sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Olhem o Amiximaki a "Beneficienciar"


  Deparei-me com o repto para esta iniciativa no site da Cocó (Clic!) e pensei "O Amiximaki também tem de divulgar isto!".

Bem dito, bem feito... e aqui têm. Façam o favor de ajudar a espalhar sorrisos.






Esta iniciativa decorre de 1 de Setembro até 31 de Outubro. 

Vá a www.sorrisoscolgate.pt (clic!) e participe!


Tem a possibilidade de seleccionar até 10 vezes "1 CLICK = 1 SORRISO" por dia. Pode partilhar numa rede social à sua opção e pode ainda fazer upload de uma foto maluca qualquer que possa contribuir para a criançada ficar um pouco mais animada nas suas estadias hospitalares.



quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Rir por pequenas coisas, assim do nada... Sabe tão bem

Não resisti a colocar isto aqui. Esta noite deparei-me com esta imagem no mural de uma amiga e desmanchei-me a rir. Por dois motivos. 1º porque acho piada à coisa e 2º porque me lembrei de como me ri que nem uma perdida a primeira vez que vi isto, há já uns bons tempos. E vai daí que pode ser que alguém venha aqui e dê umas boas gargalhadas também. Sabem aquela teoria de que rir dá saúde e anos de vida? Pois, que não faço a mínima se é verdade, mas lá que sabe bem rir, sabe. Por isso, malta, toca a rir!


quarta-feira, 11 de setembro de 2013

A intolerância à lactose e a genética

Aviso já que este post é loooonnngggoo e só interessa intolerantes à lactose ou apaixonados por estas coisas do ADN, heranças genéticas ou "coisas-de-saúde".

Eu, que sou pessoa de partilhas e intolerante à lactose, andei nas minhas buscas e encontrei esta informação que adaptei e formatei para partilhá-la convosco. Espero que esclareça quem, como eu, anda a pesquisar sobre este tema.





Qual destas duas afirmações é verdadeira ? 

 A) A intolerância à lactose afecta todos os membros de uma família;

 B) Pode ser-se intolerante à lactose mesmo se nenhum dos pais o forem.



Curiosamente, ambas são perfeitamente verdadeiras . Ora vejam aqui:



Aproximadamente há 10 mil anos atrás, praticamente todas as pessoas no mundo eram intolerantes à lactose. Todos podiam beber leite em criança, mas algures após o desmame os seus intestinos paravam de produzir uma enzima, chamada lactase, que digere a lactose do leite. O intestino delgado deixa de produzir esta enzima porque um determinado gene no cromossoma 2 lhe envia um sinal que lhe diz para fazê-lo. Vamos chamar a esse gene "m".
Os genes são codificadas pelo ADN e, normalmente, os nossos corpos são extremamente bons em fazer exatamente cópias perfeitas do nosso ADN. De vez em quando, porém, os nossos corpos cometem um erro. Estes erros são apelidados de mutações. Algumas são prejudiciais, outras não têm efeito nenhum (pensamos nós!). Algumas mudanças serão realmente úteis.
Só por acaso, então, algumas pessoas devem ter sofrido uma mutação no gene m que mudou, deixando de enviar para o intestino delgado o sinal de parar a produção de lactase. Vamos chamar ao gene mutado "M". Foi esta mudança benéfica ou prejudicial? A menos que bebesse leite fresco em adulto, ninguém notaria que tinha a versão m ou M do gene.
Mas no norte da Europa , surgiram algumas boas fontes de cálcio. E o tempo mais frio permitiu que os agricultores pudessem beber o leite fresco em vez de processá-lo em formas de baixa lactose, como manteiga e queijo. E assim os adultos com gene M podiam beber leite sem sofrer com os sintomas da intolerância à lactose. 
Pessoas com o gene M que, produzem lactase, podem processar o cálcio no leite melhor do que as pessoas com gene m que são intolerantes à lactose. Nessa época um bom aporte de cálcio era especialmente importante. Aqueles que tinham mais cálcio nos ossos eram mais saudáveis ​​e mais fortes. As mulheres eram mais propensas a sobreviver aos partos. O gene M deu-lhes uma muito ligeira, mas importante vantagem genética que propagou o gene M através da população. É por isso que as pessoas de ascendência do Norte da Europa são mais capazes de beber leite em adultos, enquanto a maioria das pessoas de outros patrimónios genéticos não pode. 
Um outro factor também deve ser considerado. O gene M é um gene dominante. Se uma criança o herda de um dos pais, terá tem uma grande probabilidade de vir a poder beber leite em adulto. O gene m é recessivo, a criança tem de herdá-lo de ambos os pais para se tornar intolerante à lactose.


É por isso que ambas as afirmações acima são verdadeiras. 
As crianças que recebem um gene m de ambos os pais tornar-se-ão naturalmente intolerantes à lactose. Então a intolerância à lactose obviamente é transmitida pela família. Da mesma forma as crianças que recebem um gene M de ambos os pais poderam beber leite toda a vida.
Mas fica complicado quando poderá haver uma mistura de genes. Digamos que temos um homem e uma mulher e que ambos herdaram o gene M de um dos pais e o gene m do outro. Ambos, portanto, têm uma combinação Mm , e assim não serão intolerantes à lactose. Se eles tiverem filhos, três coisas podem acontecer. Os seus filhos podem ser MM, e beber leite. Os seus filhos podem ser Mm, o que também significa que eles podem beber leite . Mas - e aqui está a parte difícil - os seus filhos podem, apenas por acaso, novamente, acabar mm e, em caso afirmativo, eles serão intolerantes à lactose mesmo se nenhum de seus pais o eram.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

Aaaahh... já foram...

Este arranque de ano lectivo está a custar um pouco mais do que o normal, apenas devido a um factor - a hora de entrada na escola passou das 8:45 para as 8:15!! O H e o I até se têm portado bem (o H é habitual, já o I é mais incerto). Mas convenhamos que acordar pouco depois das 6:30 não é nada atractivo!!! Hoje o Pai é que os levou, aproveitando enquanto pode. Eu acordei só ás 7:00 (yuuppiiii!) e deixei o pequeno-almoço para depois da saída deles. Este pequeno-almoço, assim em sossego, só a ouvir os latidos dos cães da vizinhança (vá, e o barulho do frigorífico) é um bálsamo. Ena, como damos importância a certos pequenos momentos quando não os temos. Mas a verdade é que não me imagino a tê-lo assim todos os dias. Dia-sim, dia-não, pode ser? Isso já me soa bem...



sábado, 7 de setembro de 2013

Quem sabe um dia?

Gosto muito de mim

 Gosto, sim, Sra *. Por ser a pessoa com quem passo mais tempo convém mesmo que goste de mim. E digo-o (penso eu) não envaidecida e de forma umbiguista, mas apenas porque estou realmente contente com o que me vim tornando e sou hoje em dia. Há sempre algo a afinar e se assim não fosse parte da vida não seria desafiante. Mas no seu todo gosto muito da pessoa que sou e não tenho cá prurido, nem falsas humildades em dizê-lo. E também não o digo por achar que sou melhor ou pior do que outras pessoas. Vejo-me a mim relativamente ao que eu gostaria de ser como pessoa e estou bastante satisfeita com o resultado. E custa-me ver muita gente com falsas noções e preconceitos sobre o que querem e gostariam de ser, mas o que me custa mais ainda e a forma como diminuem e denigrem a sua própria imagem demonstrando uma muito fraca autoestima. Há que relativizar e aqui fica a minha "ajuda" para relativizarem pelo menos o vosso aspecto físico.  Enjoy!


"Os media cria estereótipos ilusórios de pessoas perfeitas, quase deusas, mas todas são humanas e pessoas normais assim como nós.
Veja como realmente são algumas famosas de verdade: "


Heidi Klum

Jennifer Aniston

Jennifer Lopez

Kate Moss

Selena Gomez

Alicia Keys

Jennifer Love Hewitt

Ke$ha

Cameron Diaz

Kelly Brook

Lauren Conrad

Mischa Barton

Nicky Hilton

Tamara Ecclestone


Tara Reid








Fonte: http://www.modaeafins.com.br/noticias/?p=3405
(Até pode não ser verdade, mas que faz bem à alma, faz ;)  )


* Recadinho aos que poderão não gostar assim muito de mim ou de algo em concreto. Se gostarem o suficiente que se dêem ao trabalho de me mostrarem o que gostariam que eu mudasse, eu depois logo vejo se quero ser a pessoa que eles acham que eu devia ser. Quem sabe poderão me ajudar a gostar ainda mais de mim.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Enriquecer o meu léxico

Hoje mais uma palavra vem enriquecer o meu léxico: nomofobia




Conhecia o quadro clínico e conheço vários padecedores deste "mal", mas não sabia o que lhe chamar. Agora já sei! Obrigada, Sónia! (Clic!)

Fintar a natureza

Estamos mesmo a ficar pró's nisso de fintar a natureza (Clic!). O mais estranho é eu sentir que leio esta notícia e nem fico muito chocada por algo tão extraordinário. No fundo já pouco me espanta. Tenho consciência que é tudo uma questão de haver algum dinheiro disponível e uma equipa de investigadores aceitar um desafio e pôr mão-à-obra. Mas depois pensando melhor (às vezes dá-me para isso, o que fazer!) vê-se o mundo de possibilidades e esperança para todas estas mulheres (e respectivos companheiros) que tão jovens são surpreendidas por um cancro e vêm desta forma - além de terem a vida em risco - cair por terra todos os sonhos de ter filhos e constituir família na verdadeira acepção da palavra. Isto é uma verdadeira prova de perseverança! E aí, sim, fico emocionada com a notícia. Parabéns à família e à equipa médica por acreditarem.


A importância da Filosofia nas crianças

«O nosso cérebro é malabarista. Mas se na horizontalidade estamos a conseguir abranger mais estímulos em simultâneo, estamos a perder na verticalidade do aprofundamento» de Maria Figueiroa Rego uma das especialistas portuguesas em Filosofia para crianças, projecto educativo criado por Matthew Lipman .

Lipman iniciou este projecto baseado num palpite seu de que as crianças deveriam no seu processo de instrução abordarem a aprendizagem de uma nova forma de raciocínio, contando para isso com as  contribuições da Filosofia, especialmente das suas áreas de lógica, ética, estética e epistemologia. Para Lipman era claro que se podia ajudar as crianças a pensar com mais clareza, já que lhe parecia que elas pensavam tão naturalmente como falavam e respiravam. E daí decorre toda uma nova abordagem ao conhecimento.


É... o múltiplo saber superficial vs o saber profundo... 

 

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Por que damos colo do lado esquerdo?

Pode ser tudo teorias da treta e daqui a uns anos outros investigadores quaisquer aparecerem com outra teoria maus plausível, mas lá que é enternecedor pensar que tudo em nós tem uma razão, um propósito - o de criarmos e amarmos da melhor forma que soubermos as nossas crias. Ora leiam lá o texto que transcrevo abaixo.

Quanto a crias e a pormenores mais ou menos científicos, as minhas adotaram uma resposta muito diplomata quando são questionados pelos seus progenitores do porquê de um comportamento menos adequado (ou seja, coisa estúpida ou birrice). Passo a citar: "Não sei, deve ser dos genes que me passaste", isto acompanhado de um sorriso de orelha a orelha, não dá para resistir e não rir (mas não escapam ao devido sermão!).

 

Por que damos colo do lado esquerdo?




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Por que encostamos os bebés ao lado esquerdo do nosso corpo quando lhes damos colo? Esta é uma questão à qual os investigadores tentam responder há várias décadas. Como explicar o facto de que cerca de 80 por cento das mulheres, independentemente de serem dextras ou esquerdinas, utilizam o braço esquerdo para dar colo aos bebés, naquilo que parece ser um comportamento instintivo?

A primeira explicação partiu do psicólogo norte-americano Lee Salk: tal preferência está relacionada com o som dos batimentos cardíacos da mãe. Embora a sua teoria tenha prevalecido durante algum tempo, vários estudos vieram mostrar que o som preferido, tanto do feto como do recém-nascido, é, afinal, a voz da mãe e que o som dos batimentos cardíacos não parecia ter mais relevância.

A hipótese mais fiável chegou, há alguns anos, pela mão das investigadoras da Universidade de Sussex, Victoria Bourne e Brenda Todd. As especialistas atribuem este comportamento a um sofisticado processo no qual estão envolvidos os hemisférios cerebrais da mãe. Assim, quando um bebé é acolhido no lado esquerdo do corpo da mãe, as suas reações (choro, riso, bocejo…) chegam diretamente ao hemisfério direito materno, onde se reconhecem os gestos emocionais e as expressões faciais. Em consequência, a relação entre mãe e filhos é reforçada, porque a mãe reconhece mais rapidamente e de forma intuitiva as necessidades do bebé.