domingo, 6 de dezembro de 2015

Tarde natalícia



Abriu a época natalícia cá em casa! Aproveitamos a vinda dos avós cá a casa para fazer a árvore de Natal. Primeiro o clima estava a azedar com um pré-adolescente a fazer das suas, música ambiente totalmente desajustada e uma mãe a puxar pelo sentimento de família e Natal já a raiar a falta de paciência. Depois lá os astros se alinharam (ou todos perceberam que não era a melhor altura para me fazer perder a paciência) e tudo correu como manda a tradição.

A árvore com o letreiro na foto foi feita pelo H há muitos anos na escola e é uma das nossas decorações favoritas. A fita com os outros enfeites foi feita esta tarde pelo I, com pequenas ajudas de nós todos. O I andou a pular e a cantarolar a tarde toda totalmente mergulhado no espírito natalício, contagiando todos ao seu redor.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Parabéns!


Hoje faz anos o melhor marido do Mundo - o MEU!



Enfoque natalício


Porque o Natal é família, é magia, é uma felicidade que irradia do calor humano que nos rodeia e nos enche a alma e que nos faz gostar de todas aqueles músicas parolas e ouvi-las em modo repeat durante 1 mês por ano.

E isto coloca-nos as perspectivas natalícias no enfoque certo (Click aqui!)




quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Memória para o detalhe...


Chega o mister F a casa com um leite novo sem lactose para experimentarmos. Diz o I: "Já conheço este leite. É o leite da Joceline. É francês."

Nota: estivemos em França, em casa da Joce, há 18 meses... O I tinha 7 ano.

Ahahahahah...Tesourinhos...



H: "Quem matou o Rei D. Carlos foi a carbonara"



É nestes momentos que penso que afinal a profissão de Professor de História deve ter a sua graça...




O que ele queria dizer era que tinha sido obra da Carbonária (Click aqui se quiser saber um pouco mais sobre a Carbonária Portuguesa)

Do que depende de nós...






* Algumas pessoas procuram por um sítio bonitos. 
Outras tornam o sítio bonito.

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Teria resultado?


   Fonte: aqui


Os problemas que teriam sido poupados entre mim e a minha irmã...  As dores de cabeça que a minha Mãe não teria tido... Ou a minha irmã teria aprimorado os seus dotes Houdinianos... Ou o meu Pai teria deixado de saber onde paravam os seus alicates... Pensando bem, por Nutella ela iria conseguir dar a volta a este desafio.

Um beijinho especial para a minha mana


quinta-feira, 26 de novembro de 2015

Quando o que lemos nos faz sentido

Gosto imenso de ler a Laurinda Alves. Li-a agora aqui e já conseguiu me dar vontade de ler "O homem em busca de um sentido" de Viktor E. Frankl.

Fui ao Baú...

Fui ver o que escrevi em Novembro do ano passado (Click!) e apercebi-me que o tema é muito semelhante ao meu último post (Click!). Portanto verifico que há alguma coerência nos ciclos anuais.


quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Dos blogs onde vou deambular nos meus momentos...

É bom quando nos deparamos com posts tão certeiros e verdadeiros como este (click!). Não pude deixar de comentá-lo e partilhá-lo convosco. Tocou-me. Por razões profissionais muitos dos meus dias são mirabolantes. Dias em que chego ao fim deles sem me aperceber, por o ritmo ser tão elevado. No entanto, assim que saio corto radicalmente com o trabalho (não é fácil, mas é algo que se consegue ir treinando. Graças a Deus sou mestra a fazê-lo.) e só volto a pensar nele no outro dia de manhã. A rapidez e organização profissional treina-me para conseguir incutir a devida rapidez nas tarefas da vida pessoal, contrabalançando sempre a minha vida pessoal e obrigando-me a estar mais quieta/relaxada por períodos específicos. Essas paragens que por vezes podem (parecer) não fazer qualquer sentido atendendo à lista de afazeres que me persegue nas várias vertentes da minha vida, são importantíssimas para o meu equilíbrio. Para dar tempo ao Tempo. Porque o nosso Eu precisa de se reequilibrar e reconstruir. Obrigo-me a ter momentos meus e momentos em família. Por exemplo, faço ponto de honra em comer sempre sentada – pequeno-almoço com os meus filhos e jantar todos juntos, sem TV, com música ambiente e sempre em conversa animada. O ano tem 52 fins-de-semana e alguns (poucos) dias de férias. Nestas horas todas vou arranjando tempo para estar com os amigos ou pelo menos para ir telefonando. Uma boa amizade mantém-se por muitos anos, nem que seja só com uma dedicação de poucas horas por ano. Há é que manter o foco e nos não deixar atropelar pelo Tempo. Nesta altura do ano tenho sempre muita dificuldade em ter tempo para mim. Nota-se pelo decréscimo de posts aqui e aqui. Mas tenho imensas ideias a fervilhar dentro de mim e isso também é bom. Esta fase de acalentar sonhos, saber pesá-los e saber em quais devo (preciso) apostar...

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

O resultado do pão de cereais



Bendita hora em que decidi tirar uma foto do pão antes de desenformá-lo.


Digamos que pegou à forma. Desfez-se todo. Os homens lá de casa aproveitaram a oportunidade (única entenda-se!) para gozar comigo. Mas no final tiveram de admitir que estava muito saboroso. É um pão bastante massudo, como muitas sementes. O que também não ajudou muito na hora de desenformar. Poderá ser uma experiência a repetir, mas tenho de arranjar outra forma ou colocar papel de culinária para conseguir ter um pão inteiro.

domingo, 22 de novembro de 2015

Pão de cereais

Estou a experimentar fazer este pão de cereais do IKEA. 


Já vos digo se resultou bem ou não.

quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Temos faz-tudo

O I levou uma pista de carros para a escola. Parece que alguém andou a inventar e entraram uns elásticos para dentro do motor de uma parte da pista que dá velocidade aos carros. No final do dia apanharam lá um (desgraçado) de um Pai que foi chamado a intervir. Parece que tentou, mas que ou não conseguiu à primeira ou não estava com tempo. Resultado: deixou este jogo de chaves com o I, que lhas pediu para ver se resolvia ele o assunto (o que um Pai faz para não perder a face diante dos amigos do filho). O I estava a explicar-me isto tudo quando eu o interrompo dizendo que teria que falar com o Pai dele para ele ver se conseguia arranjar a pista. Ele olha para mim e pergunta: "Porquê? Então não te disse que pedi para ficar com as chaves? Com calma, eu abri a pista, desmontei algumas peças, tirei os elásticos de lá de dentro e já está arranjada.".

quarta-feira, 18 de novembro de 2015

É duro...

Ouvir o H dizer-me que acha que não quer ir à viagem de fim de ano da escola que se planeia ser em Paris ou Londres porque acha que não vale a pena o risco.

Só temos de encará-la desta forma...


Fonte: Pinterest


* - A vida é feita de pequenas Felicidades.

* - Life is a collection of moments of Happiness.