quarta-feira, 30 de outubro de 2019

Dos meus passeios matinais...


É impagável poder passear-me por locais tão aprazíveis como as margens do rio Tejo no Parque das Nações no decorrer dos meus dias de semana. Apesar de o fazer várias vezes ao longo do mês há sempre paisagens que me capturam a atenção. Quer pela beleza do espaço, quer pela luz daquele dia ou pelo aspecto do Tejo naquele momento. Enfim, é muito bom pensar que a rotina dos meus dias não é assim tão rotineira. 

Para partilha deste pensamento deixo-vos aqui um sketch que fiz em Maio passado, que resultou precisamento de um destes momentos, em que parei e admirei o que tinha à minha frente percebendo logo que o tinha de pintar.


Impagável também é poder contar com a companhia da minha amiga Isabel, sem a qual não me predisporia a tais passeios tão cedinho, antes da labuta diária.

sexta-feira, 25 de outubro de 2019

É oficialmente Outono lá em casa

Gosto de sentir o passar das estações lá em casa, no entanto, além do meu centro de mesa sazonal, não tenho mudanças de decorações a acompanhar  as estações. As particularidades da estação vão decorando a casa por si. A última abóbora da nossa horta e uns quantos marmelos oferecidos pelo meu vizinho na bancada da cozinha trouxeram o Outono para dentro de casa.





quinta-feira, 24 de outubro de 2019

PANenizando

Uma pessoa tem de viver em conformidade com o seu tempo. Ontem numa reunião tive um colega que no calor da conversa sai-se com: "Tive de agarrar o Touro pelos cornos".
Num dos meus momentos de boa disposição (avacalhanço de reuniões para manter a malta animada) não pude deixar de fazer-lhe o reparo de que tal afirmação não ia de acordo com as directrizes do PAN e que, a bem do respeito pela diversidade e para não ferir as susceptibilidades das pessoas que o rodeiam, deveria rever essa frase. Ao que ele respondeu com um sorriso: "OK... Tive de conseguir ir ao Prado dar uma festinha ao Touro!".
E é assim que as gentes e costumes evoluem (e que as reuniões acabam por ser até engraçaditas...).

terça-feira, 22 de outubro de 2019

Das maravilhas que o mundo digital nos traz

Aquela sensação de não ter o peso na consciência automobilista da escolha matinal do melhor roteiro para deixar os meus dois estudantes nos seus locais de estudo é impagável. E saber logo que vou chegar a horas ou atrasada, poupando-me a vários minutos de incerteza angustiante e a  esperanças goradas. Isto é a maravilha do Waze - a melhor aplicação ao cimo da Terra que habita o meu telemóvel. 

terça-feira, 15 de outubro de 2019

Reflexões matinais do I

De manhã, a caminho no carro, há dias que vamos em animadas conversas e outros em que cada um de nós vai mergulhado nos seus pensamentos. Por vezes, nestes últimos, o I partilha do nada algumas das suas reflexões. 

Eis a sua última pérola: "É fixe termos a nossa própria língua. Há outros países que não têm, como é o caso do Canadá, Brasil, Senegal e Angola.". 

E depois volta aos seus pensamentos como se nada fosse... 

sexta-feira, 11 de outubro de 2019

Citações da minha Mãe #3

Sabia que há muito tempo que não vos falava, mas só agora me apercebi há quanto. Desculpem-me os mais assíduos. 

Quando a minha Mãe disse uma das famosas frases :"Como se costuma dizer..." percebi que estava anunciado o meu regresso. No seguimento do aniversário de uma pessoa amiga que sempre foi doente, estávamos a comentar que era espantoso ter atingido os 81 anos. E é no meio dessa nossa converseta que surge mais uma citação digna de registo:




quinta-feira, 16 de maio de 2019

O verde é tão diferente nos Açores

Estive em S.Miguel nas férias da Páscoa. Foram 7 dias maravilhosos, com a maior das sortes com o tempo. Na semana anterior tinha estado o tempo sempre enevoado e chuvoso. Na nossa semana, apesar de o dia acordar com o ceú encoberto e até cairem uns chuvisco, até nós sairmos do hotel após o pequeno-almoço, o tempo abria e ficava uma maravilha. Deu para irmos a banhos todas as manhãs! Devido a sermos um grupo grande não consegui desenhar tudo no local, pois havia sempre movimentação e conversas. Mas há fins para os quais não se olham a meios, e neste caso ia começando no sítio, tirava foto e acabava depois. 

Farol da Ponta do Cintrão - S.Miguel 

Igreja de S.Miguel Arcanjo - Vila Franca do Campo - S.Miguel 

Capela de Nossa Senhora das Vitórias - Lagoa das Furnas - S.Miguel

sábado, 27 de abril de 2019

Top do humor do I

I a tentar convencer o H a jogar durante a tarde ...
H vira-se para o I, numa de irmão mais velho: "NÓS temos de estudar..."
I responde-lhe na hora: "Agora és o Smeogol?"

(sério risco de só ser entendida por aficcionados do Senhor dos Anéis)

quinta-feira, 25 de abril de 2019

quarta-feira, 10 de abril de 2019

Melhorar a alimentação cá de casa, um alimento de cada vez

Decidi há pouco tempo entrar em mais uma epopeia - começar a fazer bolachas e reduzir ao máximo o consumo de bolachas processadas. Digo que é mais uma epopeia, pois é mais uma coisa para a qual terei de arranjar tempo e que deverá entrar no meu rol de "pormenores" a organizar. 

Tem sido uma aventura engraçada. Escolhi umas quantas receitas e cada vez que faço bolachas experimento uma nova. Para ver se consigo agradar a todos os comedores de bolachas cá de casa. Uns gostam das de manteiga, outros gostam das de canela. Uns gostam de bolachas mais doces, outros não... Uns das finas e estaladiças, outros das mais altas e molinhas. Vejamos o lado bom da coisa... Vou poder fazer várias experiências!  :D


Das primeiras que fiz nem me lembrei de tirar fotos. Eram de aveia e desapareceram num ápice.

Esta segunda vez, fiz a típica bolacha de manteiga. Era uma receita para 80 bolachas. Eu fiz metade da receita a pensar que iria ter umas 40 bolachas e quando comecei a colocá-las nos tabuleiros percebi que rendeu bem mais. Aí umas 50 e tal.


Cresceram mais do que esperava e algumas ficaram encostadinhas. Mas, mesmo assim, ficaram com boa apresentação.



Deu para confirmar que o meu forno deixa as bolachas mais tostatinhas num dos cantos do lado esquerdo. E fiquei com vontade de comprar mais um tabuleiro para o forno para conseguir fazer mais bolachas a cada fornada. Assim que saem do forno é muito importantes retirá-las logo do tabuleiro e colocá-las em redes para arreferem rapidamente.

Depois de bem frias, colocam-se as bolachas em frascos herméticos e duram até uns 7 dias. Pelo menos é o que diz a receita, porque é algo que ainda não consegui comprovar! Das duas fornadas só chegaram ao 3, 4 dia.

É tão giro ver o orgulho dos meus filhos a comerem bolachas feitas pela Mãe e sobretudo saber que não têm os químicos, lactose e afins das bolachas processadas.


segunda-feira, 25 de março de 2019

As mil e uma maneiras de o meu maridão me entregar flores...


Eu sair de casa e encontrar esta flor dentro de um cântaro que tenho à entrada. É assim que o meu maridão gosta de me surpreender!




Alguém sabe que flor é esta? (mostra da fineza do humor do dito)


sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019

O Boneco da estante #27


Parece-me que o Boneco na estante está num momento de pura graciosidade, numa de ballet, com pliés e afins.



It seems to me the Doll on the shelf is in a moment of pure grace. A ballet moment, with pliés and all.


Il me semble que la poupée sur l'étagère est en pleine grâce. Un petit moment de ballet, avec pliés et tout.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

Estudos nada científicos com a minha pessoa

Há já mais de um ano a minha irmã mais nova ofereceu-me um daqueles relógios que conta passos, dá a pulsação e mede alguns parâmetros da qualidade do sono. Os dois primeiros são interessantes, mas o que realmente vejo com atenção todos os dias são os dados referentes ao sono. Além de ficar com a consciência diária de que não durmo as horas que devia, é muito interessante ver a distribuição entre o sono profundo e o sono leve e como isto se reflete realmente na forma como me sinto mais ou menos descansada quando acordo.
Nas últimas semanas as horas de sono profundo foram diminuindo gradualmente e apesar de estar a dormir mais ou menos o mesmo número de horas comecei a sentir-me cada vez mais cansada. O meu lado analítico começou a questionar-se e a tentar perceber o que teria mudado na minha vida para isto estar a acontecer. Durante vários dias não consegui perceber. Depois surgiu-me uma desconfiança, mas achei que não deveria ser aquilo. Há uma semana mudei o comportamento que achei que poderia estar a levar à diminuição do sono profundo e não é instantâneamente viu-se o reflexo no tempo de sono profundo!

Atenção que agora tenho de fazer o disclaimer que esta minha "percepção nada científica" é baseada na minha retorcida logica e análise "muito apurada" de dados cuja origem até pode ser um pouco duvidosa.

Posto isto, aqui vai a minha conclusão. Andava no portátil naquele tempo que medeia entre deitar a rapaziada e eu me deitar, pois estive a organizar fotos e a fazer álbuns digitais. Comecei a desconfiar que a exposição a tantas horas de ecrãs estava de alguma forma a ser prejudicial. Às tantas decidi deixar o portátil de parte e fui desenterrar as minhas agulhas de malha e uns novelos de lã que tinha comprado no ano passado (ou se calhar já há dois anos...). Como disse acima, nessa noite foi logo notória a subida repentina no número de horas de sono profundo. E assim continuou nos dias seguintes. A gola que estou a fazer já vai a mais de meio. Daqui a uns dias vou largar a malha e voltar aos álbuns digitais. Estou curiosa por ver qual o impacto no meu sono...


segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Tornar uma coisa chata numa coisa boa


Fui a uma consulta e este meu médico - que adoro - faz-nos esperar horas na sala de espera. Após ter lido as últimas revistas, ter dado uma olhada no telemóvel, já estava em completo desassossego - farta de ali estar. Quando a pessoa que estava sentada à minha frente se levanta para entrar, lembrei-me de puxar do meu livrinho de sketching que anda sempre comigo e desenhar o cadeirão que tinha à minha frente. Sempre gostei dele, com aquele seu ar de quem já acolheu muita gente, dia após dia, sem deixar de dar conforto e aconchego.




E de repente o tempo pareceu-me tão pouco. Já não me importava de ficar à espera. Sabia que deveria ser a próxima e desenhei à pressa. Fui interrompida quando estava a terminar de desenhar a mesinha de apoio, onde está o candeeiro. Como daqui a um mês vou lá novamente, vou rezar para a cadeira onde estive sentada estar livre para poder acabar o desenho. Ou, se não, sento-me por perto e pinto-o tal como está. 

sábado, 9 de fevereiro de 2019

O Boneco da estante #26

Wooo huuu! O Boneco está cheio de energia e está numa de fazer o pino sobre a cabeça. 


Será por ser fim-de-semana e estar a festejar??