quinta-feira, 31 de outubro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Consciência ambiental
Adoro viver em Lisboa e nada me deixa mais contente do que ver o deleite dos nossos turistas. Hoje deparei-me com duas turistas que me pareceram estar na casa dos vinte e serem oriundas do norte da Europa. Estavam as duas ao tempo a olhar para um caixote do lixo ecoponto com uma garrafa de plástico na mão. Ia na direcção delas e estava a observá-las. Elas espreitavam para dentro dos sacos (deviam estar vazios e não sabiam o que fazer). Conferenciavam e decidiram deixar a garrafa numa base na parte de cima do caixote e foram renitentes. Impressionante como estavam preocupadas por aquilo. Nessa altura cruzei-me com elas. Não resisti e saiu-me "It's the yellow one". Olharam para mim com um sorriso de orelha a orelha a agradecer como se lhes revelasse o melhor segredo de Lisboa e voltaram atrás para colocar a garrafa na divisão amarela.
Sou muito "green" e gostei de ver. Por cá essa consciência cresceu brutalmente nas últimas duas décadas, mas ainda há uma grande despreocupação nas gerações - humm, acimas dos 30/40 anos. Vamos lá com o tempo.
sábado, 26 de outubro de 2013
Porque cada vez mais, passo menos tempo a ver TV
Não sou contra a TV, não, nada disso. Mas cada vez mais estou a tornaram-me extremamente selectiva no que vejo e não tenho a TV ligada só porque sim. Às vezes é uma luta, porque após ter deitado a criançada e tratado da cozinha apetece mesmo deixar-me cair no sofá e agarrar-me ao comando. Pouco a pouco fui substituindo o meu tempo de TV por pequenas outras actividades, hobbies. Comecei a sentir que o que fazia do meu tempo era muito mais compensador. Actualmente ver TV está sempre em último lugar. A vida é para ser vivida, não para ser observada de um sofá qualquer...
Pense em viver a sua vida em vez de ver os outros a viver a deles, reflicta nestas dez razões para ver menos televisão:
1 - A TV influencia a nossa visão do mundo. Qualquer polícia, advogado, psiquiatra, médico, ou agente de uma força de segurança poderá confirmar que a televisão não retrata com precisão a sua vida. Em quase todos os aspectos, a televisão raramente retrata o mundo e a vida com precisão. Demasiada TV cria expectativas e conhecimentos irreais sobre o mundo que nos rodeia. As pessoas tendencialmente criam noções erradas relativamente a questões ligadas às relações em família, em sociedade, num casal, às noções ligadas ao romance e à sexualidade. As experiências vividas são incomensuravelmente mais compensadoras e enriquecedoras do que as apreendidas através de situações vistas na TV. Estas noções erradas podem levar a sentimentos de frustração com a nossa própria vida totalmente infundados.
1 - A TV influencia a nossa visão do mundo. Qualquer polícia, advogado, psiquiatra, médico, ou agente de uma força de segurança poderá confirmar que a televisão não retrata com precisão a sua vida. Em quase todos os aspectos, a televisão raramente retrata o mundo e a vida com precisão. Demasiada TV cria expectativas e conhecimentos irreais sobre o mundo que nos rodeia. As pessoas tendencialmente criam noções erradas relativamente a questões ligadas às relações em família, em sociedade, num casal, às noções ligadas ao romance e à sexualidade. As experiências vividas são incomensuravelmente mais compensadoras e enriquecedoras do que as apreendidas através de situações vistas na TV. Estas noções erradas podem levar a sentimentos de frustração com a nossa própria vida totalmente infundados.
2 - A TV influencia os nossos hábitos. Se pensa que é imune (ou muito inteligente) para ser influenciado pelo poder dos anúncios, está errada(o). As empresas não gastam fortunas em publicidade com a esperança de influenciá-lo . Eles gastam fortunas, porque eles sabem que vão influenciá-lo.
3 - A TV afasta-a(o) das pessoas reais que a rodeiam. As personagens da TV não são reais. Por outro lado, você está rodeada(o) todos os dias por pessoas reais que vivem vidas reais . Essas pessoas reais enfrentam diariamente situações e problemas reais. Partilhe destas situações com eles em vez de vivenciá-las por intermédio da TV.
4 - O tempo a ver TV rouba-nos energia mental preciosa. Quando tem a TV ligada, a sua concentração é mantida refém. Mesmo que diga que está a ver TV enquanto faz outra coisa, parte da sua energia mental é desviada para a TV e não está concentrada(o) a 100% no que está a fazer. Com prejuízo para a tarefa paralela que terá em mãos no momento. Se precisa de se isolar com uma nuvem de barulho à sua volta, ligue o rádio.
5 - Está a custar-lhe dinheiro. Pense nas gastos de eletricidade para ligar a sua TV. Adicione o custo do serviço de cabo/satélite ... já tentou pensar no que isso representa ao final de 1 ano? 2 anos? ...
6 - Ver demasiada TV prejudica a nossa capacidade para o pensamento racional. A TV simplifica a realidade. Aborda temas em questão de minutos. Isso
prejudica o pensamento claro, condicionando a expectativa que a maioria dos
problemas tem de ter uma solução simples e clara, que possa ser implementada em
aproximadamente em 60 minutos ou menos. A capacidade para se efectuarem planeamentos a médio e longo prazo sai assim deveras prejudicada.
7 - É mau para a saúde. Numerosos estudos (e bom senso) traçam paralelos diretos entre assistir a TV em excesso e a sedentariedade e obesidade.
8 - Quem é um assíduo espectador de TV costuma estar menos satisfeito com a sua vida . De acordo com o Journal of Economic Psychology, os telespectadores relatam uma menor satisfação com a vida, as aspirações materiais tendem a ser maiores e verificam-se maiores níveis de ansiedade.
9 - Resulta tembém em menos sexo. Estudos indicam que casais que têm uma TV no quarto têm relações sexuais metade das vezes do que aqueles que têm a TV noutras divisões da casa.
10 - O custo-oportunidade é muito elevado. Pense em todas as horas passadas diante de um televisor. Esse é o tempo que poderia ter gasto em alguma actividade física, a apreciar a Natureza com amigos ou familiares, a meditar , a dedicar-se a algum hobby, a ler um livro, a jogar um jogo em família ou a planear a sua vida para mais facilmente atingir os seus sonhos. No final essas actividades são muito compensadoras, mas infelizmente são inconscientemente adiadas porque é muito mais fácil sentar-se a ver TV do que pensar em passar o tempo de outra forma.
Inspirada aqui (clic!)
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Obrigada, Pai Natal lá de casa
Que é como quem diz, obrigada a mim própria. Já comprei a minha prendinha de Natal... Agora fico expectante a rondar a minha caixa do correio para ver quando é que a posso ir levantar aos correios. Eu depois mostro-vos no que me vou meter. Um dos "problemas" que tenho é essa mania de estar sempre a desafiar-me e quando consigo algo estou logo a olhar em frente a ver qual é o próximo degrau. O que por vezes é bastante cansativo. Digo para mim própria que já chega, deixa-te estar quietinha, mas sou algo desobediente e quando dou por mim já ando a magicar e a sonhar em fazer mais alguma coisa nova.
quarta-feira, 23 de outubro de 2013
Teste de idade ou da velha capacidade do "desenrascanço"
Vi na página da Rádio Comercial no Facebook e não pude deixar de partilhar...
Quantas vezes utilizei este método tecnicamente avançado para a época
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Eles crescem
O H (mais velho) confirmou o ano passado que eu só ia levá-lo lá dentro da escola, porque tinha de levar o I. Eu confirmei. Ele mimoso acrescentou que não se importava que até gostava que eu fosse até lá dentro. Este ano dá-me abraço e beijo de despedida logo à saída do carro e mesmo que vá connosco até lá dentro, depois só se despede com um adeus fugidio. Hoje, já na entrada da escola deu uma corrida porque teve a hipótese de entrar noutra porta que lhe poupava uns bons metros de caminhada. O I então virou-se para mim, abraçou-me as pernas e olhando para mim com um sorriso meloso perguntou se podia dar-me logo ali um beijinho e ir sozinho lá para dentro, pois já era crescido - já anda no 2º ano! Eu disse que sim, os olhos dele até brilharam. E lá foi ele com passo sereno e decidido a observar se os amigos se apercebiam que ia entrar sozinho.
Eu fiquei ali a vê-lo ir com o coração cheio de orgulho. É tão bom vê-los crescer seguros deles e do caminho que querem fazer.
Porque eles vão ter de ir, e acredito que se os deixarmos ir a cada etapa em que estão prontos a ir, eles quererão voltar e estar. Acredito que saber manter a devida distância (custa tanto ao nosso coração de Mãe) é vital para o crescimento da autonomia, amor-próprio e auto-estima deles.
E infelizmente a vida também é feita destes momentos
Saber que um colega faleceu durante o fim-de-semana. Só isto - faleceu. Ainda não sabemos o que se passou, apenas sabemos que ligaram a avisar que morreu.
sábado, 19 de outubro de 2013
Palavra d'ordem : Podar, podar, podar
O meu jardim anda louco da vida. Assim um pouco como o tempo. Como se explica que hoje, ao dia 17 de Outubro de 2013, pelas 17:00 estejam 25 graus? Pois, e eu a podar que nem uma louca como se estivesse na Primavera. Com tudo a brotar e a crescer como se eu adubasse o jardim todas as semanas. Logo vou podando enquanto o tempo me deixar, porque senão um dia desses só entro em casa á catanada.
Espero que a minha avó não tenha razão desta...
Estou a acabar de fazer um panelão de sopa para a semana, que os meus filhotes comem sempre sopa a todas as refeições (os legumes vão a bem ou vão em sopa!). É meia-noite e acabei de passá-la. O planeado é deixá-la na panela durante a noite e de manhã congelá-la já em doses para cada dia da semana. Mas lá fora troveja que se farta vai para meia-hora. Espero que os ensinamentos dos meus antepassados não se verifiquem... Ou seja, que a trovoada "vira" a sopa. Amanhã de manhã já vos digo se deito um panelão de sopa azeda fora ou se a estou a congelarar.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Nuances da crise
I: "Ah! Aquele Sr. lançou lixo pela janela! Isto não se faz!" (íamos no carro a caminho da escola)
H: "Não é assim tão mau..."
Eu: "Como assim, não é assim tão mau?!"
H: "Oh, mãe, imagina que ele está preocupado com as pessoas que estão no desemprego por causa da crise e pensa que se deitar lixo pela janela vai ser preciso mais gente para limpar o país e assim há menos gente no desemprego..."
Santa inocência!!
H: "Não é assim tão mau..."
Eu: "Como assim, não é assim tão mau?!"
H: "Oh, mãe, imagina que ele está preocupado com as pessoas que estão no desemprego por causa da crise e pensa que se deitar lixo pela janela vai ser preciso mais gente para limpar o país e assim há menos gente no desemprego..."
Santa inocência!!
Hoje oiço... #11
... isto (clic!). Esta semana deu-me para ouvir música clássica. Há momentos surgiu-me a lembrança dos meus dias de grávida. Na minha primeira gravidez passei os dias no trabalho a ouvir em modo repeat uma colectânea de dois CDs de música clássica. Na altura não conseguia explicar, mas eu que até tenho dificuldade em manter os fones nos ouvidos tinha-os colocados de manhã à noite. Assim parecido com aquelas vontades súbitas "inexplicáveis" por certos alimentos...
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Hoje é o Dia Mundial da Alimentação
Nós somos o que comemos, para o bem e para o mal.
E se o que comermos não for só a origem de possíveis doenças futuras,
mas tiver interferência directa no nosso humor e estados de espírito;
na nossa energia ao levantar da cama e ao final do dia;
na velocidade do nosso raciocínio; na nossa capacidade de memorização;
no resplandecer da nossa pele e no brilho do nosso cabelo e do nosso olhar?
Não valerá a pena nos organizarmos e investirmos numa alimentação mais saudável e regrada? Custa assim tanto parar 1/2 hora por semana (ou aproveitar as filas e as esperas no trânsito, nas paragens de transportes, nos elevadores...) para pensar na lista das compras valorizando alimentos não processados e naturais?
Subscrever:
Mensagens (Atom)







