias de cebola picada; 
  • 2 colheres de sopa rasas de sal grosso. 
No final coloco a tampa, abano muito bem para misturar tudo e desfazer o sal grosso e despejo por cima da carne.

Bastou colocar o despertador 5 minutos mais cedo - o resto do tempo dilui-se no tempo que já gasto de manhã - para assegurar que chego a casa e encontro o meu jantar quase feito. Só me falta preparar um acompanhamento. Por mim ficaria fabuloso com um belo de um puré, mas sou a única lá em casa que gosta de puré (para minha grande infelicidade!). Então normalmente acompanho com um arroz branco simples e uma bela salada ou umas batatas e legumes assados. Como devem calcular pela quantidade de carne guardo sempre uma parte para comer uns dois a três dias depois, com um acompanhamento diferente e congelo mais umas duas doses pelo menos.

quinta-feira, 11 de maio de 2017

terça-feira, 9 de maio de 2017

Mini-costuras ou costura ao minuto


Gosto sempre de ter uns projectos de costura que vou fazendo nos poucos minutos que vou tendo livre. Que é como quem diz, quando consigo pegar na máquina, nem que seja só por 5 ou 10 minutos, ter logo ali algo já a jeito para costurar. 


Estes saquinhos de alfazema são o resultado das minhas últimas mini-costuras. Aproveitei pedaços de tecidos que tinha por lá. A parte de trás foi feita com quadrados que tirei de umas tiras de umas calças de ganga que cortei para fazer bainhas.


As fitas estavam na minha lata de fitas reaproveitadas. O tecido dos quadrados laranja sobrou de uma bata da minha irmã a que retirei as mangas.

São tão fáceis de fazer e ficam tão cheirosos! Estão preenchidos com arroz e alfazema. O arroz ajuda a encher e também a evitar as humidades. O giro é que quando deixarem de deitar cheiro é só descoser um pouco a costura feita à mão, encher com nova alfazema e voltar a cozer. É importante usar um tecido mais forte para a parte de trás para dar forma ao saquinho.

Agora que comecei é fazer mais uns quantos que estes três já têm dono e tenho uma listinha já em espera.


segunda-feira, 8 de maio de 2017

Ajuntamentos amistosos



Juntar um grupo na lógica de cada-um-traz-algo-que-o-que-interessa-é-a-malta-estar-junta costuma sempre dar bom resultado e é normalmente garantia de um momento bem passado. Desta era para ser um almocito para colocar a conversa em dia e resultou em almoço+lanche-e-já-que-aqui-estamos-também-jantamos. Foram uns, vieram outros, ligaram-se outros remotamente (é gente muito dada a tecnologias e internacionalizações) e a malta foi ficando. Nós levamos um bolo de chocolate, mais umas verduras da nossa horta (às quais não tirei fotos) e mais umas coisas ao encargo do meu maridinho. E como é normal muito boa disposição!



terça-feira, 2 de maio de 2017

Até sempre, Rita

Ainda não estou em mim. Éramos (somos...) amigas de trabalho. Daquelas amigas de segunda a sexta, e das 9.00 às 19.00. Mas somos amigas há, penso eu, uns 18 anos... já não estás cá para confirmar este detalhe. Partiste dizendo que voltavas já. Á última da hora nem nos conseguimos encontrar, estávamos as duas com pressa. Querias devolver-me o último livro que te emprestei, eu descansei-te dizendo que mo davas quando voltasses. 

Rita, não voltaste. 

Não estou chateada contigo. Estou triste com esta vida que nos prega estas tristezas. Estou triste por saber que deixas uma Ritinha de 4 anitos sem conhecer a Mãe maravilhosa que lhe tinha calhado. Esta mãe que tantas vezes me falava das traquinices da sua pequenina com os olhos e a voz cheio de um amor que lhe foi negado assim, diria eu, indevidamente. Estou triste e vou guardar para sempre no meu coração, naquele cantinho das pessoas especiais que se cruzaram nas nossas vidas, algumas recordações tuas como quando preguejavas naqueles dias chuvosos que nesses dias as pessoas pareciam gremlins, multiplicavam-se com a chuva. Ou quando perante alguma adversidade sorrias sempre e com a tua energia e boa disposição dizias serenamente 'Vamos lá ver então se conseguimos resolver isto. Não é assim tão grave. Com boa vontade tudo se resolve. O único problema que não se consegue ultrapassar é a morte'.

É esse sorriso e esta boa energia que fica comigo, Rita. Houve uma parte de ti que não partiu. Até sempre, Rita!




sexta-feira, 21 de abril de 2017

Coração pequenino


Qual a probabilidade de ter uma cria a passear a poucas centenas de metros de um atentado? Infelizmente no mundo que nos rodeia não há qualquer ciência que nos ajude. O H esteve perto ontem do local do atentado em Paris. Teve direito a saltarem-lhe militares pela frente a mandá-los sair de onde estavam, a aconselhar o retorno ao hotel. A preocupação dele foi ligar-nos para avisar que estava bem, que não nos preocupássemos. Parece que estavam todos muito preocupados com a preocupação dos pais. Como ficaram e o que será que lhes passou pela cabeça? Será que nós que não crescemos num mundo destes como eles têm crescido somos capaz de perceber o que eles sentem em relação a isto? O quanto ficam marcados? O que costumam ver a toda a hora nos meios de comunicação materializa-se ali pertinho deles. Vêem-se figurantes num cenário destes... O que lhes vai ficar desta viagem a Paris? Espero sinceramente que a diversão se sobreponha a toda esta tristeza.



terça-feira, 18 de abril de 2017

Retorno em grande à costura!


No segundo fim-de-semana das férias da escola dos miúdos da Páscoa dei largas à minha vontade de voltar a pegar na costura. Isto de dormir mais umas horitas por dia faz realmente milagres! Por enquanto peguei em projectos que estavam na minha cesta de "pendentes". Como viram (ou podem ver) no meu post "Da Mãe com Amor"  e também no meu post "Um saco para o meu tapete de Yoga". Mas o primeiro projecto que fechei foi o da mala que fiz para a minha sobrinha I há uns anos atrás e à qual ela que me pediu para fazer uma alça maior, para poder usá-la a tiracolo. Devido a não ter encontrado as ferragens de tamanho adequado o projecto foi ficando de lado. Nesse fim-de-semana peguei nele e decidi fechar o tema. E foi apenas o começo!




On the second weekend of the Easter kids' school holidays I felt a huge desire to return to a sewing rotine again. Sleeping a few more hours a day really does miracles! For now I'm picking up projects that were in my "pending" basket. As you could have alredy saw (or can see) in my post "Da Mãe com Amor" and also in my post "Um saco para o meu tapete de Yoga". The project I stated with was a little bag I made for my niece a few years ago. She asked me to make a larger handle so she could use it in the side. Due to not having found the adequate size of the hardwares the project was putted aside for a while (too long!). This weekend I picked it up and decided to close the subject. And it was just the beginning!



Acrescentei a alça e o tamanho certo é conseguido através de um nó que na minha opinião até acrescenta alguma graça à mala. No seu tamanho máximo dá para um adulto.



I added some more length to the strap and the control of the right size is achieved through a knot that in my opinion even adds some beauty to it. On its maximum size it could fit an adult.












segunda-feira, 17 de abril de 2017

Um saco para o meu tapete de Yoga


Já andava a pensar em fazer um saco para transportar o meu tapete de Yoga há algum tempo. Neste fervor de costura que me deu foi um dos projectos que me veio à cabeça. Bem dito, bem feito. Fiz umas buscas no Pinterest para me inspirar. Primeiro pensei em fazê-lo com fecho, forrado e com bolsos. No entanto lembrei-me que o roçar do tapete no fecho poderia com o tempo estragá-lo e decidi simplificar a coisa. Mesmo simplificando não abdiquei de uma alça regulável que me permitisse levar o tapete a tiracolo.

Decidi fazê-lo com abertura num dos topos a fechar a franzir com um cordão que tinha na minha caixa de cordões que vou recuperando.


I was thinking for a while about making a bag to carry my Yoga mat. This was one of the projects that came to my mind with my recent sewing calling. Well said, well done. I did some searches on Pinterest to be inspired. First I thought about doing it with a side zipper, lined and with pockets. However I remembered that the mat passing by the zipper openning could eventually damage it and I decided to simplify the bag. Even simplifying, I did not let go of an adjustable handle.


I decided to do it with an opening in one of the tops closing with a little cord that I had in my box of cords for repurpose projects.




Só quando fiz a montagem das fotos é que me apercebi que a estatueta estava mesmo apropriada ao tema ;)

Aqui um pormenor do cordão cinzento das minhas "recuperações" com as pontas desfiadas que dá mesmo a sensação de ter dois berloques (ou borlas, não sei bem como se chamam...).





Only when I edited the photos did I realize that the statuette was really appropriate to the theme;)

Here is a detail of the gray cord from my "recoveried box" with the frayed ends that gives the impression of having two tassels.


 

Pormenores da alça regulável, em que usei ferragens que vou reaproveitando de malas velhas ou fitas publicitárias de colocar ao pescoço.


Mal posso esperar pela minha próxima aula de Yoga para estreá-la!






Details of the adjustable strap, in which I used hardware that I reuse of old suitcases or advertising tapes to put around the neck.



I can't wait for my next Yoga Class!







quarta-feira, 12 de abril de 2017

Mais uma experiência na minha Slow Cooker - Vaca Bourguignon receita original


Lembrados da minha primeira experiência? Se não, vejam aqui (Click!). Ontem já tinha vinho tinto e decidi fazer a receita ponto por ponto. Preparei tudo ontem à noite e antes de me ir deitar liguei em low e ficou durante a noite. Não foi uma boa experiência:( Está visto que vou manter a minha receita adaptada que resultou muito melhor. Os miúdos não gostaram desta, enquanto que adoraram a outra receita. Penso que o vinho tinto escurece muito o prato e só de olhar eles disseram logo que não iam gostar. O sabor ficou também muito mais intenso. Receita fechada e pronta para ir para o meu "livro de receitas".

Um ensinamento nem sempre fácil de aplicar






* Sê selectiva(o) nas tuas batalhas,
por vezes a Paz é melhor do que estar certa(o)


segunda-feira, 10 de abril de 2017

Da Mãe com Amor


A ideia surgiu quando o H mudou-se para o quarto novo e percebi que as capas de edredão mal cobriam a superfície do colchão da cabeça aos pés, quanto mais ficarem caídas aos pés de forma a tapar o colchão. Na altura, eu e o H colocamos uma mantinha vermelha a tapar aquela parte da cama. Mas cada vez que entrava no quarto olhava para a cama e pensava que não gostava muito de vê-la assim. Um misto de vontade de experimentar fazer uma manta de retalhos devido a ver tantos trabalhos desses tão giros na blogosfera e o facto de ter tantas gangas a acumularem-se no meu monte de roupa para reciclar fizeram germinar pouco a pouco a vontade de pôr os pés a caminho de tal empreitada. 

É algo realmente bastante trabalhoso. A minha maior dificuldade foi pré-visualizar todos os passos do que teria de fazer. Como tal, foi demorando, fui andando passo a passo e percebi agora, quando estava a recolher todas as fotos, que demorei mais de um ano. Nem sei bem quanto ao certo, pois não me lembro de quando comecei efectivamente a recortar as calças de ganga.


Após ter organizado os pedaços de ganga por tamanhos comecei a dispô-los para perceber o aspecto final.



Depois comecei a cozer em tiras. Após ter as tiras juntei-as todas cozendo-as conforme os tons e as larguras e espalhando os bolsos que tinha aproveitado para dar mais um toque pessoal à manta.


Com a parte de retalhos de ganga toda cozida recortei a manta cinzenta que usei como enchimento. Essa manta foi a minha opção low cost de enchimento. Lavei-a antes a 40º para ter a certeza que encolhia o que teria de encolher antes de estar cozida à ganga. Chamo a atenção que é muito importante passar a ferro as costuras abertas para a sobreposição das três camadas ficar bem., sem altos estranhos.

Sobrepus ambas sob o lençol de solteiro vermelho que tinha comprado nas oportunidades do IKEA para usar como tecido liso (outra opção low cost, que também lavei antes).



Com as três partes presas por alfinetes, lá comecei a fazer o pesponto a vermelho longitudinalmente junto às costuras das tiras.  O truque é ir fazendo/ desfazendo uns rolos e ir cozendo o pesponto.



É necessário ir alisando bem as camadas, mas convém ter muito cuidado com os alfinetes.

Eis o resultado do meu acidente de novata: passei depressa demais com a mão e não vi um alfinete...




Outro percalço foi quando me apercebi que estava a acabar a linha logo no início do fim-de-semana... Buaaaaa... e a retrosaria ficava perto do trabalho...



Após pespontar toda a manta ela ficou mais umas semanas parada. Custou arrancar para a fase seguinte que seria fazer o viés. Fui vendo uns tutoriais na net e estava na dúvida em fazer com fita de viés ou em aproveitar a sobra do tecido do verso. Uma noite enquanto via televisão, lá me decidi. Fui buscar a manta e revirei as pontas do lençol para fazer o rebordo de viés fingido. Foi uma óptima decisão. Ficou óptimo!

Aqui um detalhe de como fiz os cantos.



Depois foi só cozer o mais rapidamente possível com a excitação de saber que estava mesmo, mesmo a terminar.




Eis o resultado final!!!



Pensei muito na altura da escolha das gangas se deveria usar bolsos e gangas "enrugadas". Vendo o resultado final acho que resultou muito bem. Ainda bem que arrisquei. O H gostou muito dos bolsos.


Não pude deixar de colocar um detalhe lamechas - um bordado personalizado.



Aqui já colocada na cama.




Sem querer o bordado para o H ficou mesmo à vista. O H quando viu disse logo que gostava muito "daquilo", mas não queria que ficasse ASSIM à vista.  Ahahaha, lamechice de Mãe a beliscar a sensibilidade de adolescente.





Foi uma óptima aventura. Gostei muito do resultado e já ando com vontade de fazer outra. Outra satisfação que este projecto me trouxe foi o seu lado ecológico e económico. Toda a ganga proveio da reciclagem de calças que já não estavam em condições de ser utilizadas. A manta foi comprada no IKEA e acho que foi 1 ou 2 Euros. O lenços vermelho também foi comprado nas oportunidades a um óptimo preço. Se tivesse comprado enchimento e um tecido para forrar a parte de trás da manta teria saído muito mais caro.

Entretanto com o fecho desta empreitada voltou em força avontade de costurar e tenho estado a fazer várias coisas na costura. Vou mostrá-las nos próximos dias :) 

quarta-feira, 5 de abril de 2017

Disto de dar graças pelo que já temos


Pinterest

* Temos tendência para esquecer que 
a Felicidade não resulta de obtermos 
algo que ainda não temos, 
mas sim do reconhecimento e 
apreço pelo que já temos.