sexta-feira, 31 de maio de 2013

Já começou!


Daqui a dois dias fará 10 anos que me estreei numa das aventuras mais recompensadoras e exigentes da minha vida: ser Mãe. Acredito que começamos a ser Mãe no instante em que descobrimos ter uma vida a germinar dentro de nós. Ainda hoje olho para os meus filhos, estes dois seres que começaram a sua vida dentro de mim e penso que é espantoso quando pensamos no que é a gravidez: começo de conjunção de uma amálgama de células que resulta num bebé. Bebé este que cresceu dia após dia e se transformou neste amor de filho que é o meu H.

Bom, estão abertas as hostilidades! Agora é bulir até Domingo.

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Pequenas coisas que me fazem feliz

A semana passada olhei para uma cadeira "herdada" que tenho num canto da minha sala e deu-se um clic instantâneo. Pensei:"Não gosto nada do tempo desta cadeira. Poderia ser tão gira e assim fica tão enfadonha". Assim como pensei, assim o fiz. Foi pegar no agrafador e no resto do tecido com que forrei as cadeiras da sala há uns anos. Uns 40 mins depois transformou-se nisto. Com esta velocidade toda nem me lembrei de tirar uma foto do antes, mas imaginem-na com um tampo de napa castanho mel... brrr....




Ao fim da tarde, o H ia a passar ao pé dela e oiço-o a falar sozinho: "Ena! Ficou bem mais gira. Não tem nada a ver. Antes parecia uma cadeira toda velha e assim parece uma cadeira extraordinária.".

Quem pode fazer birra afinal?

E porque há realmente períodos e dias mais complicados do que outros, porque a balança anda algumas (demasiadas) vezes desequilibrada, porque as responsabilidades e frustrações superam os momentos que gostamos de registar para mais tarde recordar... muitas vezes apetece fazer birra! Ou se não apetece quando damos por nós já foi (clic!).

domingo, 26 de maio de 2013

E sai uma malona laranja e ou às riscas

Lembram-se da minha primeira experiência a fazer um vestido? Não? Vejam aqui (clic!).

Estreei-o assim que pude (confesso que este ano tem sido difícil, por isso ao primeiro calorzinho, zás, foi logo!) e realmente ficou um must. Vesti-o com um casaquinho de malha laranja de mangas a 3/4 e com uns sapatos de salto alto de pele castanha escura. Mas na hora de escolher a mala ao sair de casa fiquei a achar que nenhuma combinava na perfeição e fazia jus ao meu vestidinho. Então, decidi pôr os pés a caminho (ou melhor, as mãos) e resolver este grande dilema (homens não deverão ter percebi esta última frase, mas adiante). Uns dias depois fui remexer na minha pilha de tecidos a ver o que poderia utilizar para uma mala para o meu vestido. Depois andei a percorrer tutoriais para decidir qual o modelo que mais se adequaria aos tecidos escolhidos e ao estilo do vestido.
Este processo criativo não acontece assim do pé-p'rá-mão, mas dá-me um gozo imenso e cada vez mais sinto as ideias fluirem e fundirem-se mais rapidamente e por vezes surgem-me assim do nada. Daí nasceu esta mala. Ou deveria dizer malaS, pois é reversível. A escolha do tecido de forro interno teve de ser revista e acabei por escolher outro com textura para poder também ser tecido exterior.

Olho para ela e vejo uma mala que dá para ser mais usada no trabalho (às sextas!) e ao fds, e também dá para usar no Inverno/Outono e na Primavera/Verão.


Altamente versátil. Gostei do conceito, tenho de ver se o aplico mais daqui em diante. 




O que acham?


E é tão simples e rápida de fazer. Penso que vou ter que arranjar um sítio maior para guardar as minhas malas...

sábado, 25 de maio de 2013

Aaahhhhh...Fim-de-semana......

Fruto do cansaço acumulado da semana só acordei pelas 9.40, mas o I ganhou-me e só apareceu já eram 10.25. Quando lhe disse: "Que bom filho, descansaste muito, só acordaste agora!", ele respondeu-me: "Olá, mamã lindona, eu já acordei há mais tempo, mas tive de ficar na cama até o sonho acabar.". Que vida dura!

Este fim-de-semana temos muito que fazer para preparar a(s) festa(s) do próximo, mas não há horas marcadas, nem compromissos. Que bom! Gosto de sentir as horas fluirem e ir riscando pontos da minha lista de To Do, sem stresses. Em modo relax, antes de tomar o pequeno-almoço fui colher umas rosas. Adoro ter flores em casa!


sexta-feira, 24 de maio de 2013

Hoje é Sexta-feira!!!!



Mas sextas há-as todas as semanas... Não te deixes embalar pelo dia-à-dia! Sai da tua inércia, questiona a tua vida. Não te assustes, não é preciso fazer nada em grande. Acredito que as maiores mudanças começam nas pequenas mudanças no quotidiano. Olhar sempre para a vida com um olhar inquisidor, pôr tudo em causa.

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Amiximaki para moi-même, svp!

Quando dou por mim apercebo-me que quase tudo o que faço é para terceiro ou dado a terceiros. De vez em quando é preciso uma certa dose de egoísmo e nos mimarmos a nós próprias e foi assim que decidi fazer esta mala. Já a fiz há algum tempo. Acabei-a na primeira semana de Março, mas já nem sei quando a tinha começado. Penso que algures antes do Natal. Lá está, com as prendas de Natal, deixei-a para segundo plano. Andei dias a pensar numa forma de fazer as alças, de vez em quando olhava para ela, fazia esquissos, mas não me conseguia decidir. Houve um dia que decidi comprar o cordão de pele vermelha, mas mesmo assim não estava segura de como o iria aplicar. Deixo-vos com as fotos para julgarem o resultado final. Eu cá, estou muito contente e satisfeita. E tenho uma mala nova linda, linda! Vejam o pormenor da fita para prender as chaves. Detesto andar à procura das chaves na mala...

Tecido IKEA




Abolir a gritaria matinal... é muito difícil, mas não impossível

Hoje estava a ler este post (clic!) de uma blogger que sigo (e recomendo pelo humor, o que me rio com ela!) e decidi deixar-lhe um comentário que ilustra a forma como eu decidi lidar com as birrices e embirrices matinais, quer deles, quer minhas.

Dei por mim exactamente nesse ciclo vicioso que é passar a manhã a gritar com os miúdos e chegar ao trabalho numa pilha de nervos e pensar que o pouco tempo que tinha com eles passava-o a gritar e a enervar-me. Depois decidi que afinal eles são crianças e eu adulta. Logo (em teoria :) ) eu estou em vantagem e decidi racionalizar a situação e fazer algumas alterações. Implementei umas 4 ementas para pequeno-almoços e uma regra: se querem uma coisa diferente das da ementa, eu aponto para termos para o pequeno-almoço do dia seguinte (às vezes é complicado cumprir, mas pelo sossego dos restantes dias desdobro-me!) e algumas vontades são para pequeno-almoços de fim-de-semana que acabam sempre por ser mais especiais. Ao fim de umas birras deixaram-se de exigências (mais o I, que o H é muito pacífico e compreensivo - poderia dizer que é por sesr mais velho, mas não, foi sempre assim) e as escolhas matinais passaram a ser pacíficas. Quando acordam estou lá para dar miminhos e bons dias e têm de me dizer o que querem das 4 opções :) . A roupa é a farda da escola (dá imeeenso jeito!) e podem ir com os sapatos que quiserem dos 2 ou 3 pares que lhes dou à escolha (para evitar irem de ténis de pano com chuva torrencial). Também decidi instituir a regra do "conta 3". Eu digo para fazerem uma coisa, se não fazem ou reagem mal, conta 1. Quando somei 3 num dia já sabem que no dia seguinte não há "ecrãs". E com isso aboli a maioria da gritaria e eles sabem com o que contar. Por vezes quando ameaço contar 3 o mais novo de 6 anos não se contem e chora que nem um desalmado. Só tenho que ter paciência e deixá-lo chorar, pois de repente fica muito calmo e sereno e até me vem pedir desculpa. Se eu estivesse de roda dele a tentar falar com ele só iria prolongar mais a choradeira, sem grande sucesso. Mesmo com todos estes truques e técnicas há dias que têm de levar com um grande sermão a caminho da escola, mas tento fazer um esforço para os deixar sempre com um abraço, um beijão e um sorriso para recordarem ao longo do dia.


Por vezes temos mesmo de parar e pensar na forma como vivemos alguns momentos da nossa vida para perceber se é mesmo isso que queremos. Acredito, que mesmo que seja mínimo, conseguimos sempre melhorar alguma situação quando paramos para pensar, racionalizar e tentar mudar.

terça-feira, 21 de maio de 2013

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Reforçar estes momentos

Há pessoas que parecem tão arredadas das nossas vidas, tão distantes nas circunstâncias. Mas de tempos em tempos conseguimos encontrar uns minutos, parcas horas que nos relembram dos laços que nos unem, de intimidades vividas e relembradas. Enfim, amigos para a vida. E que bem que sabem estes momentos.

Palácio da Ajuda

Ainda não tive ocasião de falar nisto. Aqui vai. No dia da Liberdade fomos visitar a exposição da nossa artista Joana Vasconcelos, no Palácio Nacional da Ajuda. Gostamos muito. De tudo. Da arte da Joana. Do Palácio Nacional da Ajuda que ainda não conhecíamos. E sobretudo de estarmos juntos, os quatro, num passeio muito em família, muito nós, só nós. Vou ver se nos próximos dias junto fotos a este post. Ficou para a posteridade um comentário do I  que, com o irmão, lia todas as placas sobre as obras: - "Oh pá! É tudo da Joana! Oh, mãe, a Joana não trabalha? Como é que ela tem tempo para fazer estas coisas todas?"

quarta-feira, 15 de maio de 2013

A ilusão de estarmos a escolher as marcas...


Eu cá tenho tido o máximo de atenção e tento escolher nacional. O que nalgumas áreas, reconheço, é difícil já que a nossa indústria é cada vez mais reduzida.

* - Foto retirada de uma publicação do "Sustentator"

terça-feira, 14 de maio de 2013

Preocupações e curiosidades II

Há pouco esqueci-me de informar que educadamente respondi com uma mensagem: "Foi engano. Desculpe.".

E há momentos recebi nova mensagem! "E pk foi enganu?"...

Eu podia comentar isto, mas recuso-me, escuso-me, faço uso do meu direito de objecção de consciência.

Preocupações e curiosidades

Hoje liguei para um colega e quando me atenderam percebi logo pela voz que me tinha enganado no número. Pedi desculpa e desliguei. Passadas duas horas recebo um sms com o seguinte: "Kem ex?".
Bem... por uns segundos olhei para aquilo como um burro olha para um palácio (salvo seja!) e depois fez-se luz. Por duas horas pus um adolescente qualquer a remoer sobre quem lhe teria ligado. Deve ter marcado um "Conselho de amigos" e lá lhe devem ter aconselhado mandar mensagem a perguntar "quem és?". E saiu-me aquela sms quase ininteligível...

terça-feira, 7 de maio de 2013

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Tchan-nã!


Eis o meu primeiro pudim de ovos! 

Oh, que desventura!!! É que gosto imenso de pudim de ovos e este estava mesmo booommm.... Vou ter que prometer-me só fazer em ocasiões especiais... Humm. E já disse que é tão fácil de fazer?

Basta ter uma forma de pudim daquelas com tampa para cozer o pudim em banho maria. No meu caso, fiz o pudim na panela de pressão. Se também o quiserem fazer desta maneira tenham em atenção que a forma deve caber na vossa panela de pressão. (esta é da minha mãe e coube na perfeição!).

:: Ingredientes ::

6 ovos
6 colheres de sopa de açucar
500 ml de leite
Caramelo de compra
água para a panela de pressão

. Misturar muito bem todos os ingredientes na batedeira (eu costumo bater tudo o que posso à mão - poupança de tempo em tirar e guardar coisas do armário e posterior lavagens de electrodomésticos);
. Barrar a forma de pudim com caramelo;
. Colocar a forma na panela de pressão, com altura de água até meio da forma;
. Fechar muito bem a panela de pressão e colocar ao lume alto (mesmo com placa de indução não consegui ainda perder o hábito de dizer "lume", mas há de ser daquelas coisas que os nossos filhos e netos vão começar a achar de antiquado e bastante estranho daqui a uns anos...) - na minha placa = 12;
. Quando o pipo começar a rodar/apitar baixar para luma baixo - na minha placa = 6, e deixar estar por 10 minutos. A minha mãe diz que deve ser 1 minuto por ovo, mas a minha receita dizia 10 minutos. Para a próxima experimento essa de 1 minuto por ovo;
. Deixar a panela de pressão arrefecer (eu sei, essa é a parte que custa, pois apetece abrir logo para ver como ficou) e só quando estiver mesmo fria é que se deve abrir e retirar a forma;
. Passar com uma faca com muito jeitinho pelas paredes da forma para descolar o pudim;
. Desenformar o pudim para um prato fundo, que consiga conter o molho de caramelo;
. Ficar a admirar o pudim por uns instantes e colocá-lo no frio até comer (convém estar pelo menos um par de hora para servir bem fresquinho);


E esta foi a sobremesa do meu jantar com a minha Mãe. Estava óptimo! O único comentário é que aguentava um pouco mais de doce. Lá está, quando vejo numa receita colheradas tenho sempre tendência para colocar colheradas rasas. Para a próxima coloco umas colheradas mais avantajadas. Mas para mim que não sou apreciadora de coisas muiiito doces estava no ponto.

Não acredito que tenha esperado até ontem para fazer este pudim...